Sobre música e mãos.

29 de agosto de 2008

*Por Desirée Marantes

Eu acredito ser impossível viver sem música. Algum espertinho certamente vai dizer “e os surdos, vivem como?” então já aproveito para enfatizar que música não se percebe apenas com os ouvidos, certamente todos já foram em algum show ou festa devem ter sentido aquele “baixo bombando”, o que nada mais é do que as freqüências de sub-grave atingindo o corpo humano. Então sim, música não é apenas apreciada pelos ouvidos, surdos também vivem em um universo musical e de acordo com uma das teorias mais modernas da física, a Teoria das Cordas, todos nós vivemos em um mundo regulado por freqüências.

Ok, isso foi apenas uma pequena digressão.

Ultimamente tenho reparado em uma espécie de renascimento de canções pop com arranjos mais complexos, onde o uso de harmonias complexas remete diretamente a vocais no estilo Beach Boys, bandas onde a presença de aparatos tecnológicos não é o mais importante, não sobrepujam a presença humana, ou seja, um retorno a fazer música com as mãos, e não apenas pressionando botões e samplers.

A utilização de instrumentos acústicos é bem marcante e isso faz muita diferença (ex: trompete, trombone, violino, violoncelo, gaita). Para se tocar bem (ou pelo menos de maneira que não agrida o ouvido alheio) é necessário ter certa prática e familiaridade com as ferramentas em mãos, ao contrário de recursos da música eletrônica, onde é possível ler um tutorial sobre midi e criar um disco. Dentro dessas novas bandas a mais conhecida delas chama-se Beirut, do jovem multi-instrumentista Zach Condon, e outras ainda estão engatinhando no mundo indie, mas são tão boas quanto, como Fleet Foxes, The Mumlers, Cloud Cult e Misophone.

O principal motivo de essas bandas terem me chamado atenção*, é que elas representam uma maneira de criar que privilegia a utilização da técnica sem o uso exagerado da mesma e que traz de volta a tona o elemento humano dentro da criação, o chamado “feeling”, ou seja, o poder das mãos.

Porém não basta apenas ter feeling e não dominar a técnica. E ambos dependem de inspiração para se desenvolverem. Aliás, já pararam pra pensar sobre essa palavra? Seria apenas coincidência que ela além de significar uma espécie de iluminação, também representa parte do ato de respirar?

Bom, voltando a música e as mãos. Me passa pela cabeça que talvez isso seja representativo de uma série de movimentos culturais e de consumo que buscam essa idéia do feito a mão, da exclusividade, de trabalhar com elementos diferenciados, de fazer algo que seja só seu e ao mesmo tempo universal.

Essa reflexão é uma tentativa de chamar a atenção para o quão legal e interessante (eu diria que é vital, mas tenho tentado ser uma pessoa menos radical em minhas afirmações) é reparar como influências que teoricamente não tem a ver com publicidade e nem com consumo, acabam se tornando fontes inusitadas de inspiração. Que observar o que acontece ao nosso redor, ajuda muito na hora de se dar conta de como fatores aparentemente irrelevantes fazem toda a diferença na detecção de movimentos que podem, ou não, se tornar mais fortes no futuro e influenciar o comportamento da sociedade.

E que é preciso exercer o poder de abstração em frente ao mundo das famosas referências, pois elas fazem parte de um passado que não deveria ser ruminado. Já se deram conta de que talvez não seja a toa que aquela revistinha famosa de publicitários se chame ARCHIVE? Sim, eu tento ser menos radical, mas nem sempre consigo.

Ah, segue link para se alguém quiser baixar algumas músicas das bandas que citei.

*As músicas são ótimas também.

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Desirée Marantes trabalha na Box1824, empresa parceira da Perestroika no curso Consumer Beat. A idéia é que ela contribua regularmente com o blog da Perestroika.

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Na última terça, o Beto Baibich, diretor de arte da Crispin, Porter + Bogusky, veio nos visitar aqui na Perestroika. Foi um papo longo, que deve ter durado umas 2h30. Sobre tudo: a saída dele da Taxi (agência de Toronto) para a Crispin. Como é o sistema de concepção das idéias. O ritmo de trabalho. A filosofia da criatividade. O que faz ela diferente das demais. O sistema de aprovação e execução. Tudo. Foi um dossiê completo.

A gente até documentou uma parte, para mostrar para vocês que não é trova.

Para quem não conhece, a CP+B é, hoje, a agência mais animal do mundo. Ela revolucionou o mercado porque conseguiu colocar em prática uma série de Big Ideas, com a criatividade levada ao extremo, enxergando qualquer ponto de contato com o consumidor como mídia. Nove entre dez criativos no mundo gostariam de estar na Crispin. É a grande referência desse novo momento que a propaganda está vivendo.

Foi do caralho. Uma palestra (ou melhor, uma aula particular, pois só estávamos eu e o Felipe) que muitos pagariam centenas de Reais para ouvir. (Quando eu comentei que estava saindo da DCS e que exatamente esse tempo livre me faria um redator melhor, talvez tenha soado estranho. Mas está aí um bom exemplo para ilustrar.)

O Beto ainda inaugurou o nosso mural de visitantes ilustres. A Parede Em Branco, que finalmente foi desvirginada.

No final, conversamos muito sobre a possibilidade do Beto ser um Czar da Perestroika não apenas nos EUA, mas dentro da Crispin. E, ao que tudo indica, as coisas podem acontecer mesmo. Vontade das duas partes envolvidas não falta.

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Aqui vão alguns trabalhos da CP+B. O primeiro o Beto até comenta no vídeo.

Counterfeit Mini Cooper

Whopper Freak Out

Un-pimp Your Ride, para Volkswagen.

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*Por Marco Loco Bezerra.

Acho legal falar de assuntos um pouco delicados. Hoje vou ser ainda mais provocativo que em meu último texto. Perdão, faz parte da minha personalidade cutucar em feridas já cicatrizadas. Principalmente se eu acho que ainda tem uma infecção por baixo da pele.

Eu sou gaúcho e tenho orgulho disso. Mas junto a esse meu gauchismo vive, em mesma proporção, um espírito critico. Aprendi a amar muito mais o Rio Grande do Sul por viver longe dele. E isso não é de hoje. Culpa do meu pai militar que ensinou-me algo precioso. Para estar no Rio Grande não precisa cruzar o Rio Mampituba na direção Sul. Lição que aprendi cedo, logo aos seis anos, quando fui morar fora do estado pela primeira vez. Fugi do assunto um pouco, eu sei. Ser sucinto não é uma qualidade que compartilho com meus colegas redatores.

Voltando ao tema, como falava, sou crítico. Ainda mais com as pessoas e coisas que eu amo. Como meu Estado, por exemplo. Verdade seja dita, não encontro alento, no seio do Rio Grande, em alguns aspectos que considero protecionistas e exagerados. Então aqui vai a primeira verdade: nós gaúchos não somos os melhores em tudo. Acreditem nisso. Nem tudo que vem de fora é pior ou ruim. Sim, existem cervejas melhores que Polar.

Baseado nesse pensamento tenho uma sugestão. Para mim o Salão da Propaganda não deveria ser julgado apenas por profissionais gaúchos. Por que não convidar colegas de primeira linha de outros estados?

Parece um pouco pecaminoso levantar essa bola. Eu mesmo já defendi opinião contrária. Felizmente, não cristalizo meus pontos de vista. Como sei que esse assunto provoca discussão, vou justificar-me antes de começar a levar porrada.

Em 2003, se não me falha a memória, foi a última vez que o Salão da Propaganda foi julgado por profissionais de fora do estado. A experiência, para muitos, não foi proveitosa. As principais justificativas foram relativas a quantidade de prêmios. Os caras chegaram no Sul e levantaram tanto o sarrafo que poucas peças receberam boas pontuações. A média de medalhas foi uma das mais baixas dos últimos anos. A galera não gostou, em geral. Sendo bem egoísta, admito que eu também fiquei puto. Hoje, vendo a coisa por um outro ângulo, entendo que a experiência poderia ter sido melhor, mas longe de ser descartada.

Muitas vezes um critério muito alto prejudica a avaliação. Esse foi um dos motivos do nível das questões do ITA terem baixado nos últimos anos. Ficava mais complicado de avaliar os candidatos. Não acho que esse fora o caso do Salão daquele ano. Acho que os paulistas estavam tão desconectados do mercado que não sabiam avaliar um rodapé, por exemplo. Só tinham olhos para formatos maiores e melhor acabados. Ou então não entendiam mais algumas características do nosso mercado. Esse é o motivo de ter colocado o “apenas” na minha frase de avaliação. Retomando: —- Para mim o Salão da Propaganda não deveria ser julgado “apenas” por profissionais gaúchos.

Não tenho dúvidas que seria legal, para o prêmio, convidar um nego fudido de fora, para a cadeira de presidente do júri. Imaginem o Eugênio Mohallem julgando seus títulos? Tudo bem, fui longe mas por que não a Keka Morele? Ela é uma das melhores diretoras de arte do Brasil, está em grande fase e ficaria honrada. Garanto que não é só ela que aceitaria o convite. Abrindo ainda mais o leque, não acho que deveriam ser só gaúchos os convidados. O André Laurentino é um ótimo exemplo. Ele é um publicitário completo, muito inteligente e casado com uma gaúcha. Será que seria tão difícil traze-lo?

Sou partidário do mesmo critério para o Anuário do Clube de Criação. E não falo isso para conseguir uma passagem grátis. Não me incluo numa lista de possíveis candidatos. Seguindo a mesma linha de questionamento pergunto: —-Por que os caras de Sampa não convidam um nego fudido, de fora, para avaliar o maior prêmio brasileiro? Imaginem o Erik Vervroegen como presidente do júri de print do anuário. Eu acho que só valorizaria. Se não querem chamar um gringão convidem o Ícaro Dória ou Juan Cabral. Tudo bem, o argentino seria melhor para o Salão, ia sentir-se mais em casa em Porto Alegre.

Em fim, acho que um sopro de ar renovado é fundamental. E acho ainda mais importante, essa avaliação, no nosso mercado gaúcho. Muito mais do que em São Paulo, certamente. Afinal, criadores paulistas são jurados nos prêmios mais importantes do mundo. Fato que não ocorre com os profissionais da terrinha nos prêmios nacionais. Isso deve ser falado e levado em consideração.

Então aqui fica a sugestão. Não tenho nada contra os profissionais que julgam o prêmio, atualmente. O Régis, por exemplo, foi um cara que influenciou muito meu trabalho. Jamais falaria que algum gaúcho não é capaz. A avaliação da minha sugestão deve ser observada de outra forma. Colocaria em outra categoria. Como o terapeuta de casal que, por não estar tão envolvido, pode ajudar o par a solucionar diferenças.

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Marco Loco Bezerra é diretor de arte da TBWA Berlim, um freqüente colaborador da Perestroika e, se tudo der certo, um futuro Czar na Europa.

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O Maurício Antunes, nosso ex-aluno do Criação 1, manda o link do CCCS. Uma iniciativa que pretende levantar o sarrafo da propaganda local e aumentar a qualidade criativa do trabalho feito na serra.

Fica aí o link para a galera de Caxias.

http://blogroxodocccs.blogspot.com. Ou clique aqui.

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Mire no Bronze.

25 de agosto de 2008

Essa Olimpíada, e toda a repercussão do Blog Bronze Brasil, me estimulou a falar de uma coisa muito séria. São essas frases prontas, bastante usadas em palestras motivacionais e discursos de formatura.

“O céu é o limite”. “Você é do tamanho do seu sonho”. “Querer é poder”.

Querer é poder? Porque eu quero ficar tão bonitão quando o Brad Pitt. Para isso, eu precisaria malhar para caralho, fazer uma cirurgia plástica na cara. E, provalmente, nascer de novo.

O que eu quero dizer é que: não adianta você ter metas ilusórias. As metas na sua vida têm que ser reais e condizentes com a energia que você pretende gastar nelas.

Não fique sonhando acordado. “Quando eu for milionário”. “Quando a minha banda estourar.” Não pense assim, a não ser que você realmente acredite que isso vá acontecer. E só acredite nisso se você realmente estiver trabalhando para isso. De outra forma, você está vivendo um Conto de Fadas.

Planos são fantásticos. Planos são fundamentais para você atingir aquilo que quer. Mas planos só têm sentido se você estipula prazos e condições reais, dentro das limitações que o mundo impõe.

É mais ou menos o caso do esporte brasileiro. Eu fico imaginando como deve ser frustrante para a maioria dos nossos atletas, que sofrem toda essa pressão pelo Ouro. Quando, na verdade, o Ouro deles é o Bronze. Porque tirando algumas raríssimas exceções, o máximo que eles podem alcançar, dentro das condições que o nosso esporte proporciona, é o Bronze.

Esse é o meu conselho. Não mire o Ouro. Mire o Bronze.

Não tente dar um pulo para alcançar o último degrau da escada. Vá aos pouquinhos, baby steps, comendo o mingau pelas beiradas. Suba um por um. É muito mais fácil.

E não tenha vergonha de admitir as suas limitações. Subir uma escada com mil degraus pode ser moleza para um cara bem condicionado. Mas inviável para alguém que está acima do peso.

Se no meio do caminho você sentir que não dá mais, relaxe. O importante é saber qual é o seu teto. É fazer o seu melhor. Pense que, se você fizer o seu melhor, pouco importa a comparação com os outros. Pouco importa se você foi primeiro ou último. Você fez o seu melhor, não fez?

E se as circunstâncias da vida fizerem com que o seu teto seja o Bronze, beleza. Seja pelas decisões que você tomou, seja pelas que você não tomou. A vida é assim mesmo. Não sofra. Não se sinta culpado.

Não pense que você pode comer a Gisele Bündchen. Isso nunca vai acontecer, a não ser que você tenha um planejamento real. É mais fácil imaginar que você vai comer a mina mais gostosa da sua faculdade. Ou até, a mais gostosa da sua turma.

Se um dia você pegar a Luana Piovani, então é justo que você comece a pensar na Gisele Bündchen. Antes disso, você está só se enganando.

Mire no Bronze. E se você conseguir o Bronze, aí sim, tente um lugar mais alto no pódio.

***

Eu acho foda quando usam a exceção como regra. O nome da vez - e não poderia ser outro - é o Michael Phelps.

“Se o Phelps conseguiu atingir o objetivo dele, por que eu não posso atingir os meus?”.

Claro que pode. Desde que eles sejam plausíveis.

O Michael Phelps estipulou, antes de Pequim, um plano para bater o recorde de medalhas olímpicas. O máximo que um atleta pode alcançar. Sabe o que ele fez para chegar nesse nível? Exatamente o máximo que um atleta pode fazer. Segundo uma reportagem que eu vi na ESPN, ele trabalhou todos os 365 dias do ano, em dois turnos (às vezes, três), não fugiu de uma rigorosa dieta (de altíssimo valor energético), não fez festa, não dormiu tarde, não fez porra nenhuma.

Por isso que estava lá, falando na entrevista coletiva, enquanto o Márcio entrava de furão. (Se você não sabe do que eu estou falando, clique aqui.)

Quantos estão dispostos a pagar esse preço? Poucos. Talvez ninguém, além dele.

Se você é um atleta, não adianta pensar que “um dia eu serei o maior medalhista da história”. Bullshit. Mire o Bronze. Depois de ganhar o Bronze, talvez você possa alçar vôos mais altos.

Quando aqui na Perestroika a gente diz que vai dominar o mundo, tem um lado que é brincadeira. Mas também tem um lado sério. Mas que só é sério porque nós estamos nos dedicando pra caralho para atingir o que queremos.

E não pensem que o nosso plano não tem etapas. E não pensem que o nosso plano não tem limites.

Eu só não descobri exatamente quais são.

É que, depois que o Felipe inventou um anão de cueca dentro da sala de aula, ficou foda.

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As grandes marcas não podem mais descuidar do que os usuários estão fazendo. Elas têm que monitorar 24h blogs, MySpaces, Orkuts, Facebooks, para ver onde agir e como agir.

Tá, eu sei. Esse é um papo velho.

O problema é que existia a idéia de que essas coisas rolavam apenas nos bastidores. “Hum, eles entram nas comunidades do Orkut, vêem o que estamos falando e mudam os seus produtos”. “Hum, eles vão lá nos blogs e deletam os comentários que falam mal das suas marcas”. Uma coisa meio FBI. Ou, já que estamos falando de Perestroika: uma coisa meio KGB.

Agora, está cada vez mais fácil perceber como as empresas vão agir. Estão rolando ações colaborativas mesmo. As grandes marcas fazem parte da Blogosfera como se fossem mais um internauta.

Não é mais aquele discurso de cima para baixo. É de igual para igual.

Veja esse vídeo, que tem mais de 320 mil views. Ele dá uma dica (talvez conseqüência de um bug) do jogo do Tiger Woods, da EA Sports.

Em seguida, veio esse vídeo response da empresa.

Não é do caralho ver que o conteúdo gerado pela consumidor REALMENTE influencia a comunicação das maiores empresas do mundo?

Ah, e não sei se vocês perceberam. Mas o vídeo response tem o triplo de views que o original.

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Sempre rola uma puta curiosidade em cima dos nossos salários (no meu último dia de DCS, o Rech aproveitou que eu tava meio bebum e tentou descobrir, fazendo umas perguntas malandrinhas, mas não sei se rolou).

O fato é que salário é um tema que gera todo tipo de sentimento: raiva pelos que ganham bem demais, pena pelos que ganham mal, inveja pelos que ganham muito fazendo pouco. E por aí vai.

Essa foi a inspiração para esse post. Que, pelo visto, serviu de inspiração para muita gente.

Clique aqui.

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Rodrigo na Africa.

21 de agosto de 2008

Todo mundo sabe que o Rodrigo Pinto foi um dos caras mais influentes na minha formação como redator. Há pouco, ele foi pra Africa, atender Itaú. Vejam quem faz as vezes de host para o cara.

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Drops - Indicados Turma 3.

21 de agosto de 2008

Quando a gente diz que se esforça para mudar a vida dos alunos, não é brincadeira.

Uma grande prova disso é o Diego Vieira, que está indo para a Escala trabalhar com o Jacques Fernandes, Young Creative de 2006. Definitivamente, um puta diretor de arte. Definitivamente, uma puta oportunidade para o nosso Indicado.

Parabéns, Diego. O plano deu certo, né?

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Momento olímpico

20 de agosto de 2008

Fui um dos privilegiados que estavam presentes no momento que já está marcado na história do esporte mundial: a conquista da 8a medalha de ouro do americano Michael Phelps. Não sei como a mídia do Brasil tratou o fato. Mas Beijing 2008 já tem o seu principal personagem e herói.

Como vocês podem ver no video, este dia também ficará marcado na minha vida. Não ganhei uma medalha. Longe disso. Mas consegui um material muito legal pra mostrar pra vocês na minha volta. E isso pra mim já vale ouro. Ou melhor, bronze, né, Felipe?!

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