Design hoje é ferramenta. (Decepcionado?) Uma indispensável, glamourosa, versátil ferramenta. Queremos ensinar você a usar essa ferramenta com sensibilidade, inteligência, critério e eficácia.
Só que não adianta sabermos usar a ferramenta se não soubermos o que queremos construir com ela. Esse “penso” se chama branding. Construção, gestão, manifestação da personalidade de marca. E isso se faz através de planejamento, estratégia e design.
Design sem branding pode ser lindíssimo e irrelevante.
Branding sem design pode ser muito consistente e não chegar ao coração. E é o coração, cada vez mais, que determina o comportamento das pessoas. O que escolhem, usam, compram, descartam, se apegam, rejeitam.
As experiências. A relação verdadeira que se dá entre as marcas e a vida das pessoas. É nessa arena de emoções que o design costura as vivências, as expectativas, as identificações.
Nosso desafio aqui é provocar vocês a combinar maestria no uso da ferramenta e inteligência na determinação do quê projetar. Criem relevância no que fizerem. Transformem o mundo através do design - somos nós os agentes capazes de mexer com os hábitos e as percepções das pessoas através das marcas com as quais trabalhamos. Nossa maneira de pensar e resolver os problemas nos qualifica para a missão. Na verdade, nos compromete com ela.
Acessem os links da Wolff Olins e da Bantjes. Vocês foram apresentados a eles na última aula de Design.
E welcome to the Matrix.
5 Comentários
23 de setembro de 2008 às 17:43
interessante.. cada vez mais interessante esse nogócio de branding tem sido para mim, até então um mero diretor de arte.


16 de setembro de 2008 às 14:50
Além de estética e função, design é processo! Ele ultrapassa a superficialidade de uma ferramenta. Design é filosófico, subjetivo, estratégico. Design é muito louco!!!