Cada dia que entra uma campanha nova pra criar dou mais importância para “viver a marca”.
Isso vale para tudo, mas trabalhando para Olympikus isso faz muita diferença.
Como alguém que não pratica esportes vai entender o que a marca quer dizer? O sentimento que ela quer passar? Ou até para onde ela quer ir?
Hoje de manhã fui na academia correr, não corri muito, apenas 35 minutos.
Fez bem para minha saúde, mas também fez muito bem para o meu trabalho.
O job saiu da minha mesa e foi para minha vida. Eu estou VIVENDO A MARCA.
E correr hoje de manhã fez toda a diferença. Não só a minha cabeça está em Olympikus, o meu corpo inteiro está em Olympikus. Tenho certeza que isso irá fazer diferença durante o dia.
Viver na pele o esporte faz toda a diferença para criar e pensar a marca. Não adianta ficar sentado na frente do computador e esperar que as idéias apareçam. Algumas vezes ela até vai aparecer, mas a chance de aparecerem idéias com a VERDADE DA MARCA é muito maior se a gente estiver vivendo a marca.
Espero que não caia um job na minha mesa sobre cigarro.
9 Comentários
30 de abril de 2009 às 13:42
Concordo totalmente que é preciso vivenciar a marca pra entendê-la e pra poder passar um sentimento pra quem vai comprá-la.
Eu tenho uma colega aqui na Fábrica de Computadores que sem a menor vergonha enche a boca pra dizer que detesta tecnologia e que não entende nada disso. Aí eu pergunto: como é que ela vai convencer alguém a comprar um computador se ela mesma não vivencia a experiência da tecnologia? No mínimo ela vai ter mais trabalho…
30 de abril de 2009 às 16:53
Viver a marca faz toda a diferença quando você vai criar e essa diferença reflete para o consumidor.
Eu tento correr umas três vezes por semana e cada corrida é uma batalha, o sentimento é total de inspire-se, eu posso não usar um tênis da marca, porém tenho uma admiração, pois ela “fala” diretamente comigo.
4 de maio de 2009 às 14:31
É, canso de ficar ouvindo publicitários falarem em “liderança de mercado do nosso produto”. Eu pergunto: “E tu já colocou o teu tênis no pé e foi correr?”.
Para quem trabalha com o público direto, o mais importante é o conhecimento das funções e da história do produto, o “running” evoluiu muito´nos últimos 10 anos, e quem está entrando agora, que não sei se é o teu caso, estará um passo à frente se buscar entender as raizes de cada conceito que é vendido.
Abraço e parabéns pela iniciativa de correr cedo.
Lucas Pretto
5 de maio de 2009 às 15:29
A propósito, qual a promessa da Olympikus? O que nos faz viver (ou respirar) Olympikus e não Nike?

30 de abril de 2009 às 11:31
adorei os dois ultimos posts…
mas rafa, pensa pelo lado positivo…
cigarro é tranquilo, já pensou se for de OB?