Short-list em Cannes. E, verdade seja dita, com méritos. O acabamento dos caras tá foda. Não sei se é ilustração ou se eles construíram uns bonequinhos de verdade. O fato é que ficou muito real.

Sem falar que, a decisão de ser um garçom e uma empregada doméstica, deu para a um humor que as outras duas (que foram apresentadas aqui no Blog há uns dias) não tinham.

Para entender a polêmica toda, clique aqui.

6 Comentários | Categoria: Perestroika


Suruba de livros.

17 de junho de 2008

Há algumas semanas, eu criei um post interativo. A idéia era que as pessoas indicassem sites, blogs, fotologs, etc. que servissem de referência. Funcionou pra caralho.

Então, o Nato, aluno do Criação 2, sugeriu que fizéssemos a mesma coisa com livros.

Achei a pilha bem válida, até porque foram poucos os livros de propaganda que eu li e gostei.

Só fico na dúvida se vale a pena abrir para qualquer tipo de livro, ou se ficamos só nos de comunicação.

Bom, como a internet 2.0 é caótica e imprevisível, vocês é que decidem.

Eu começo. Ali nos comments já coloquei alguns que eu lembro de cabeça.

25 Comentários | Categoria: Perestroika


fritzen romarcio choque em cannes

16 de junho de 2008

Tá aqui um email e um vídeo que revela muito bem quem é o Fritzen.

O subject deste post é o subject do email que recebi ontem dele. Abaixo o email, com o link do vídeo da tal notícia que ele comenta. Ele é o carinha que aparece depois, com o Rayban clássico.

“irmaum, em segunda maum, para a perestroika. em primeiro maum, foi para o propaganda e marketing…

tive a ideia e sugerir aos youngs pra gente fazer diferente, naum sei se vai rolar…

enfim..da uma olhada:

http://www.propmarktv.com.br/propmark/index.php?id=216&pagina=1&l=cannes

um beijo no coracaum, vou mandando noticias e merdas aqui de cannes.

ah! espero encontrar teu pai..

beijo de novo.”

2 Comentários | Categoria: Perestroika


Eu sou fã do Jack Black.

15 de junho de 2008

Sem querer, encontrei essa entrevista no Youtube. E como tudo - ou quase tudo - que o Jack Black faz é a fudê, resolvi postar no Blog. Meio sem preocupação de ser inteligente, meio sem objetivo mesmo. É só pela curtição.

É sobre o Kung Fu Panda, filme de animação em que ele dubla o personagem principal.

Let’s enjoy.

Na real, eu tô apostando que o Kung Fu Panda vai ser o “novo Shrek”. Tô com um cutuco que vai bombar. Aqui está a última versão do trailer, para quem ainda não viu.

E um videozinho promocional, para quem tá com a pauta frouxa e quer ver o Jack Black fazendo umas caretas.

Nenhum comentário | Categoria: Perestroika


Dança Grátis

12 de junho de 2008

Olhem que legal o que os meus amigos do Noteu* fizeram para o Dia dos Namorados.
Foram lá e fizeram.

4 Comentários | Categoria: Perestroika


Mais de 26 MILHÕES de pessoas já clicaram NESTE link. Existem vários outros com outros 10 milhões de views. Então este vídeo não é novidade pra ninguém. Acho que eu mesmo já postei no blog. Mas vale ver de novo. Ao menos eu vi e me emocionei mais uma vez. O valor do talento é foda. É raro e mexe com qualquer um. Recebi o link numa troca de emails ontem com Marcio Fritzen e por isso estou postando. Pra que não conhece: o Fritzen é redator da DM9, Young deste ano por SP -só 8 vagas-, ganhou dois Leões no ano passado e é uma das pessoas mais gente boas que a vida me apresentou. Um irmão de verdade. Pois ele vai escrever com exclusividade para o blog assim que voltar de Cannes contando tudo que viu por lá.

11 Comentários | Categoria: Perestroika


QUEBRANDO O GELIX

10 de junho de 2008

Vocês já pararam pra pensar como a gente é treinado para ser neutro e indiferente?

Acho que a gente acaba levando o conselho “Não fale com estranhos” a sério demais. Ou pelo menos, longe demais. Quando a gente tem 20 anos (ou 30) já deu tempo pra entender quem são os estranhos inofensivos e os estranhos realmente estranhos.

Por que tem tanta gente que é tão articulada na hora de brigar no trânsito por causa de uma freada mais brusca, ou uma demora um pouquinho mais longa na hora de arrancar o carro na sinaleira, mas que não consegue manter uma conversa trivial, olhando nos olhos do interlocutor, nos 20 segundos que separam o percurso do elevador entre o térreo e o sétimo andar?

E na real, a gente passa por um monte de situações de convivência com estranhos ao longo do dia, todos os dias. No elevador, na fila do banco, na sala de espera do cabelereiro, no supermercado, na espera da esteira de bagagens do aeroporto, sentado no cinema, esperando o filme começar. Exemplo é o que não falta e vocês já entenderam o que eu quero dizer.

O que eu acho estranho mesmo é que a gente opta ficar meia-hora passando as páginas de uma Veja de dois anos atrás enquanto aguarda a chamada do dermatologista ao invés de puxar um assunto com a outra pessoa que está esperando. Será que a gente prefere isso? Ou só opta por isso?

Um tempo atrás, eu decidi testar minhas capacidades de relacionamento interpessoal. Foram 3 experiências bem pontuais, e quase científicas, no sentido em que eu estava realmente querendo testar o que aconteceria se eu fosse um pouco mais despachado. Juro que a partir dessas experiências, passei a mudar alguns comportamentos no dia-a-dia.

***********
NO AVIÃO

Estava indo para SP e peguei a poltrona do meio. Muito apertado. Sentei ao lado de duas mulheres. Elas não eram bonitas nem nada. Não era o meu foco. Mas decidi que até o final da viagem a gente ia ter quebrado o gelo.

Comecei pedindo papel e caneta (o que eu realmente precisava, para anotar algumas idéias). Uma me emprestou a caneta, a outra, o papel. O papel era um bloco desses de hotel. Pronto: perguntei se ela tinha ficado naquele hotel e a partir daí comecei a puxar o assunto, se estava voltando do feriadão, onde trabalhava, em que área, etc.

Depois, vi que a outra mulher estava lendo um dicionário de inglês. Aí, eu fique lendo descaradamente o dicionário com ela, sem fingir que não estava olhando. Quando ela deu aquela olhada pro lado, eu disse: “Desculpa atrapalhar a tua leitura. Tu está viajando para o exterior?”.

Buena, fiquei sabendo da vida das duas pessoas. Uma ia pra San Diego e era dona de uma creche. Era pedagoga. A outra trabalhava na área contábil da Ambev e passava a semana toda em São José dos Campos e os finais de semana em POA. Fomos daqui a SP conversando um monte. E o legal é que a quebrada de gelo fez com que as duas mulheres começassem a conversar entre si e gerou um clima superdescontraído na nossa filinha ali.

E o melhor de tudo: eu consegui colocar os dois braços nos apoios (decansa-braços) sem nenhum constrangimento.

***********
NO SUPER

Eu estava passando na parte de limpeza e vi um casal às voltas com qual amaciante levar. Eles acabaram colocando dentro do carrinho um amaciante que eu já tinha comprado outra vez, mas que era uma porcaria, não rendia quase nada.

Eu poderia ter passado e não ter dito nada. Já tinha passado por diversas situações parecidas e nunca me meti. Cada um com seus problemas. E quase não disse nada mesmo. Mas de última hora, meio de impulso, me intrometi:

“Bá, olha só, desculpa me meter, mas eu ouvi vocês conversando. Esse amaciante blá blá blá. Indico esse aqui. Ele é mais caro, mas vai durar mais tempo e olha o cheiro (nesse momento, abri e botei no nariz da mulher)”.

O casal ficou super surpreso. Mas de um jeito bom. E começou a conversar comigo e acabou realmente trocando o amaciante.

No final, eu estava procurando um caixa para entrar, estava com poucas compras. E o casal me chamou para entrar na frente deles (não furei, não tinha ninguém atrás deles).

*******
NA REUNIÃO DE CONDOMÍNIO

Ontem teve reunião de condomínio. E eu tava com uma larica imensa. Vasculhei em casa e encontrei um ovo de Páscoa guardado. Cheguei na reunião e disse “Trouxe um docinho pra gente.”

O que posso dizer é que nunca houve uma reunião de condomínio tão simpática. Todo mundo ficou comentando a história do ovo o tempo todo. E vinham pegar e diziam “Boa idéia essa do chocolate”.

Moral da história: a partir de agora, o condomínio vai comprar uns sucos e bolachinhas ou armelins, totosinhos e afins para deixar as reuniões menos enfadonhas.

**********

Os 3 casos acima são reais. Os 3 casos foram momentos onde eu decidi deliberadamente quebrar o gelo em situações sociais geralmente adversas ou neutras. Nos 3 casos, houve um benefício, uma recompensa prática - embora não fosse o objetivo - como reação à minha simpatia.

Podem dizer o que quiserem. Mas eu, hoje, tenho certeza que isso se trata do poder da comunicação. Acredito que estranhos são apenas desconhecidos. E que geralmente, as pessoas estão a fim de interação. Ser um pouco mais solto, mais pró-ativo, mais sociável, mesmo com pessoas que a gente ainda não conhece é uma experiência bem interessante. E nos faz destravar. Perder a vergonha.

Esse é o tipo de aprendizado que vai ser bem útil quando você for fazer uma entrevista de emprego, apresentar uma idéia para o diretor de criação, negociar um feriado com o chefe, conversar com o cliente.

Por isso, desafio que cada um de vocês faça a experiência na prática. E depois comente aqui, para dizer o que achou.

11 Comentários | Categoria: Perestroika


REUNIÃO DE CONDOMÍNIO

9 de junho de 2008

Tenho uma daqui a pouco. Começa às 20:30.

E esse vai ser o tema do post que vou escrever de noite.

2 Comentários | Categoria: Perestroika


4 Comentários | Categoria: Perestroika


É de sangrar a orelha

6 de junho de 2008

Quem entendeu, entendeu.

10 Comentários | Categoria: Perestroika