Design hoje é ferramenta. (Decepcionado?) Uma indispensável, glamourosa, versátil ferramenta. Queremos ensinar você a usar essa ferramenta com sensibilidade, inteligência, critério e eficácia.
Só que não adianta sabermos usar a ferramenta se não soubermos o que queremos construir com ela. Esse “penso” se chama branding. Construção, gestão, manifestação da personalidade de marca. E isso se faz através de planejamento, estratégia e design.

Design sem branding pode ser lindíssimo e irrelevante.

Branding sem design pode ser muito consistente e não chegar ao coração. E é o coração, cada vez mais, que determina o comportamento das pessoas. O que escolhem, usam, compram, descartam, se apegam, rejeitam.

As experiências. A relação verdadeira que se dá entre as marcas e a vida das pessoas. É nessa arena de emoções que o design costura as vivências, as expectativas, as identificações.

Nosso desafio aqui é provocar vocês a combinar maestria no uso da ferramenta e inteligência na determinação do quê projetar. Criem relevância no que fizerem. Transformem o mundo através do design - somos nós os agentes capazes de mexer com os hábitos e as percepções das pessoas através das marcas com as quais trabalhamos. Nossa maneira de pensar e resolver os problemas nos qualifica para a missão. Na verdade, nos compromete com ela.

Acessem os links da Wolff Olins e da Bantjes. Vocês foram apresentados a eles na última aula de Design.

E welcome to the Matrix.

Postado em 16 de setembro de 2008 às 10:23
Arquivado na categoria: Design, Perestroika
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5 Comentários

Beto B.

Além de estética e função, design é processo! Ele ultrapassa a superficialidade de uma ferramenta. Design é filosófico, subjetivo, estratégico. Design é muito louco!!!

Mari C.

Design é lindo!

pedro trg.

quanta bobagem…

Maurício

interessante.. cada vez mais interessante esse nogócio de branding tem sido para mim, até então um mero diretor de arte.

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