Viver a marca

30 de abril de 2009

Cada dia que entra uma campanha nova pra criar dou mais importância para “viver a marca”.
Isso vale para tudo, mas trabalhando para Olympikus isso faz muita diferença.
Como alguém que não pratica esportes vai entender o que a marca quer dizer? O sentimento que ela quer passar? Ou até para onde ela quer ir?
Hoje de manhã fui na academia correr, não corri muito, apenas 35 minutos.
Fez bem para minha saúde, mas também fez muito bem para o meu trabalho.
O job saiu da minha mesa e foi para minha vida. Eu estou VIVENDO A MARCA.
E correr hoje de manhã fez toda a diferença. Não só a minha cabeça está em Olympikus, o meu corpo inteiro está em Olympikus. Tenho certeza que isso irá fazer diferença durante o dia.
Viver na pele o esporte faz toda a diferença para criar e pensar a marca. Não adianta ficar sentado na frente do computador e esperar que as idéias apareçam. Algumas vezes ela até vai aparecer, mas a chance de aparecerem idéias com a VERDADE DA MARCA é muito maior se a gente estiver vivendo a marca.
Espero que não caia um job na minha mesa sobre cigarro.

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Bookmaker Zero Hora

29 de abril de 2009

Dez anos da Balalaika, eu e o Leo Prestes, mais o Fabiano Goldoni, o Augusto Mattos e o Sal (hoje Professor Flávio Meurer) tinhamos um fanzine chamado NOVENTAECINCOBARRAUM.

As histórias do zine dariam uma série de posts, mas quem quiser pode conferir o nosso antigo site, desenvolvido na época em que os sites eram construídos com cola, papel e tijolo.

A última edição do extinto 95/1 era uma edição especial, sobre o final do milênio. Ou seja, foi feito em 99, para vocês verem como é velho. Teve duas seções chamadas “Previsões para o ano 2000″ e “Previsões para o próximo milênio”.

Uma dessas previsões ditava que “Quando o frio chegar ao sul, a Globo vai mostrar uma torneira com água congelada em São Joaquim e um velho de poncho com um cachorro preto atrás, em Bom Jesus”. Foi muito legal quando uns 5 meses depois do lançamento da edição especial “Final do Milênio”, saiu na capa da Zero Hora um gaúcho de poncho com um cachorro preto atrás. Não dá para dizer que foi uma surpresa. Mas foi muito legal.

Na época, eu scaneei a capa e mandei um monte de e-mails com o título “NCBU faz, NCBU mostra”. Mas isso foi muito tempo antes de blogs e twitters. Na época onde a gente se emocionava porque já dava para gravar os arquivos de arte final de Corel Draw em ZIP drives, e não mais em disquetes. Ou seja, não tenho mais os arquivos.

Buena, tudo isso é para dizer que o inverno está chegando de novo ao estado. E com ele, a Gripe Suína, a Febre Amarela, o Grêmio nas oitavas de final da Libertadores, as oitavas de final da Copa do Brasil e o Dia das Mães.

Então a proposta é a seguinte: vamos fazer um bookmaker para ver quem acerta primeiro a manchete da Zero Hora do próximo mês. Você tem até o dia 08 de maio (uma semana) para deixar nos comments desse post os seus palpites de alguma machete que sairá em breve na capa da Zero Hora. O autor do primeiro palpite que estampar a capa da ZH vai ganhar entrada com bar liberado para 3 happy-hours da Perestroika.

O resultado será julgado e avaliado pela Perestroika e será por aproximação. Não precisa necessariamente ficar 100% igual ao do jornal. Bem parecido está ótimo. Seguem alguns palpites da gente:

“Febre Amarela chega ao estado.”

“Febre Suína chega ao estado.”

“Gaúcho que mora no México fala sobre Febre Suína.”

“Dilma desiste.”

“O primo gaúcho de Susan Boyle.”

“O primo gaúcho de Kgalema Motlahnte.”

“Frio chega ao estado.”

“Mínima chega a -5ºC na Serra.”

“O Grenal da paz.” (com a foto de um gremista e um colorado se abraçando)

Agora é a sua vez.
Participe dessa superpromoção.
Seja feliz.

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Esquizofrenia da Marca

28 de abril de 2009

Numa das aulas para a galera de criação digo que todas as marcas tem sua personalidade: as suas verdades e caminhos legítimos. Nosso trabalho é contar isso para o consumidor de maneira que chame sua atenção, sempre que preciso, em todos os meios de contato que tivermos com ele.

Assim como no ser humano, toda marca/empresa também tem uma personalidade. Ninguém CRIA OU ENCONTRA isso. O que fazemos é passar a conhecer. Ficamos íntimos da marca e passamos a saber mais sobre ela. Tudo simplifica.

É como comprar um presente bacana: se você conhece a pessoa tem muito mais chances de dar algo legítimo, que combine com ela, do que se conhece pouco.

Entender bem a empresa, a marca, o mix de produtos, as pessoas que trabalham e cada papel, a cadeia do negócio e o consumidor, é fundamental para qualquer um que queira fazer um bom trabalho. Só assim se consegue somar os talentos na hora do processo e chegar a excelência no trabalho que for desenvolvido.

Porque uma marca se transforma, evoluí, claro, mas não pode mudar de direção a cada campanha, ou ação. Ou estação. Ou pela crise. Em razão da tendência, do humor do diretor de marketing ou a ansia da agência nova de mudar, simplesmente porque precisa colocar a sua cara no trabalho.

Isso é a Esquizofrenia das Marcas. Falei isso em aula, os alunos riram e eu gostei do termo. Explicou tão bem o que quero dizer que falei de novo na reunião estratégica de Olympikus que fizemos na semana passada pra definir alguns caminhos e rumos para a marca. Os discursos PRECISAM NECESSARIAMENTE SE SOMAR.

Este é, talvez, o pecado mais cometido pelos anunciantes brasileiros hoje, parem para pensar.

E como se fala pouco disso.

Sem verdades, a comunicação fica vazia. Fútil, boba, ingênua. O investimento do passado ou atual não soma pro futuro. Acaba ali. Não rende. ZERO. É pior, até, que essa nova taxa da Poupança, que o Lula anda falando.

Por mais que seja compratilhada, a responsabilidade, em última instância, é do anunciante. É quem brifa e quem aprova. É ele que precisa ter a noção do todo, e enxergar, a partir de tudo que é feito na empresa, a personalidade da marca na parte do trabalho que é feito pela(s) agência(s), que é a ponta do iceberg. A parte mais visível. A imagem da empresa na rua, seja na TV, numa convenção, no PDV, na promoção ou na megadoidaultrahypada ação de internet.

Construção de marca é algo que se faz tijolo por tijolo. Ano após ano, a cada vez que se conversa, de alguma forma, com qualquer um que se relacione com ela.

É por isso que a Coca-Cola é o que é. Anos realizando ações de acordo com a sua personalidade. A Apple: Think Different “só” é um conceito genial porque traduz perfeitamente a proposta da marca/empresa. Imagine só: “Microsoft. Think Different”. Não, né?!

Não adianta buscar a verdade no consumidor apenas, para encontrar algo pra comunicar. Isso, de maneira profunda, já deveria ter sido feito para a concepção do negócio, da empresa ou do produto. Mas é macro. Se não houver legitimidade, é falso. É um blablabla.

Toda marca e todo produto tem uma história. E é disso que o consumidor -pessoas- precisam. O mundo está carente de legitimidade. De um pouco mais de verdade nas relações. Basta criar o melhor jeito de contar essas histórias. As marcas que entregam isso tem mais chances de ter, em troca, a tão sonhada fidelidade do consumidor.

E este é o grande tesão.

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Blogueiros vs. Advogados.

23 de abril de 2009

Olhem que legal a dica do Sperb.

Saiu no Wall Steet Journal (clique aqui para ler) um artigo falando sobre a nova profissão (nem tão nova assim) de blogueiro.

“Hoje, na América, há quase tantas pessoas vivendo como blogueiros quanto como advogados.”

• Existem 20 milhões de blogueiros americanos
• 2 milhões são pagos para escreverem em blogs
• 452 mil usam os blogs como fonte de renda principal”

O blog é uma ferramenta maravilhosa em vários aspectos. Mas tem uma que me encanta mais, que é: a capacidade de transformar qualquer pessoa num empreendedor.

Claro que não basta só um computador e uma boa ideia. É preciso transformar o blog em negócio. É preciso entender que o blog é só um pedaço de uma grande cadeia alimentar.

Mas que ele é um grande atalho para muita gente, isso é.

Aproveitando, já lanço um teaser: essa é a abordagem do curso Empreendedorismo Criativo da Perestroika, a ser lançado no segundo semestre. Falará justamente disso: como você pode ser dono do próprio nariz. Seja com um blog, seja com qualquer coisa.

Em breve, em breve.

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Em boa parte do meu dia, eu assumo o papel “empresário”. E em boa parte do meu dia, eu assumo o papel “publicitário que atende o Tiago empresário”.

Como empresário de uma empresa ainda nova, nem sempre o Tiago-gestor tem a verba ideal para o Tiago-criador. Por um lado, fica um problema: tem que ser barato (de preferência, de graça). Do outro, fica um estímulo: o cliente é um cara legal e curte coisas inovadoras.

E é aí que a gente vê o poder da internet. Porque ela funciona - e funciona muito bem - quando a gente tem pouco dinheiro, mas muito (ou, pelo menos um mínimo) de domínio da ferramenta.

Como empresário e criador, nada foi melhor do que entender bem a linguagem da internet. A convivência com o Felipe (que aprendeu isso na Live), com o Quinan (coordenador do Mthrfckr), com o Leo (que gerencia a Criação e o Planejamento da W3Haus) e com o Renato Rosa (coordenador do AI) foram fundamentais.

Conhecendo a linguagem da internet, as ferramentas certas, as estratégicas e os meios de medição, não tem erro. Acaba aquela história de que “internet é chute”. Acaba aquela história de que “viral é só fazer um vídeo tipo câmera-escondida e botar no Youtube”.

***

A Perestroika praticamente não se comunica de forma tradicional (nada contra as mídias tradicionais, a questão é grana e adequação ao público mesmo.)

O mais legal é que economizamos aí uma puta grana. E, pelo menos até agora, temos atingido todos os nossos objetivos. (O Tiago-empresário agradece.)

Um deles aconteceu esta semana. Para divulgar uma promoção-relâmpago do Mthrfckr, aproveitamos o Twitter. Mas não porque “o Twitter está na moda”. Mas porque era a melhor ferramenta para o momento.

Resultado: atingiu a meta da ação, funcionou como recompensa para quem já nos segue há tempo e ainda serviu para adquirirmos novos followers. Sucesso nas três pontas: financeira, estratégica e institucional.

(Vale lembrar que essa foi essa foi uma ação isolada. Em princípio, não vamos fazer promoções para qualquer curso que lançarmos, tá?)

***

Mas vamos ao que interessa. Porque a moral desse post não é falar da comunicação da nossa empresa. Sinceramente, acho até que é legal, mas ainda não usamos as ferramentas como gostaríamos.

A moral é convidar você, que é empresário, que é criador, a reverter esse papo chato que ficou impregnado sobre a internet.

Esse ranço de que “Internet só funciona com público jovem”, “internet a gente nunca sabe se deu certou ou não”.

Porque muita gente importante, em palestras, na mídia, defende a internet. Não quer correr o risco de “soar obsoleto”. Mas que na prática, na hora de aprovar ou não uma ação, fica colocando em xeque os resultados da web.

Na frente falam bem. Mas nas costas, detonam.

Essas lendas só depõem contra algo que é irreversível. E, de certa forma, até atestam uma certa ignorância sobre o assunto (digo isso porque eu pensava assim e, hoje, tenho vergonha de algumas coisas que dizia).

Gente, a internet é uma ferramenta de comunicação tão poderosa quanto qualquer outra. O Twitter, o Youtube, o Ning, o Technorati são tão úteis quanto um spot, um rodapé ou um VT de ofertas. Basta saber como usá-las.

A questão é: quem fala mal da internet pelas costas, sabe usá-las?

Para o momento que estamos vivendo, a internet é ainda mais fantástica. Não existe a “desculpa da crise” para não usar a web. Não existe a desculpa de que “o plano de mídia ultrapassou a verba”. Muita coisa é de graça.

Por que ir na contramão de algo que é tão poderoso, eficaz e duradouro?

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Supercopa do BBBs.

20 de abril de 2009

Vocês viram que o Big Brother 2010 vai subir o prêmio para de 10 milhões de Reais?

É a notícia que circula nos bastidores da Globo e nos sites de fofoca e entretenimento (uma delas está aqui).

Para nós, mortais, é uma puta grana. Agora, para a Globo, R$ 10 milhões não é nada. Reza a lenda que o BBB rende quase R$ 300 milhões por edição. Eu sempre ouvi falar que é o programa mais lucrativo da emissora.

A julgar pela quantidade me merchandisings e pela longevidade, não duvido.

***

Eu sempre quis saber como seria uma “Supercopa dos BBBs”. Pegar todos os vencedores, colocar de novo na casa e ver quem ganhava. Seria uma mistura de “Casa dos Artistas”, já que agora eles têm notoriedade, e BBB, pelas regras do programa.

Imagino que poucos topariam se expor novamente para o Brasil. Se bem que, para alguns, seria a chance de voltar a ter visibilidade.

A não ser que houvesse um bom incentivo. No caso, subir o prêmio para, sei lá: R$ 20 milhões, R$ 50 milhões. Nem os ex-BBBs que se deram bem fora da casa, como a Grazi e a Sabrina Sato, poderiam recusar.

***

Vendo essa notícia dos R$ 10 milhões, já não acho tão impossível rolar uma edição só com os campeões.

Pô, pensem comigo. Mesmo subindo o prêmio para R$ 50 milhões, a Globo ainda teria R$ 250 milhões de lucro. Ou até mais, já que o programa teria muito mais audiência do que uma edição normal. Não é um mal negócio, né?

Inclusive pensei que poderia ser legal rolar do meio para o final do ano, entre “duas temporadas”, para não se sobrepor ao próximo BBB, que sempre rola no início do ano.

Eu sou órfão de BBB. Quando acaba, demoro algumas semanas até me recuperar.

***

E como ficaria a seleção dos participantes, Tiago?

Se pegássemos só os vencedores, olha só que a fudê que seria:
Bambam, Rodrigo Cowboy, Dhomini, Cida, Jean Wyllis, Mara, Diego Alemão, Rafinha e Max.

De todos esses, o Cowboy, a Cida e a Mara são meio nada. O resto teria carisma suficiente para brigar pela grana.

Se você acha pouca gente, poderíamos colocar os 2os. colocados. Até porque, vários deles perderam no detalhe (como Elaine vs. Dhomini, Priscila vs. Max). Ou figuras marcantes/polêmicas/engraçadas, que não chegaram lá, mas que não passaram em branco. Como a Pinky e o Dilsinho MadMax.

Dava até para colocar o Dr. Rogério e o seu fiel escudeiro P.A., só para ver os dois combinando votos já na primeira semana.

E mais umas gostosa e uns bonitões, de preferência a galera fubanga (como a Fani), só para rolar pegação e edredon. Afinal, como disse o Vovô Nonô: isso é que é a alegria do povo!

Sei lá, é só um devaneio. Para você não acompanha o BBB, tudo isso deve estar parecendo uma besteira. Agora, para quem curte, como eu, seria diversão pura.

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Obama, Lula e as novas mídias.

16 de abril de 2009

Hoje descobri que o Lula virou personagem no South Park, com uma participação inesquecível de apenas alguns segundos. O Presidente fala apenas duas frases em inglês: No, no! e No changes! (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

(Para ver a notícia no Estadão, clique aqui.)

Eu estava nos EUA quando Obama colocou na posteridade a máxima de que “Lula é o cara”. E sabiam que até por lá o assunto repercutiu? Foram os taxistas de Las Vegas que me deram a notícia.

Obama pode não dar um jeito na crise mundial. Pode não encontrar Osama Bin Laden. Pode ser pior que o Nixon e o Collor juntos. Mas Obama é hábil como ninguém como comunicador.

Primeiro, ele usou o Youtube como trampolim político. Depois, o twitter para disseminar suas ideias. Obama é o cara das novas mídias.

Agora, Obama inovou de novo, e usou o Presidente do Brasil como mídia. Usou o mandatário nacional como veículo.

E como usou.

Obama provou mais uma vez que, quando você cria a mídia, a mensagem só precisa ser clara e objetiva. Não precisa de voltinhas e enigmas. Quando o uso da mídia é genial, ela vira uma ideia mais forte que a própria ideia.

Com um simples You’re the man!, Obama comprou um comercial no Fantástico e pagou um rodapé.

Obama merecia um Media Lion.

P.S.: Este post não é pró ou contra as políticas do Lula, não é pró ou contra as políticas do Obama. É só uma leitura de um fato isolado que, na minha opinião, tem tudo a ver com comunicação. Por favor: não usem os comments para bate-bocas levianos como “O Lula é um ladrão!” ou “Os americanos fedem!”. Assinado: Tiago.

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Vários assistentes e estagiários passam pela vida da gente e alguns fazem história.
O Rech é um destes casos. Foi um dos primeiros matriculados na primeira turma da Perestroika.
Era o primeiro a chegar na aula. Mostrou dedicação e interesse durante todo o curso. Não demorou para se destacar nos trabalhos de redação.
Resultado: foi para DCS trabalhar com o Tiago. O Tiago foi para Perestroika e veio o Malinoski, outro puta redator. O Rech continou firme, se provou mais uma vez. Conquistou a chefia. Resultado: tá indo trabalhar na Cubo em SP com o próprio Malinoski. Isso mesmo, tá inda pra terrinha da garoa e do curintia.
Eu tô escrevendo porque vi o Rech desde o momento que ele entrou na Perestroika, depois quando foi trabalhar com o Tiago e mais uma vez quando foi trabalhar com o Malinoski. Sempre acompanhei a evolução dele de perto. Fico muito orgulhoso de ter participado da formação deste baita profissional.
Rech, boa sorte pra ti. Continua nesse ritmo que tu vai incomodar muito ainda. Continua fazendo a tua história.

Grande abraço orgulhoso, rafa

ps: camisa de física e chapéu é sacanagem, né? (não me aguentei ;-))))

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Tenho duas notícias. Uma boa e uma má.

A boa é que o curso Kick Off está muito legal. A procura tem sido bem grande (talvez, a maior procura de um curso em lançamento) e, ao que tudo indica, a turma vai estar recheada de personalidades. Tem um jogador titular do Grêmio, por exemplo, que provavelmente será aluno da turma. Sentiram a responsa?

A ruim é, que em função disso, a nossa energia está canalizada totalmente para as inscrições. E a Copa Perestroika não está recebendo a atenção que a gente gostaria de dar.

Além disso, muitas pessoas pediram para que a gente prorrogasse o campeonato. Por vários motivos: 1) Para dar mais tempo da galera organizar os times. 2) Em função de outros campeonatos amadores que vão rolar no mesmo dia. 3) Porque a galera é enrolada mesmo.

Daí, a gente uniu o útil ao agradável e decidiu pedalar a Copa Perestroika. Então, anotem aí na agenda: o campeonato ficou para o dia 16/05.

Quem já se inscreveu, não se preocupe. A vaga de vcs está garantida. Quem ainda não se inscreveu, não rateie. Mande um email para copa@perestroika.com.br.

Mas, para não terminar o post no baixo-astral, nós temos uma terceira notícia surpresa. Que é: os quatro times semifinalistas da Copa Perestroika ganharão um kit com sete camisetas, desenhados exclusivamente para o torneio. Nada de Sem-camisa vs. Com-camisa. Nada de colete. Nada de chinelagem. Semifinal e final tem que ser jogada com classe.

Os quatro uniformes estão disponíveis em copaperestroika.wordpress.com.

Aproveitando a oportunidade, aí vai o uniforme do time da Perestroika, que vai enfrentar a Rádio Gaúcha. Uma máquina comandada pelo treinador-pega-ratão-do-Claudião Tiago Mattos. Saquem só.

Não deixem de ver os outros quatro uniformes (lembrando que é só para os semifinalistas, hein?). Cliquem aqui.

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Na volta da Páscoa, duas novidades mega-legais para os amantes do futebol.

Primeiro, é o Curso de Futebol. Mais conhecido como Kick Off: Futebol + Jornalismo + Business (para o programa completo, clique aqui).

A coordenação é do Nando Gross, comentarista da Rádio Gaúcha. E o time de professores/convidados é uma verdadeira academia. Só para citar alguns dos titulares já confirmados:

- Paulo Vinícius Coelho, da ESPN
- Fernando Carvalho, Vice-presidente do Inter
- Rodrigo Paiva, assessor de imprensa da CBF e ex-assessor de Ronaldo Nazário
- Maurício Noriega, do Sportv
- Ruy Carlos Ostermann, da Rádio Gaúcha e Zero Hora
- Rodrigo Caetano, gerente de futebol do Vasco da Gama
- Leonardo Gaciba, árbitro FIFA
- Diogo Olivier, da Zero Hora
- Os jogadores Magrão (Inter) e Tcheco (Grêmio)

Como você pode ver, a gente não economizou.

Aí, você vai me perguntar: mas qual é a moral desse curso?

Bom, o Kick Off é focado para profissionais do jornalismo esportivo. Estudantes, jovens profissionais ou até jornalistas mais experientes, que desejam ouvir a opinião de alguns dos maiores nomes do Brasil.

Ao mesmo tempo, o curso também vai falar de uma parte importante do futebol como negócio. E é, na nossa opinião, muito útil (e, talvez, um dos melhores caminhos) para quem deseja trabalhar na administração/gestão do esporte.

Agora, sinceramente, eu acho que esse curso serve para quase todos nós. É só lembrarmos que em 2014 – daqui a apenas cinco anos – Porto Alegre sediará uma Copa do Mundo. Todas as pessoas serão impactadas por isso, todas as empresas serão impactadas por isso, novos negócio vão surgir nos mais diversos setores.

Ou não passa pela sua cabeça ganhar dinheiro com a Copa do Mundo? Pela minha passa, todos os dias.

(Se você é um simples apaixonado pelo esporte, mas quer afiar as suas discussões de bar, também está convidado. Só vale lembrar que, durante as aulas, não tem cerveja.)

Inscrições e informações pelo e-mail futebol@perestroika.com.br

***

Então: para o lançamento do curso Kick Off, nós montamos a Copa Perestroika. O primeiro campeonato de futebol entre universidades de comunicação e administração do RS.

A Copa vai reunir 16 equipes. É UFRGS vs. PUC vs. ESPM vs. ULBRA vs. UNISINOS vs. FEEVALE.

Todos os jogadores inscritos devem ser estudantes das faculdades de comunicação e/ou administração citadas acima. Quem tem até um ano de formado também pode participar. O resto, infelizmente, está fora.

Cada time pode inscrever quantos jogadores quiser. E cada equipe deve inscrever, obrigatoriamente, um estudante de jornalismo/jornalista recém formado, que ficará responsável pelas atualizações no Blog da Copa Perestroika.

Falando no Blog da Copa Perestroika: o campeonato terá cobertura do jornalista Luis Felipe dos Santos. Notícias, estatísticas, fotos, comentários. Todos os detalhes da Copa você vai poder acompanhar pelo endereço copaperestroika.wordpress.com.

Antes das semifinais, haverá o Jogo das Estrelas: Perestroika vs. Rádio Gaúcha, com presenças de nomes consagrados do rádio.

Mais: os dois finalistas, além de disputarem o troféu, terão um privilégio único. A final será comentada pelo jornalista Nando Gross (e o material, obviamente, irá todo para o Blog da Copa Perestroika).

Para fechar: o campeão, além de levar o troféu para casa, ainda ganha 10 packs de cerveja. O que garante, no mínimo, um bom início de comemoração (só bebam com responsabilidade, hein?).

Agora é com você. Inscrições pelo e-mail copa@perestroika.com.br ou pelo telefone (51) 3062.5568. Só fique esperto, porque são apenas 16 times.

I Copa Perestroika

Data: dia 25/04/2009 (sábado)

Horário: 10h

Local: HD Farrapos – Rua Dona Teodora, 1257 – Fone: (51) 3374.7437

Valor da inscrição: R$ 10,00 por jogador (sem limite de jogadores por time)

Obrigatoriedade: alunos de comunicação e/ou administração da UFRGS, PUC, ESPM, UNISINOS, ULBRA e FEEVALE. Profissionais recém formados (no máximo, um ano) também podem participar. Todo time deve ter um estudante de jornalismo (ou jornalista recém formado) responsável.

Modalidade: Futebol 7

Participação especial: Nando Gross, comentarista da Rádio Gaúcha

Inscrições: copa@perestroika.com.br / (51) 3062.5568

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