Aqui na Perestroika, a gente sempre fala, insiste mesmo, é até chato às vezes, sobre o poder do relacionamento. O que se poderia chamar (e de fato, se chama em muitos lugares) de networking. Networking acaba passando uma percepção muito formal, profissional. Rede de contatos, né?

Quando a gente fala “relacionamento” o negócio ganha um viés mais humano. Mais quente. Mais interessante. Networking gera contatos. Relacionamento gera vínculos.

Na real, no fundo, o que toda marca quer é gerar vínculos com o seu público. Porque o vínculo é o que legitima o consumidor assistir a um comercial de TV, por exemplo, e decidir que vai comprar o produto. A Perestroika não é muito diferente disso. A gente também quer criar vínculo com os nossos clientes. Com os nossos alunos.

Isso não significa que fazemos tudo de caso pensado, estrategicamente pensado, só para colher os frutos disso. O vínculo que sempre tentamos construir com nossos alunos é legítimo. É ser próximo. É ser amigo. É ser íntimo. Por isso, a gente sempre fala da tal da Comunidade Perestroika. Muita gente nos pergunta o que é essa Comunidade Perestroika, se é uma espécie de clube de fidelidade. Do tipo, quantos mais cursos você fizer, mais desconto você tem.

Não é nada disso. Quer dizer, pode até ser que tenha um pouco disso. Mas o princípio é bem maior. E, ao mesmo tempo, bem mais singelo. A Comunidade Perestroika é a rede de vínculos que a gente tenta formar, aproximando as pessoas que a gente conhece, mas que não se conhecem entre si. É como convidar grupos de amigos de diferentes rodas sociais para ir jantar na tua casa.

Toda essa introdução é só para dizer que sábado teve happy-hour de integração das nossas duas turmas do curso de criação, Quenbrando a Matrix. O evento rolou logo depois da aula de sábado, lá no Zelig, com cerveja à vontade. Com conversas à vontade. Com camaradagem à vontade.

Essa não foi somente uma oportunidade para os alunos se conhecerem melhor, mas também da gente estar mais próximo deles. Da gente estar acessível a eles.

Falamos sobre dúvidas profissionais.
Falamos sobre questões existenciais.
Falamos sobre referências.
Falamos merda.

E no final de tudo isso, tenho certeza que foi uma grande noite para todos os que estiveram presentes.O clima estava animal. Superdivertido. Superleve. Foi muito legal conversar com todo mundo que eu conversei lá. Foi ótimo criar esse vínculos com pessoas que até então eram meus alunos, e que hoje já estão bem mais perto de serem meus amigos.

Alguns destaques da noite:

• A transformação do Roberto Bresolin em Beto Prezolin, mandando ver no tiroteio, e quase garantindo o Prêmio Destemido, dando aula de marketing para quem quisesse aprender. E aí, Beto, rolou o chimas no Parção?

• O Romeu totalmente fora de controla e a sua incrível história do roubo do colete salva-vidas do avião.

• O grande encontro do JP, nosso alunos escritor que pensou em cabular a festa para ir escrever, com o Piva, cujo grande amigo é filho do dono de uma das maiores editoras do RS.

• O JP de terno e gravata, ensinando todo mundo como é que se toma uísque.

• O Tomás abordando as diferenças de técnicas na montagem do cubo mágico.

• As novas e obscuras e divertidíssimas histórias de vida do Diegão de São Borja. Obviamente a maioria delas censuradas para a hora da aula.

• O Renato Ortiz e seu incrível truque do palito de dente saltitante.

• JP e Lucas Aita dando seus primeiros passos na comédia Stand Up. Quem sabe não estreiam num open-mic da Balalaika?

• O sangue no olho da galera de Pelotas (Roberta, Maurício, Zeca e Marcus), que mesmo com mais 4 horas de viagem pela frente fizeram questão de prestigiar o evento.

• O Guto de pijama por baixo do moleton (que tava aberto).

• O novo casal que surgiu no cantinho do cigarro. (Lembrem-se, a Perestroika está louca para apadrinhar os gêmeos).

• O episódio do blazer com cueca (mas esse é só para quem ficou até o fim).

• A leva de 100 cevas que sustentou a galera durante toda a noite.

• O filé a parmegiana do Zelig que mata a pau.

Certamente, tem mais que eu não me lembro agora.
Até porque, não deu para lembrar de tudo (hehe).

Enfim, gurizada. Valeu a presença. Foi preza.

Abrass a todos a até a próxima.

Postado em 8 de junho de 2009 às 14:31
Arquivado na categoria: Perestroika
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18 Comentários

Tiago

Ou a galera tá se fudendo muito fazendo a Maratona, ou a galera achou o encontro uma merda.

Tô pensando seriamente em não bancar mais ceva pra esses picaretas.

tg

Luciano Braga

Mas que ingratos a gente!
ahsuahsuashe
A festa tava irada, assim como tb foi a iniciativa de vcs.
Abraço

taci

a integração foi ótima…
“Networking gera contatos. Relacionamento gera vínculos.”
pra quem foi tava ótimo, e os de fé que ficaram até o fim, mesmo, gostaram mais ainda…
PARABÉNS pela iniciativa

bruni

Festworking estava demais!
O Beto estava demais!
O filé estava demais!
As cevas estavam demais!

E a iniciativa deu muito certo, valeu galera!

débora

Uma contribuição para o próximo encontro de vocês: o apelido do Marcus, aqui em Pel é PANDA! (não me perguntem o porquê).Desde a faculdade… hehehe (te entreguei, pandinhaaa). Abraços.

Dudu

Pô… Não deu pra ir. Minha carona pra Gramado não quis adiar (Olha a desculpa aí, gente!).
Vamos fazer outra. Ou outras.
Campeonatinho de Guitar Hero, anyone?

Anyone? Anyone? Bueller?

Lucas Aita

O melhor é ficar imaginando aqueles 2 casais chegando no Zelig… e aí devem ter comentado:
“Que tal sentarmos lá em cima, bem no cantinho para ficarmos mais a vontade, sem ser percebidos? (caras pegando mulheres muito feias)”
Eis que estão lá, escondidos e… LUZES NO PALCO!
PARABÉNS! VOCÊS AGORA SÃO CENÁRIO DE UMA STAND UP COMEDY! hahaha (feias rindo e caras emburrados!)haha
Constrangimento tipo figurantes do bar da praça é nossa (Felipe, fica tranquilo, bem melhor que o Carlos Alberto de Nóbrega).

Lucas von M.B. Silveira

Eu merecia o troféu permanência.. Primeiro a chegar, junto com o Jean, e último a sair, lá pelas 4:30 da manhã..

Inclusive, meus colegas da tarde me envergonharam.. A mesa final era eu e umas 5 pessoas da manhã.. Ficaram dizendo que a galera da tarde era fraca e eu tive que nos defender sozinho, hahaa..

Lisandro

Lucas merece um prêmio mesmo. Ficou até as 4h30 sendo zuado pela galera da manhã, que além de estar em maioria no festworking, é muito mais animada também.

Roberta

Tava super divertido, mesmo!!
/me esperando por outro. Nem me importo que seja algo mais tranquilo, mas adoro uma mesa de bar ^^

ChristianPiva

Esse happy hour foi do caralho!
Grandes professores, grandes alunos e colegas.
Grandes pessoas.
Abraço e..

Acessem meu blog e o do Lautert( agora na maratona vai ta meio lento, né)..mas vamo que vamo)

Maurício Silveira

É, tava massa mesmo. Só não deu pra ficar mais por causa das 4 horinhas de estrada pela frente. Não fosse isso, dividiria esse troféu com o Lucas.

E na próxima, tô aí mais uma vez. Com ou sem estrada.

Paulo

Tô numa contradição.

Acho que quem foi, sabe q a festa dispensa comentários.

Mas mesmo assim vou fazer um:

Tava mt afudê. Tava tão afudê que fui “expulso” do zelig, as 4:30, junto com o Lisandro, Taci - A Gringa, Lucas, Bruna, JP - Coiote, e claro, não podia faltar ele, o ilustríssimo Beto - O Destemido.
Já tô me preparando pra próxima.

abs.

admin

Troféu Destemido já tem dono.

tg


Foi muiiito bom mesmo! fiquei curisosa pra saber o casalzinho quem é, não identifiquei onde era o cantinho do cigarro..ashuahsuahsa. Valeu muito mesmo, o romeu e seu coleto sem comentários, e o felipe MATA A PAU no stand up, quero ir na balalaika agora. Beijão a todos

J.P.

O final lembra as máximas de boemia/noitada/afins:

“Se eu não lembro, não aconteceu.”

ou

“Não lembra?! Então só pode ter sido bom.”

Bom, eu lembro e foi ótimo.

Destemido

O chimarrão no Parcão foi adiado, mas já estamos em contato. Vamos ver se vai dar. Mais detalhes assim que eu chegar na Perestroika. Leia essas últimas frases em amplo sentido.
Ô, coibemboa.

Aos que não foram:
Alguém diz que vai ter bebida de graça a noite toda. Quase imploram pra vocês irem e fazem um discurso sobre a importância dos relacionamentos. Vocês não vão. Acho que nem preciso comentar. Como diria o saudoso Paulo Francis: putaqueupariu!
(Assistam o vídeo que o Tiago postou.)

Bruna

O mais legal de tudo foi ter descoberto DEPOIS da festa que o tal JP que vocês falam no post é o coiote, que eu conheci há milanos atrás. E detalhe: eu fui na festa. O_o

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