O Gênio.

29 de maio de 2009

Não concordo com o ponto de vista da Elizabeth Gilbert, mas acredito que muita gente vá achar interessante. A dica foi do Rodrigo Pinto. (É em inglês, e o máximo que dá pra colocar são legendas em inglês também.)

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Técnica da abordagem honesta.

28 de maio de 2009

Essa foto maravilhosa eu tirei na minha última viagem, na Turquia, numa lojinha de souvenirs perto de algum ponto turístico.

Porra: não é genial um cara que se posiciona como uma loja que vende autênticos relógios falsificados?

Eu acho. E acho porque acredito na técnica da abordagem honesta.

A técnica da abordagem honesta é o velho “cara, eu não vou te enrolar”. E não enrolar mesmo. Falar a verdade, dar a real. Porque muitas vezes, é justamente isso que faz o cara respeitar você.

A técnica eu já conhecia, mas a nomenclatura eu aprendi com o Felipe. E incorporei.

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Uma empresa mundialmente conhecida pela sua abordagem honesta é a Apple. Os seus vendedores são instruídos a indicar o modelo mais apropriado ao perfil do consumir. Nada de empurrar computadores caros. O cliente tem que sair da loja com a máquina mais adequada ao seu perfil.

Na última vez que fui na loja da Apple, fiz um teste. Disse para o vendedor que queria uma máquina potente, porque eu editava vídeos. Apontava para o notebook mais caro, com todos os gigas e rams possíveis.

O cara fez perguntas bem específicas do meu dia-a-dia e me indicou um Macbook padrão. “Seus vídeos podem ser resolvidos com o Imovie. Se comprar aquele outro, só vai jogar dinheiro fora.”

Não desisti, falei com o outro vendedor e tentei passar o mesmo papo. Só que ele também não caiu, e me indicou o mesmo Macbook baratinho.

Tentei uma terceira vez, agora com uma vendedora. Mudei a história, disse que era fã de Windows, que amava o Windows, que precisava do melhor computador da loja porque eu precisava rodar o Windows com alta performance, etc, etc, etc. De tanto insistir, ela disse:

“Se você gosta tanto do Windows, deveria comprar um PC.”

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Nem consigo imaginar quantas vezes ligaram para cá:

- Quero fazer o curso de futebol.
- Você trabalha/pretende trabalhar na área? É jornalista? É gestor esportivo?
- Não, sou engenheiro agrônomo. Mas sou gremista fanático.
- Tem certeza que você quer se matricular? O curso não é um papo de bar. O foco é jornalismo esportivo e futebol como negócio.

Sempre que uso a abordagem honesta, percebo uma certa perplexidade de quem está do outro lado. Ao mesmo tempo, vejo que esse tipo de coisa dá mais confiança. A pessoa passa a ouvir com atenção o que você tem para dizer porque sabe que você não está tentando passar um charlate.

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Apesar de receber muitos feedbacks positivos das aulas e dos nossos projetos, é óbvio que a gente dá umas rateadas. E quando dá, eu sempre procuro a abordagem honesta.

Lembro que, na segunda turma de Criação, eu dei uma aula de jingles extremamente polêmica. Defendi meu ponto de vista em cima de uma raciocínio falho, e fui contestado por um aluno formado em Letras.

Na hora, dei uma enrolada, para não perder o controle da turma. Mas depois, com tempo, estudei melhor o assunto e vi que estava errado. Mandei imediatamente um email para a turma pedindo desculpas. E ganhei muito mais respeito assim do que tentando bancar o sabe-tudo.

A técnica da abordagem honesta só não vale quando a sua mulher corta o cabelo bem curtinho.

Aí, brother, se vira.

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Ontem a Perestroika recebeu duas autoridades do mercado do futebol.

O primeio deles foi Amir Somoggi, responsável pelo Casual Report, dossiê que fez um raio-x na gestão dos grandes clubes brasileiros. Ele deu um show e falou sobre futebol como eu nunca tinha visto na vida. Com dados, estatísticas e pontos de vista absolutamente fundamentados.

Em seguida, o Caio Campos, Gerente de marketing do Corinthians, reponsável pelo case Ronaldo Fenômeno. Foram 75 minutos dos bastidores do maior negócio do futebol brasileiro. Simplesmente imperdíveis.

Fazia tempo, muito tempo, que eu não recebia tantos elogios espontâneos dos alunos ao final da aula. Não tenho dúvida nenhuma que a galera curtiu muito.

Para fechar com chave de ouro, recebemos um presente e tanto: uma camiseta autografada pelo Ronaldo Fenômeno. Ela vai ficar aqui na nossa sede por alguns dias e, depois, vamos organizar um leilão beneficente, junto com o Instituto da Criança com Diabetes, com participação direta do comentarista Paulo Roberto Falcão.

Ficar com a camiseta aqui, na nossa sede, seria muito legal. Mas arrecadar fundos para quem realmente precisa é muito mais importante.

Valeu Amir, valeu Caio, valeu Nando, valeu Corinthians, valeu Falcão.

E valeu Ronaldo.

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Há exatamente um ano.

21 de maio de 2009

Há um ano, exatamente um ano, eu decidi que era hora de assumir a Perestroika.

21 de maio de 2008. Quarta-feira. 15h.

Eu ainda era redator de agência. Naquela semana, comecei o dia com uma pauta especialmente lotada.

Segunda, às 9h, a minha mesa já tinha trabalho suficiente para me ocupar até sexta.

Mas eu não arrepiei. E fiz pior: realizei o sonho de todo o coordenador de pauta. Comecei a pedir mais pits. Queria adiantar tudo o que pudesse ser adiantado. Queria que os briefings em cima da mesa formassem uma pilha constrangedora. Expliquei os meus motivos e fui prontamente atendido.

Não fiz alarde. Sentei, coloquei meus fones e trabalhei, quietinho. Nada de e-mail, nada de conversinha de corredor, nada de xixi. Fui derrubando pit a pit, job a job, como um triturador de papel.

Tinha um foco. Queria na quarta-feira, 15h30, estar livre para ver a final da Champions League. Não queria ninguém pedindo refação, alteração, pit de última hora. Eu queria ver o jogo. Eu ia ver o jogo. Tinha me preparado para o pior dos cenários.

Mas numa agência de propangada, o pior sempre pode ficar pior. E dez minutos antes de começar a transmissão, surgiu o maldito trabalho pára-quedas.

E caiu no meu colo.

Não dá para dizer que foi culpa de ninguém. Foi uma daquelas situações extraordinárias. Uma bronca improrrogável, que, naquele momento, só eu poderia matar.

Apesar de entender a urgência, eu fiquei muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito de cara.

Matei o pit, e tive vontade de matar uns três ou quatro.

Só que antes de cometer um homicídio - ou um suicídio -, naquele momento, eu respirei fundo. E vi que ficar irritado não ia mudar nada.

Iam aparecer outros trabalhos furando a pauta. Não ia ser o primeiro nem o último. Eu estava fadado a perder outras Champions League, outros aniversários de amigos, outras jantas de Dia dos Namorados.

Naquela quarta-feira, às 15h, eu prometi para mim mesmo:

“Eu preciso de um emprego onde eu tenha controle da minha vida. Onde eu tenha controle da minha pauta. Onde eu possa parar tudo para ver a final da Champions League. Eu preciso ir para a Perestroika.”

E foi ali que eu comecei a organizar a minha transição.

Claro que eu já tinha o plano em mente. Não foi uma porra-louquice da minha parte, uma atitude de guri.

Mas a gente sabe que o Homem é um animal ritualístico e que precisa símbolos para as passagens da vida. Neste caso, foi a Champions League.

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Por toda essa simbologia, eu conversei com o Felipe e, a partir de agora, a Perestroika instituiu no seu calendário oficial o DIA MUNDIAL DA PERESTROIKA PARAR DE TRABALHAR E VER A FINAL DA CHAMPIONS.

Significa dizer que na próxima quarta de tarde, eu, o Felipe, o Gasparetto, o Jean, a Marina e o Nando Viana não vamos trabalhar. Vamos para a minha casa, comer um churrasco, tomar um trago e ver a final dos sonhos dos amantes do futebol.

A nossa pauta é uma só: Manchester x Barcelona.


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Se você nos segue no Twitter, já deve ter visto que nós vamos cobrir o jogo (e deve ter visto mais umas coisinhas por lá). Então, se você estiver no trampo e pintar um pit pára-quedas, a gente faz a mão e conta para você o que está acontecendo. É só nos seguir nesse perfil do Twitter.

Isso se nós não estivermos muito bêbados.

(P.S.: Para quem não gosta de futebol, a Champions é a Libertadores da América da Europa. Alguns consideram o jogo mais importante do ano. Mais importante que o Mundial Interclubes. Mais importante que final de Copa do Mundo.)

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Buena,

A gente sempre tenta evitar de ficar usando o blog como um depositório de referências. E nem queremos usar o Twitter para isso. De boa referências, o inferno tá cheio.

Mas às vezes, é foda. Tem muita coisa muito genial perdida por aí no mundo da internet. E muitas vezes, nem tem muita murcilha para encher. É só dividir e pronto.

Pois bem, quero dividir com vocês 3 vídeos que não é todo mundo que tá vendo.

TCHECO
O primeiro é uma das animações do Tcheco. Tem uma série de desenhos animados feitos por um pessoal aqui de Porto Alegre. Tive a honra de conhecer o cara que fazia tudo: ilustração, animação, vozes, etc. Era uma piada com os amigos dele. O Tcheco existe. O Gonça existe. Os caras iam lá e faziam. Botavam no canal 20. E depois YouTube. Não está mais lá, mas eu descolei esse aqui de um site obscuro.

Vale a pena a partir dos 2 minutos. Destaque para a saída dos convidados em reverse, King Jim e Toni da Gatorra.

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TEMPLATES DISNEY

Esse é auto-explicativo.

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GLOBO RURAL

Uma turma de primeiro grau foi fazer um trabalho e sabe-se lá por que motivo, fizeram uma paródia do Globo Rural. Não sei se é busca. Mas é genial.

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Quem viu, viu.

18 de maio de 2009

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Em julho do ano passado, tive que tomar uma decisão difícil: seguir meu rumo na LiveAD, que precisava organizar e concentrar a sua estrutura em São Paulo, ou mudar meu rumo e vir de vez para a Perestroika, que estava crescendo em quantidade de cursos e precisava um gerenciamento bem próximo.

Era difícil porque sabia que sair da Live significaria deixar de viver um dia a dia de desenvolvimento de jobs que eu tenho certeza que não acontece em nenhum outro lugar do Brasil. Ia deixar de compartilhar meus dias com uma galera muito afudê, muito pilhada, multitalentosa, num clima de camaradagem e alto-astral total.

E, de certa forma, é claro que havia um certo receio de me tornar obsoleto e deixar de entender, acompanhar e, principalmente, de desenvolver um tipo de trabalho que eu considero uptodatíssimo no mercado de comunicação.

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Aqui abaixo, está o case de Mil Casmurros da forma que foi editada para Cannes deste ano. Um projeto criado, concebido e desenvolvido pela Live no ano passado. Me lembro que o Mauro Silva veio aqui na aula de Mash Up e apresentou o projeto para a turma alguns dias antes do lançamento oficial.

Toda a turma se impressionou muito com o proejto. E eu também fiquei muito impressionado, porque fazia uns 3 meses no máximo que eu já tinha saído da Live e fui impactado com um projeto muito foda. Em 3 meses, a linguagem da Live já tinha evoluído. Já estavam, mais uma vez, um passo a frente do que todo mundo estava pensando.

One Thousand Casmurros from Livead on Vimeo.

A intenção da apresentação do Mauro era que os alunos do curso criassem alguns easter eggs para ajudar a dar mais visibilidade à ação. Os ovinhos não vieram. Mas a ideia era tão forte que não precisou de nada disso para virar um case de sucesso. Tenho certeza que todo mundo ouviu falar, viu posts, ou acessou à pagina ou conhece alguém que gravou.

Acho que o projeto tem tudo para trazer alguma coisa de Cannes. É muito esperto, tanto em termos de uso da tecnologia como em engatilhamento de disseminação. Vejo algumas questões que podem prejudicar, como o fato dos jurados não reconhecerem a importância que Machado de Assis e Dom Casmurro tem no Brasil, no sentido de ser muito popular, que todo mundo aprende no colégio e tals.

Outra coisa é não ter vivenciado a enxurrada de e-mails e links para a página do projeto. É diferente viver isso e ver num case.

Mas acredito que há boas chance e estou torcendo com força para que ganhe um prêmio bacana.

Parabéns oficiais e público para o Mauro Silva, Menezes (agora na W3), o Gabi (agora na Wunderman), pro Lucas e pra Mari pelo trabalho. Com muita admiração e um pouquinho de inveja :)

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O final da história lá de cima é que os ventos sopraram a galera toda para São Paulo, que é um lugar que eu não quero morar. E esse sopro me empurrou para a Perestroika, que é o meu negócio. Onde estou tendo a oportunidade de também desenvolver um trabalho diferenciado e up-to-date, talvez até ahead-to-date, no campo da educação.

Mas vejam as voltas que a vida dá.

Embora hoje eu ainda acompanhe o trabalho a uma certa distância, a minha vida e a da Live ainda tem suas intersecções. Justamente através da Perestroika. A identificação de pensamento e até o DNA similar das empresas tem feito com que o Lucas Mello e eu conversemos com uma certa frequência no sentido de aproximar as duas empresas. O objetivo é fazer um mash up que vá além da simpatia, mas que gere um produto no final, concreto, tangível, real. E se for possível, surpreendente.

O Lucas estará presente na Perestroika, dando aula em dois cursos: o MTHFCKR e o Consumer Beat.

E a Perestroika estará presenta na Live através do GoPro.

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Vale ressaltar que a Live foi uma apoiadora de primeira instância do GoPro!. Mais que apoiadora, a idéia original veio do próprio Lucas e, somente depois de desenhada a participação da Live é que replicamos o projeto com outras empresas.

Em breve, estarei passando para as turmas de Criação 1 - Quebrando a Matrix, a tarefa de GoPro LiveAD! Isso significa que no semestre que vem, dois alunos da Perestroika poderão estar trampando em SP, acompanhando e contribuindo para esse tipo de trabalho. Tudo isso cercado por uma galera muito afudê.

Mais ou menos como aconteceu com dois pupilos muito queridos e especiais: o Facco e o Pinho. Ambos alunos da primeira turma do Criação 1. Ambos caras sensacionais, que eu levei para um estágio na Live. Ambos hoje são criadores da Live. Fiquei sabendo que o Pinho tá até com assistente e duplando com o Marcelo Rosa, redator do ano do Salão da Propaganda de 2008.

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Então é isso: um post para celebrar a amizade dessas duas empresas. Amizade que repercute em novos produtos, novas idéias dentro do mais sincero espírito empreendedor do “Vai lá e faz”.

No que depender da gente, a Perestroika vai ter bastante prazer de atuar como olheiro de novos talentos para a Live. E como olheiro de novos amigos para os Livers.

Beijos para todos.

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Atualizado novamente às 14h51 de 15/05: mais uma da galera do Regatas.

Atualizado em 15h41: olha que a fudê o que a gurizada do Regatas fez para a Copa Perestroika.

“Três jogadores foram apresentados no início da temporada: Diego Basso, Gabriel Gomes e Guilherme Grossi. Am anexo, algumas fotos do dia das apresentações, se vocês pilharem em publicar.”

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E tem também os bastidores do sorteio. Mas esse a gente só botou no Blog da Copa. Clique aqui.

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Nascer de novo.

13 de maio de 2009

A vantagem de nascer de novo, quando gostamos e temos controle da vida que temos, é que não começamos tudo do zero.

De fato, ontem, nasci de novo. E por isso hoje estou radiante.

Estava indo com toda calma do mundo (mesmo. 80km/h, no máximo) para Vulcabras/Azaleia. Chovia absurdos. Tudo que o pessoal da seca queria. Ouvia o rádio e estava há 10 km de Parobé quando, do nada, as rodas de trás do meu carro aquaplanaram e, de um segundo para outro, perdi completamente o controle do carro e tudo virou videogame. O carro caiu para o acostamento e foi carro virando 360 graus, carro deslizando na grama virado do lado (meu lado), carro batendo em barranco e girando no ar, caindo “de pé”, carro parando 100 metros longe da estrada, depois disso tudo. Most Amazing Videos mesmo. Enquanto isso minha mão no joystick firme assistindo com os olhos bem abertos a maior bizarrisse que poderia participar.

Estou vivo. Não aconteceu NADA comigo. Um arranhão nas costas, uma dor no pescoço e mais nada. Ecografia, tomografia, radiografia, exame de sangue, exame de urina pra confirmar isso. Hoje mais vivo do que nunca.

Temos que aproveitar a vida. Ela passa ou pode até terminar, assim, num sopro. Tudo pra reforçar a tese da Perestroika: faça coisas interessantes (e coisas interessantes vão acontecer com você). Seja lá o que for, aproveite o fato de estar vivo e… viva. Esteja presente.

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No último sábado, a turma de Criação da tarde teve um privilégio. Viu, ouviu, perguntou e espremeu o Dado Petersen, diretor de arte da DDB/NY, que veio dividir com a gente a sua experiência.

Abaixo, você pode ver alguns trechinhos. Eu só captei (por sinal, beeeeeem mal captado) o início da conversa. O papo foi bem mais longo e bem mais profundo.

Mas a grande notícia veio no final. O Dado agora faz parte do time de Czares da Perestroika. Mais um grande talento que nos representa ao redor do mundo.

Seja bem-vindo, Dado.

P.S.: Não estranhem. O vídeo está espelhado mesmo.

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