Lovisa Burfitt

27 de agosto de 2007

Site com ilustrações bem legais: http://www.lovisaburfitt.com.

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Ideiafixa.com

26 de agosto de 2007

Dica de Gustavo Panichi:

E-magazine com trabalhos de diversos artistas/designers/publicitários/fotógrafos do mundo todo. Cada edição tem um tema diferente. Já está na 7a. edição.

http://www.ideafixa.com/

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Simplicidade + Boa execução =

25 de agosto de 2007

Clip criado por Kristofer Strom, para o grupo sueco Minilogue. A animação ganhou o CAD Awards 2007 em Londres.

Fonte: Cafeína.

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Tirando a música que já foi trilha de um filme maravilhoso da Axe, nada.

Mas está aqui porque tem tudo a ver com emoção e serve para lembrarmos como as vezes uma coisa muito simples e surpreendente pode ter um efeito tão poderoso.

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A democracia da internet

24 de agosto de 2007

Não precisa de muito pra perceber claramente a democratização da internet no Brasil.

Tanto na popularidade de programas e sites que antes pareciam restritos às classes favorecidas, como na proposta de um ambiente em que tudo pode e quem julga é o público.

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Inspirado, baseado, copiado

24 de agosto de 2007

Texto de Alexandre Okada, Diretor de Criação Regional da Leo Burnett para América Latina

Ok, nada surge do vazio. A história da humanidade é a prova disto. Cada avanço, por mais novo e revolucionário que possa parecer num primeiro momento sempre é o produto de uma série de eventos, pessoas e pensamentos anteriores.

Da Vinci não fez os primeiros desenhos da bicicleta nem do pára-quedas. Existem desenhos similares anteriores. Muitos dos escritos de Aristóteles e Platão não são originais, são na verdade compilações de pensamentos da época. E até a interface do nosso querido Mac parece que foi baseado numa máquina da Xerox.

Também foi assim com o cubismo, o modernismo e a industrialização. Geralmente o novo surge de um movimento, da soma de uma série de coisas anteriores recriadas ou vistas de um ângulo diferente.

Na publicidade não é diferente. Nós somos craques em nos inspirar em idéias de outras áreas. Artes plásticas, videoclipes, curtas-metragens, instalações, cinema, música, textos que chegam por email, vídeos do youtube ou mesmo obras de museu de história natural.

Nada escapa do olhar atento de um publicitário. E é justamente aí que começa a discussão. Até onde pode? Vamos ver alguns casos clássicos.

Wazzup era originalmente um curta-metragem. Eles chamaram os autores e refilmaram com eles em formato de comercial. Sucesso absoluto de público, crítica e ética.

Sony “balls” tem uma semelhança incrível com um quadro do David Letterman filmado em 1996. Mas era uma imagem sem nenhum sentido ou propósito. E aí valeu a sensibilidade do criativo em perceber a beleza que esta imagem poderia ter.

O caso de Honda Cog já é um pouco diferente. É certo que a agência encontrou um link com o produto dando um sentido para as imagens do comercial, baseadas na vídeo-instalação de Peter Fischli e David Weiss “The Way Things Go”. O problema maior foi o fato da fonte de “inspiração” não ter sido citada.

Publicidade versus arte também foi o problema da campanha australiana de inseticidas que mostrava o ponto de vista dos insetos nos últimos momentos de vida. Ganhou Gran Prix em Cannes e um processo jurídico em Sidney.

A lista de comerciais baseados nos últimos videoclipes da MTV é gigantesca. O mesmo em relação ao cinema. Basta surgir um filme com uma estética diferente que antes mesmo de lançarem o DVD já tem um comercial no ar com a mesma linguagem. Isto sem colocar na discussão todas as paródias e “citações”.

Por outro lado, a arte também se alimenta da publicidade. A Pop-art é o exemplo mais óbvio. Diversos diretores de publicidade aplicaram suas estéticas comerciais em seus longas-metragens. E no youtube não faltam paródias e recriações de comerciais famosos. Até mesmo Banksy se utiliza da publicidade como uns dos seus pratos principais em seus grafites e instalações nas ruas de Londres.

Nós nos inspiramos neles, eles na gente. Justo. E qual a conclusão? Pode ou não pode? Eu acredito que todas as áreas que têm como matéria-prima a criatividade se inspiram na vida, com tudo que ela tem. O cinema se inspira na arte, a arte na música e a música na feira-livre de domingo. Ninguém é de ninguém.

Mas também acredito que devem haver limites. “Inspirado” e “baseado” são bem diferentes do copiado.

Acho que uma boa forma avaliar se uma peça publicitária é válida é perguntar qual é a idéia por trás dela. Se a resposta vier rápido e for alguma coisa original (e não a mesma idéia da “fonte”), tá valendo. Mas se você demorar uns segundos para responder, provavelmente a peça não tem idéia própria. É apenas formato (com uma justificativa qualquer). E, neste caso, melhor voltar ao trabalho.

Alexandre Okada
Diretor de Criação Regional da Leo Burnett para América Latina
Alexandre.Okada@mia.leoburnett.com

Enviado pelo nosso ex-aluno, Guto Monteiro, da DCS.

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Fiodor Sumkin

24 de agosto de 2007

Fiodor Sumkin é ilustrador e designer de fontes. Seu grande trabalho pode ser conferido em http://sumkin.opera78.com.

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Sem medo da folha em branco

24 de agosto de 2007

Do nosso ex-aluno, Guilherme Rech:

Campanha para a Instituto Peruano de Publicidade.

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Até a próxima

23 de agosto de 2007

Do nosso ex-aluno, Maurício Donati:

A busca da maior idéia de todos os tempos, até surgir a próxima. http://www.agrandeideia.com.br/blog/

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Use capacete

23 de agosto de 2007

Do nosso aluno Bruno Pommer:

Experiências com som “tridimensional”(como as encontradas no link http://ruanoblog.blogspot.com/2007/06/experincia-sonora.html) não são novidade. É só colocar os fones e sentir o efeito impressionante que o áudio provoca. Mas sempre tem um que consegue aplicar a tecnologia na propaganda. (OBS: só funciona com fone de ouvido.)

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