Até dia 5.

30 de dezembro de 2008

Como vocês viram, o Blog da Perestroika anda meio paradão. É o recesso de final de ano. Nós nos demos um feriado prolongado, que começou dia 19 e vai até 5 de janeiro. Até lá, a gente não responde nem e-mail.

Fica aí nossa mensagem de final de ano para toda a Comunidade Perestroika: nossos ex, atuais e futuros alunos. Aproveitem bem o Reveillon, comam, bebam e peguem geral na praia. Ano que vem a gente se cruza de novo.

Camaradas Perestroika.

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Nadando com as focas

24 de dezembro de 2008

Visitei uma ilha, bem pequena, mas onde vivem 70.000. Isso mesmo SETENTA MIL focas.
Essa parte da viagem era mais para baixo no mapa, bem mais embaixo que a ilha marcada com a seta.
As focas são o máximo. É muito bacana estar bem pertinho desses animais.
O legal é que não eram focas de Zoo. Ali é onde elas vivem mesmo. Tinham até umas feridas com mordida de tubarão.
É nessa hora que a gente pára e pensa: o mundo é muito maior que os problemas do dia-a-dia.
E aí tu te dá conta que a gente é uma parte bem pequena de um universo gigante que dá vontade de conhecer inteiro.

focas
Clique para ver o vídeo

Lá no fundo do vídeo, onde parecem pedras, são milhares de focas.
Amanhã eu volto com outro post.
Feliz Natal. Tudo de bom para todos vocês e para Comunidade Perestroika.

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Caminhando com os leões

23 de dezembro de 2008

Foi uma experiência inesquecível.
O bicho é impressionante. E ficar tão pertinho é realmente uma sensação que nunca vou esquecer.

Realmente, a vida é a melhor referência.

Olha só o tamanho da patinha do bichinho. ;-P

Amanhã, mais novidades.

Abração

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Voltei para o Blog

22 de dezembro de 2008

Estava com saudade de escrever para vocês.
Passei um tempinho sem dar notícias aqui no blog, mas agora voltei com tudo.
Vou tentar me controlar e não escrever tudo de uma só vez.

Lembram quando a gente fala, e não se cansa de falar, que a vida é a melhor referência?
Pois é, aqui vai uma pista sobre o assunto dos próximos posts.

mapa

Abração, rafa

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Férias!

19 de dezembro de 2008

Faz mais ou menos 1 mês que estou nervoso por causa das minhas férias que começam amanhã. Fazem 10 anos que estou esperando por essas férias e elas finalmente chegaram. Férias de um mês. Mais de um mês: férias de 35 dias. Praticamente uma aposentadoria.

Essas férias representam um retorno ao conceito que representa o arquétipo da palavra FÉRIAS na minha cabeça.

Explico: durante muito tempo da minha vida, férias era um período bem longo. Eram 3 meses de sol, calor e muito picolé. Uma sensação maravilhosa de não ter absolutamente nenhum compromisso. Claro, os compromissos naquele tempo era bem mais light. Praticamente era só ir a aula. E só de manhã. Mas ainda assim, era muito bom aquele período todo sem tema de casa, poder ficar acordado até mais tarde, praia com a família. A maioria das férias desse época, eu gastava em Recife, pois minha família é de lá. Então eu ficava uns bons 45 dias por lá. Praticamente me tornava local, pois não se tratava de turismo. Eu ficava morando em Recife, num prédio residencial, de uma zona residencial. Ficava amigo das crianças do prédio.

E eu me lembro que chegava uma hora que eu até enjoava de tanto descanso. Chegava uma hora que eu já tava louco para voltar para Porto Alegre, para voltar pro colégio, rever os colegas. Adorava a função de ir comprar o material escolar e todos os planos que eu fazia de como eu ia ser um cara diferente e muito mais legal naquele ano.

Depois disso, a partir dos 15 anos, as férias mudaram. Viraram mais um tipo de turismo sexual. Claro que ainda demorou um tempo para efetivamente comer alguém. Mas o fato é que esse era o objetivo de todas as férias que eu tirava: pegar mulher e fazer festa. Foi assim em Capão Novo. Foi assim, no Carnaval em Olinda dois anos consecutivos. Foi assim na ronda que eu fiz com alguns amigos meus por todo o Nordeste.

Foi assim em todo o período de “Férias Universitárias”: Canasvieiras, Ilha do Mel, Ponta das Canas, Barra da Lagoa, onde colecionei histórias para contar com meus amigos Leo, Fabiano, Augusto e Sal. Teve uma noite, a noite que eu conheci a minha primeira namorada, onde eu praticamente entre num Filme do Porky’s. Isso dá outro post. Talvez um blog inteiro.

Foi assim na noite trash que eu fiz em Tihuana. Puta, festa número 1 no portfolio. Descobri a “freak dance” americana, que basicamente consiste em se esfregar freneticamente, praticamente transando, só que de roupa. Bá, que coisa afudê que foi aquela noite.

Depois, entrou numa outra fase: as férias culturais. É mais ou menos aquela parte onde a gente já tá juntando mais grana do trabalho e decide ir para lugares mais longes: Califórnia (2 vezes), Canadá, Chile, Nordeste (com a mulher) e agora recentemente Orlando.

É um tipo de férias muito afudê, porque viajar é sempre muito bom. Mas nesse tipo de viagem a real é que tu nunca descansa muito. Porque tem muita coisa para ver, conhecer, tirar fotos. Muitos lugares para ir comprar. Tem a parte da programação que não é tu que escolher, principalmente as que envolvem tirar fotos e comprar. É sempre muita atividade. É delicioso, abre a cabeça. Mas cansa o corpo.

Agora, vou ficar 35 dias em Lagoinha, em Floripa. Fazendo absolutamente NADA.

Não quero programação. Não quero fotos. Não quero mulheres. Não quero cigarro. Não quero tomar um trago. Não quero me exibir. Não, espera um pouco, quero sim.

Eu quero só chimarrão. Vitamina de banana. Comprar 5 picolés na praia. Limonada. Dar uma dormidinha. Assistir Vale a Pena Ver de Novo. Dar mais uma dormidinha. Dormir mais um pouquinho. Dormir na rede. Dormir na praia. Dormir no sofá. Jogar Sudoku. Sem compromissos, sem strees.

Umas férias bem família: ficar com minha mulher, brincar com a minha filha, aparar o jardim do meu sogro, comer o almoço da minha sogra. Pode parecer sem graça para você. Mas é exatamente isso que eu quero. É exatamente isso que eu preciso: ter como principal compromisso do dia assistir a Sessão da Tarde. E tomara que reprisem o Porky’s.

Nesse momento, não quero ser o ator principal. Só quero ver na televisão.

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AI: Novo curso Perestroika

17 de dezembro de 2008

A Perestroika está lançando um novo curso: Arquitetura da Informação.

Aí, você vai nos perguntar “Afinal de contas, o que é Arquitetura da Informação?”. Eu não faço a menor a idéia. É por isso mesmo que esse curso só está acontecendo graças à iniciativa e parceria do Renato Rosa.

O Renatinho, como é conhecido por aqui, é um cara muito foda. Ele foi nada mais nada menos que o arquiteto de informação do G1, portal de notícias da Globo. Te mete. Além de ser um dos professores do Mash Up: Criação+Internet, ele é também Gerente de Internet da Box e, claro, gestor da RR/Design de Experiência, empresa da qual é sócio e para qual empresta as iniciais.

Para entender o que é AI, vale a pena uma lida no texto que abre a página do curso:

“Manipulamos milhares de informações em nossas vidas diariamente. Na internet, a organização dessas informações pode transformá-las em conhecimento. Fazer com que alguém encontre o que procura, em um ambiente interativo é, muitas vezes, a diferença entre vender ou não. É a diferença entre conhecimento e simples informação.

A ciência de classificar essas informações, organizá-las, nomeá-las e promover o acesso fácil a todo esse conhecimento é chamado de Arquitetura de Informação. Nesse curso, você aprenderá mais que isso. Com foco em usabilidade e user experience, esse curso foi estruturado para você saber mais do que arquitetura de informação, mas como pode projetar soluções cognitivamente adequadas ao cliente do seu website.”

Esse é mais um curso emblemático para nós. Durante algum tempo, e até hoje, muita gente tem percebido a Perestroika como um curso de criação. A gente entende o porquê desta percepção, mas sabemos que criação é apenas uma das pontas desse negócio. A gente quer ser mais que isso. A gente já é, na verdade, mais que isso. E com cursos como o AI e o de Pôquer Profissional (a ser lançado em breve), vai ficar mais fácil para que todos possam também perceber isso.

Para saber mais sobre o curso é só clicar aqui.
Para saber mais sobre AI, é só ver o vídeo abaixo.
Para saber mais sobre mim, é só se inscrever no curso, porque eu certamente serei seu colega.

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Uma das melhores coisas do verão é a programação de férias da Rede Globo (claro que a melhor coisa do verão é tirar férias). Acho, sinceramente, Lost melhor que o atual Jô Soares, por exemplo.

E, neste embalo, para felicidade da imensa maioria do nosso país, vem aí o BIG BROTHER BRASIL. Estréia dia 13 de janeiro. Na Perestroika vamos fazer contagem regressiva, já que nós 4 somos fãs.

E ainda bem que gostamos. Porque mesmo quem não gosta, e trabalha com comunicação, tem obrigação de ver. É isso que vai ser assunto no outro dia nos bares e escolas. Próximo à máquina de café, no trabalho. É, também, de onde sairá a próxima grande celebridade do Brasil. Seja por um mês, como o Alemão e o Jean, ou das que vieram pra ficar, como a Grazi e até a Sabrina.

Além disso, imaginar a condução da história é incrível. É criatividade pura ter que ficar pensando, em real time, maneiras de conduzir a história de pessoas reais para aumentar audiência, criar climas, namoros, brigas, etc.

Enfim, pelo bem ou pelo mal, vem aí o BBB. Já estou ansioso.

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GUITAR HERO

11 de dezembro de 2008

A gente aqui na Perestroika se viciou no Guitar Hero. Todo final do dia é hora de uma jogadinha. Fora hoje, que a pauta tá mais leve e a gente tá esmirilhando.

Claro que o fato da gente jogar com um telão de cinema e com sistema de som em toda a sala numa guitarrinha wireless ajuda. Mas na minha opinião, trata-se do videogame mais afudê jamais inventando.

Explico o porquê:

1. O negócio dá puta noção de ritmo. Eu que já toquei antes, posso dizer que é muito similar a tocar de verdade. Claro, a mão esquerda tem só 5 botões ao invés de 20 casas e 6 cordas e todas as possibilidades que isso permite. Mas a mão da palhetada é bem similar. Para uma criança, seria superbom começar a jogar Guitar Hero para depois aprender violão ou guitarra. A noçnão de ritmo viria com certeza.

2. Dá para jogar com os olhos. Só de ver o outro cara jogar, a gente meio que acompanha as bolinhas coloridas mentalmente e meio que vai fazendo um AIR GUITAR HERO.

3. Além disso, não é chato ficar vendo. Ao contrário de todos os outros jogos que eu já vi, eu não fico torcendo para o cara se fuder logo para eu poder jogar. Eu fico torcendo pro cara ir bem. O cara, no caso, é o Tiago.

4. Muito provavelmente tudo isso acontece porque durante o jogo tu fica ouvindo um som bom. As música são rock. Além de poder tocar e ouvir vários clássicos, acabei conhecendo um monte de música afudê que eu não conhecia e certamente deveria conhecer, tipo MISSISSIPI QUEEN.

5. O jogo tem uma grande função social que é a de educação musical para as novas gerações.

6. Os gráficos. Apesar de algumas coisas incrivelmente toscas, como a platéia, me impressiono que os guitarristas fazem os movimentos direitinho, indo para o local certo da guitarra.

7. O mais importante de tudo: finalmente estou conseguindo fazer solos, grande frustração da minha carreira de guitarra base.

Tá certo que minha última experiência íntima e freqüente com videogames foi o MEGA DRIVE. Então, os mais aficcionadinhos certamente vão poder elencar centenas de jogos que acham afudê. O Tiago é um cara que curte muito videogame, conhece vários, jogou vários. E essa experiência dele faz diferença na hora de jogar o Guitar Hero.

Ao mesmo tempo, não é à toa que o GH se tornou o fenômeno de cultura popular que virou. Muitos vídeos no YouTube. Gerou até o Bike Hero, que não é o jogo, mas se tornou um viral bem grande e conhecido. Muitas bandas usando o jogo como plataforma de lançamento de singles e álbuns.

Para mim, o impacto foi forte. Comprei o PlayStation 2 só para jogar o GH, apesar de o vendedor da loja dizer que era meio idiota comprar uma plataforma para jogar um só jogo. Eu estou megafeliz, com minha bandinha de mentira fazendo sucesso, ganhando do Slash e mandando ver nos solos do ZZ TOP. Só que, claro, ainda não comi nenhuma groupie.

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UP DATE EM 12.12.08
Estão lançando cada vez mais novidades no Guitar Hero. A dica foi do Bruno Pommer.

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A Bathing Ape - BAPE

9 de dezembro de 2008

Assinamos aqui na Azaléia o WGSN, uma ferramenta de pesquisa de tendências bem bacana. Na real é um site onde, todos os dias, “caçadores de tendências”, nos mais variados lugares do mundo, abastecem com informações e fotos. Custa uma boa grana e as maiores empresas de moda e comportamento do mundo tem a assinatura que permite um número restrito de senhas para profissionais da empresa.

Na semana passada tivemos uma palestra do cara de tendências deles falando sobre o comportamento de diversos tipos de público no mundo. Claro que existe uma distorção: o comportamento do consumidor no Brasil é muito diferente do encontrado em outros lugares do mundo, quando falamos de classes menos favorecidas, imensa maioria do nosso país - infelizmente. Mas a informação é bacana e vale dividir com vcs.

Uma das coisas comentadas sobre o momento e futuro fala da originalidade e legitimidade das marcas para lançar determinado tipo de produto. E isso é uma tendência forte no streetwear. Mesmo gigantes e cultuados como Nike vão perder espaço para marcas menores, nichadas. Se eu tivesse que resumir, diria: não basta parecer do grupo. Tem que ser do grupo.

É a tecla que mais bato em aula talvez, quando falo que precisamos encontrar uma VERDADE na marca para comunicar. Se não for verdadeiro, não adianta ser criativo. Se valeu um Leão, foi bom para o redator, diretor de arte, diretor de criação e pra agência. Não para a marca.

Foi quando me lembrei da marca que é o título do post em questão. Como olhar para os pés das pessoas virou quase um fetiche meu, em função da profissão, fiquei chocado no Japão e louco pra descobrir que porra de marca era aquela usada entre 8 de 10 japoneses que tinham visual bacana.

Era a “A Bathing Ape”, ou BAPE para os mais chegados. Marca fundada em 1993 pelo japonês Tomoaki “Nigo” Nagao, e que tomou conta da cena streetwear nipônica há alguns anos e agora invade com força Europa e USA.

O lance incrível é que que eles tem apenas dois modelos de tênis. E fazem, a partir deles, a mais variada e maluca combinação de cores possíveis. As lojas são bárbaras e com o tempo geraram filhotes igualmente bacanas. Vale a pena ir no Google e procurar BAPE, BAPE Store, Foot Soldier, Bape Exclusive store (que fica em Aoyama, Tokyo) pra conferir o universo que os caras criaram. Além das lojas e roupas, a BAPE hoje tem BABE CUTS, um salão de cabelo, BAPE Café & Gallery e a Bape Sounds records. Sim, um selo de música. (Por sinal: procure pelo cantor WISE. Mesmo sendo um hip hop japonês você vai bater pé certo.) Se você ainda não cansou de procurar, vá atrás tb da linha feminina chamada APEE e a BAPY, linha feminina mais “fina”.

Além de Tokio, Hong Kong, Londres, Nova York, Taipei e Los Angeles já tem lojas da marca. E porque tá bombando tanto? Deve ser por isso. A marca “É” streetwear. Tem na história do fundador uma carga pesada de influências de pessoas, fatos e histórias de legitimam a marca para o público influenciador. Se reconhece, na marca, isso. E o consumidor vira um adorador. Cansei de ver neguinho uniformizado de BAPE, com bermudão jeans, tênis, boné e camiseta da marca nas ruas mais charmosas e bacanas de Tokio.

Quem quer estudar mais, vai na Wikipedia. Tem um histórico bem legal de influências e links pra outras histórias tb bacanas relacionados ao assunto.

E já que falei de WGSN, a empresa está completando 10 anos e abriu uma sessão do site para visitação até o final do ano. Imperdível. Eles listam diversos 10 itens de diversas áreas que fazem, fizeram ou farão a diferença. www.wgsn.com/10

Algumas fotos que tirei na BAPE. Have fun.

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Whopper Virgins.

8 de dezembro de 2008

Recém estreiou o documentário “Whopper Virgins”, criado pelo Burger King. Ele faz uma comparação entre os dois sanduíches mais fomosos do mundo: o Whopper e o Big Mac.

Até aí, nada novo.

A grande subversão é que todos as pessoas que participam do teste nunca tiveram contato com um hambúrguer ou com qualquer peça de comunicação das duas marcas. São absolutamente neutros com relação ao sabor e as imagens das duas companhias.

Em outras palavras: virgens.

O documentário é exclusivo para a internet. E isso é algo que reforça uma discussão que eu, o Felipe, o Leo e o Quinan tivemos esses dias.

As idéias da internet estão acima das tecnologias.

Algumas grandes marcas realmente já entenderam isso. Já entenderam o papel da web e tiram dela o máximo. Elas respeitam a internet e as suas peculiaridades. Criam idéias inteligentes que, aos poucos, vão se demonstrando muito mais poderosas que qualquer movimento off-line.

(Se o vídeo abaixo não rodar, clique aqui.)

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