Nessa terça-feira, acontece na Perestroika o Roleta Russa. É a primeira edição desse evento. E estamos começando totalmente com o pé direito.

Os convidados do Roleta Russa são:
Tiago Pinto, Diretor de Marketing da Nike no Brasil;
Marcius Dal Bó, Gerente da Divisão de Marketing da Grendene;
Thiago Baisch, Diretor de Marketing das Lojas Colombo.

Os 3 são representantes de grandes empresas anunciantes. Mais que isso, são 3 grandes profissionais, que estarão reunidos para dizerem o que eles, OS CLIENTES, esperam do atendimento. Essa é uma iniciativa da Fernanda Tegoni, João Batista e Natália Thomaz, coordenadores do curso de Gestão de Contas, e faz parte da reestruturação do curso.


O evento está totalmente alinhado com a filosofia da Perestroika: totalmente aplicado à pratica, ligado com o mercado e, principalmente, sincero e legítimo. Não adianta a gente pensar no papel do atendimento ou do gestor de contas modernos somente da porta para dentro. É fundamental entender o que o elo mais relevante de toda essa relação espera. E por isso, reunimos anunciantes.

As vagas para o evento, infelizmente (ou felizmente, depende do lado que se olha), já acabaram. Mas se você estiver interessado, adicione o Roleta Russa no twitter. Nós vamos transmitir todo evento ali. Com direito a perguntas “dos internautas” e tudo.

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Produtos que eu recomendo: TANJAL

29 de julho de 2009

É muito fácil ser crítico. Sai falando mal, não tem compromisso com nada. Sem responsabilidade. E na hora de dar um elogio, a gente é bem menos comprometido, né? Por isso, decidi usar o nosso blog para promover alguns produtos que eu acho realmente bons. Vou dedicar meia-hora da minha vida para falar bem de alguns deles. Espero que seja útil para vocês. E que ajude as marcas.

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Quando Deus inventou a tangerina, certamente queria que ela se parecesse um pouco com o Tanjal. Este suco faz parte da linha “Jal” de produtos da Global Sucos. Mas certamente é o que mais se destaca (tanto que o site deles é tanjal.com.br). Jesus, é MUITO bom.

Quando eu era criança, era uma das poucas alternativas de sucos pré-prontos que existia além do Tang. E eu já adorava. Cada lata rendia 10 litros de um delicioso suco de tangerina. E era bem fácil de fazer. Até uma criança conseguia, o que era bem útil para mim, quando eu tinha 10 anos.

(Aqui vai uma imagem do suco, mas tá dando pau no up-load. Tentarei novamente mais tarde)

Buena, há alguns meses me deparei com a versão moderna do Tanjal, em caixinha Tetrapak. Fazia certamente mais de 10 anos, talvez 15 que eu não bebia. E sabendo que tem aquela história de memória afetiva da infância, que faz até bolacha Maria parecer uma delícia, melhor do que realmente era, decidi comprar para ver qual é.

(Aqui vai outra imagem mas tá dando pau no up-load. Tentarei novamente mais tarde)

O Tanjal é perfeito. Tem a densidade e textura do suco de pêssego, o highlight colorido do suco de manga, o cítrico tropical da laranja que complementa a doçura de uma batida de banana com leite condensado. Tudo isso com notas de exótico que somente a framboesa e a amora tem. Acho que é por isso que chamam de “néctar” e não “suco” de tangerina.

E a matiz de sabor da Tangerina, Jesusm é uma coisa realmente inacreditável. Certamente foi uma das últimas frutas a ficar prontas. Já tinham aprendido com os erros da laranja, do limão, da acerola, da manga, do pomelo, do tamarindo, do mírtilo e foram fabricar a tangerina.

Só que nem a tangerina tem tanto gosto de tangerina quanto o suco de tangerina. E nenhum suco de tangerina tem tanto gosto de tangerina quanto o Tanjal.

Um suco que vai bem no café-da-manhã, seja acompanhando um sanduíche ou puro mesmo, já que ele é bem denso, ou misturado com cachaça. Uma caipijal é uma ótima idéia. Compete com grande vantagem com as caipirinhas que a maioria das pessoas sabe fazer (quando pega alguém que REALMENTE sabe fazer capirinha, aí a disputa é taco a taco).

Seja você um bêbado incorrigível ou um natureba, Tanjal é o produto para você. Supre todas as suas necessidades de suco de tangerina de 1 mês em 1 copo.

Por isso, eu reforço: ignorem a lata oitentista e a embalagem correntona do Tetrapak (realmente é muito feia. algum dos designers que acompanham esse blog poderiam dar uma força, né?). O suco é MUITO bom. A partir de agora, vai fazer parte dos eventos e comemorações da Perestroika.

E antes que seja tarde: tangerina e bergamota são a mesma fruta?

Abraços,
Felipe

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Agora sim: está oficialmente lançado o novo Gestão de Contas. Abaixo, o vídeo com maiores informações.

Assim como o Molotov e o Chernobyl, o Gestão de Contas sofreu uma bela remodelada. E ficou, obviamente, ainda mais legal.

Para maiores informações, é só entrar em contato pelo contas@perestroika.com.br. O programa completo está aqui.

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O Gestão de Contas é o curso da Perestroika focado para o profissional de comunicação que gosta da parte mais business. Principalmente Atendimentos (de agência, de fornecedores, de veículos, etc.), e pessoas que trabalham no departamento de Marketing de empresas.

Mas, bem na boa, nós acreditamos que o curso pode ser útil para qualquer pessoa que queira se aprofundar um pouco mais nesses tópicos. Ou você acha que um criador, um produtor, um mídia, um planejamento não são homens de negócios também?

Dêem uma espiada no vídeo. Qualquer dúvida, é só gritar. E sejam bem-vindos à Perestroika.

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Tirinhas do Koff.

27 de julho de 2009

Eu não sei se vocês conhecem o Rafael Koff. Eu trabalhei com o cara. No início, achei ele meio esquisito. Até que ele me convidou para jogar poker. Daí eu vi que ele era um cara legal.

Entre uma mesa e outra, fui vendo que o Koff era realmente um figuraça. Era divertidíssimo trocar umas ideias sobre qualquer assunto com ele. Sempre descambava para algum viés interessante.

Mas o Koff ganhou o meu respeito afu, afu mesmo, quando eu descobri que ele fazia tirinhas. Sempre com um traço meio despretensioso e um humor meio doente.

No início, eram autobiográficas. Depois, ele começou a diversificar. Hoje, ele tem uma série com vários e vários capítulos sobre Jesus.

Abaixo, algumas tiras que eu curti do arsenal do Koff. O Flickr do cara, com várias trabalhos (talvez todos), você encontra aqui.

(Desculpa pela diagramação das imagens, mas eu não me coordenei aqui.)

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#Prontofalei.

23 de julho de 2009

Com 17 anos, ainda bem novo, eu comecei a minha carreira de Redator publicitário. E de lá pra cá, emplaquei de tudo. Fiz coisas legais, coisas ruins, coisas premiadas, coisas ridículas.

Tive propostas para trabalhar fora que nunca chegaram a me seduzir. Assim como tive propostas aqui mesmo, em Porto Alegre, que me arrependo de não ter aceitado.

Tive o privilégio de passar por algumas experiências puta recompensadoras, como a Bolsa para a Miami Ad School, o Young e o Prêmio de Redator do Ano. Mas também tive momentos onde vacilei. Nunca cheguei a ser um Bruno Divetta, mas já passei por situações chatas e constrangedoras.

Mas tudo começou a mudar quando completei 27 anos. Nessa época, achei que era hora de repensar minha carreira. Dei aquela olhei para trás e vi tinha feito tudo isso. Não sei se é muito para vocês, mas para mim era o suficiente. Não o suficiente para achar que eu estava formado como Redator. Mas o suficiente para que eu partisse para um novo plano: abrir meu próprio negócio.

Foram dois anos construindo a Perestroika. Desde o momento em que ela era só um projeto-pirata até ela se firmar como uma empresa de verdade.

Por isso, hoje, a poucos meses dos meus 30 anos, com a nossa empresa um pouco mais consolidada, acredito que seja a hora certa de me desapegar de vez do rótulo de Redator.

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Desde que eu vim para a Perestroika, foram poucos os trabalhos onde eu agi como redator de fato. Vamos pensar: escrever para o Blog não é um privilégio de redator. Apesar de que o meu background sempre ajudou.

Os cabritos que me passaram ao longo desse último ano, também: tinham muito mais a ver com criação-criação, criação pura, do que com a expertise de um redator.

Alguns textos de stand-up que eu me aventurei a escrever, para que outros comediantes interpretassem, também funcionaram. E funcionaram porque eu tinha um cacoete para textos engraçados. Mas, de novo: não chega a ser um trabalho de redator.

E todas as campanhas/ações de comunicação que eu criei para a Perestroika definitivamente tinham muito pouco de redação publicitária.

Vamos pegar o exemplo o lançamento do Molotov. O vídeo das mentiras tem um roteiro bem simples. Mas a ação por trás, toda a estratégia, me pareceu bastante complexa. E se formos analisar friamente, esse trabalho não se faz habitualmente dentro de uma agência de propaganda.

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Hoje, eu não sou mais redator. Então, simplesmente me desapeguei desse rótulo. Não sou mais redator e era isso. Foi uma etapa do caralho da minha vida, mas passou. #Prontofalei.

Estou tendo que exercitar o mesmo desapego que a gente exercita dentro das agências. Se uma ideia não é legal, não adianta morrer abraçado. Assim como não faz o menor sentido eu morrer apegado ao rótulo de redator.

Até porque, convenhamos: rótulo é sempre uma coisa ruim.

***

E se não sou Redator, como é que eu vou dar aula de Redação? Eu adoro ser professor, vou continuar dando aulas, mas de outros assuntos que têm muito mais a ver com o meu dia-a-dia. Não me sentiria à vontade ensinando algo que não pratico mais.

Sinceramente? Acredito que poderia continuar dando boas aulas sobre Redação. Acredito que, se sentasse hoje para criar uma campanha, poderiam rolar boas ideias. Mas passou, já era.

Quero aproveitar esse momento da minha vida para seguir uma rota bem diferente. Tocar o meu negócio. Servir de “consultor” (odeio esse termo) para determinados assuntos que estão nos procurando. E produzir algumas manifestações autorais que não podem ficar na gaveta. Vai lá e faz, né?

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Confesso: quando eu anunciei que não daria mais aula de Redação no Molotov, recebei alguns emails bem legais. Que quase, por muito pouco, não me fizeram mudar de ideia. Mas não tinha jeito.

Então: a todo mundo que escreveu, a todo mundo que foi meu aluno de Redação e curtiu minhas aulas, valeu. Foi realmente do caralho. Saibam que foram tantos feedbacks positivos que decidi transformar o conteúdo das minhas aulas em livro (essa é uma das manifestações).

E para quem achava minhas aulas ruins: pode respirar aliviado. :)

Tiago.

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Os efeitos e o efêmero

21 de julho de 2009

*Por Karen Ferraz, Coordenadora do núcleo de embalagem do GAD’Branding&Design e professora titular do curso Livedesign.

Na nossa aula de marca falamos sobre a questão do durável x o efêmero, sintetizado na frase “as legalzices envelhecem”. Pois bem, nessa semana foi lançada a nova marca da rede de supermercados Pão de Açúcar.

Durante o tempo em que morei em Sampa, o Pão de Açúcar 24 horas da Praça Panamericana foi o meu Zaffari. Me sentia acolhida, otimizava meu tempo escolhendo entre ótimas marcas, gostava da atmosfera, do estilo dos clientes, das senhorinhas contratadas como consultoras, a satisfação era total.

E agora a nova marca: simpática, contemporânea, macia, transparente, leve. Um uso inteligente e estimulante da cor verde.

Ao mesmo tempo eu que reconheci imediatamente essas qualidades, também fiquei desconfiada com relação à durabilidade da própria marca gráfica. Quanto tempo levaria pra essa linguagem parecer ultrapassada? E por que um trabalho tipográfico tão cheio de variações?

Com relação ao segundo ítem, tenho convicção de que é legalzice em excesso mesmo, disputando atenção com o próprio símbolo.

Mas e o símbolo? Será que esses últimos anos me fizeram muito rigorosa e purista? Afinal, vamos combinar que o efeito é muito querido e convidativo. Fora o detalhe de ser uma linha contínua, repararam?

Hummm, acho que estou gostando cada vez mais dessa marca.
Talvez ajustes de tempos em tempos sejam coerentes com o posicionamento deles. Vejamos a justificativa oficial da mudança:

 “Em sessenta anos de história esta é a sexta vez que mudamos a logomarca da rede Pão de Açúcar. Essa atitude mostra nosso compromisso com as mudanças e tendências de comportamento e as adequações que temos que fazer ao longo dos anos para melhor atender e responder as mudanças e expectativas dos nossos consumidores”, afirma José Roberto Tambasco, Vice Presidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar. “A nova logomarca traduz essa atitude da marca cuja vocação é a inovação”, completa o executivo.

Desenvolvida pela FutureBrand, a nova logomarca do Pão de Açúcar se apresenta em formas orgânicas, maior transparência e luminosidade, que remete ao frescor dos produtos, ao formato mais arredondado que confere calor humano, ao uso de um traço contínuo, inspirado na imagem do infinito, e uma cor única, o verde. “Os nossos morrinhos estão mais leves e joviais e reforçam os valores do Pão de Açúcar, como confiança e qualidade”, completa Tambasco ao se referir a algumas das características apontadas pelo grupo de pesquisa durante o processo de desenvolvimento e definição da nova identidade visual da rede.

A mudança teve como ponto de partida o consumidor. Para entender quais as suas expectativas em relação à marca foram envolvidos vários institutos de pesquisa (IBOPE, Research International, FutureBrand BC&H e PA Publicidade) que se utilizaram do branding experience, para analisar a forma com que o consumidor se relaciona com a marca.

Convincente?
O tempo dirá.
Eu já passei a gostar dos morrinhos iluminados. Legalzice or not, combinam muito com minha percepção da marca.

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Alexandre Gomes, professor do curso de poker, ficou em 1o. lugar no Bellagio Cup. Com isso, ele leva para casa o bracelete do WPT e mais um prêmio de US$ 1.187.670, o maior de toda a sua carreira.

Para ver a notícia completa, clique aqui.

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Teve gente que baixou o vídeo para poder analisar frame a frame. Teve gente que leu letrinha por letrinha do texto legal. Teve gente que virou a madrugada para sair na frente dos demais. Teve gente que ficava full-time no Twitter para não perder nenhuma dica. Teve gente ligando para a nossa família para descobrir dados confidenciais. Teve gente tentando subornar os nossos funcionários.

Então, está aí está o vídeo com as 10 mentiras reveladas. Veja se você acertou na mosca, passou perto ou se mandou um Baaaaaaaandeirantes.

A partir de agora, as inscrições do Molotov estão abertas. Todas as informações certinhas estão em www.perestroika.com.br/molotov. Para reservar sua vaga, escreva para molotov@perestroika.com.br.

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Agradecemos a todo mundo que participou. Foi um resultado avassalador. Batemos recordes de views no Youtube. (Imaginem: na maioria dos casos, o pessoal viu nas suas agências/empresas. Isso quer dizer que, na maioria dos casos, contava só um view por causa do IP).

Foram os três dias mais acessados da história do blog da Perestroika.

Foram centenas de e-mails que chegaram com tentativas de respostas.

Foram incontáveis as manifestações espontâneas, seja pelo MSN, via Twitter e ou gente vindo conversar com a gente.

E tudo isso com apenas 3 dias e meio de promoção.

Espero que vocês gostem do programa. Afinal, é isso que importa. Nos esforçamos bastante para fazer um novo curso realmente alinhado com o perfil do criador do futuro.

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Ah, quase ia esquecendo do mais importante. Foram quatro pessoas que acertaram as 10 mentiras. Mas uma respondeu antes de todo mundo. Mais precisamente, dia 14/07, às 20h28. É ela, Tati Jacobsohn, que faturou o prêmio no valor de R$ 1.000,00* (a gente falou que não era mentira!).

À Tati, os nossos parabéns. E aos novos alunos: sejam bem-vindos.

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É com uma certa pena que estamos aqui para anunciar que o curso Criação 1 da Perestroilka morreu. Afinal de contas, esse curso sempre foi o carro-chefe da nossa escola. Foi a partir dele que a Perestroika nasceu. Mas isso já faz 2 anos e meio. E tava na hora da gente atualizar o programa. E colocar o sarrafo mais alto. BEM mais alto.

Foi assim que nasceu o MOLOTOV, o novo curso de criação da Perestroika.
O curso tá foda. Muito foda. Muito foda mesmo. Como você pode ver no vídeo abaixo.

Mas antes de assistir, tem uma coisa que você precisa saber: esse vídeo tem 10 mentiras. A primeira pessoa que enviar um e-mail para mentiras@perestroika.com.br acertando as 10 mentiras vai ganhar um prêmio no valor de R$ 1.000,00*.

Pode mandar quantos e-mails quiser com conjuntos de 10 respostas. Mas é só até terça-dia, 21. Nesse dia, a gente divulga as respostas certas e o vencedor. Para participar, não precisa ser aluno. Pode ser ex-aluno. Não precisa estar interessado em fazer o curso e não vai precisar fazer nenhum. É só acertar as mentiras e mandar as respostas o quanto antes.

Agora sim, o vídeo:

*Mais detalhes sobre a premiação, vejo o texto legal no vídeo.

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O Solon Brochado, meu amigo dos tempos de infância, e colaborador full-time da Perestroika, me mandou esses dias um email bem interessante. Eu achei a ideia legal, acrescentei algumas coisinhas e transformei num post.

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Nos últimos dias, circula pela internet um caso que detona completamente a Nike. É apenas mais um dos tantos casos. O problema foi a forma como a empresa lidou com o problema.

Veja só o texto do Máquina do Esporte:

“Uma brincadeira de férias quase terminou mal para LeBron James, melhor jogador da temporada da NBA, a liga profissional de basquete norte-americano. Depois de ser surpreendido com uma enterrada durante um “amistoso”, o ala precisou da intervenção da Nike, sua patrocinadora, para não virar motivo de piada na internet.

Na última segunda-feira, o astro jogava contra universitários em sua academia, The LeBron James Skills Academy, quando Jordan Crawford, da Universidade de Xavier, aproveitou a distração do jogador do Cleveland Cavaliers para partir em sua direção e enterrar com as duas mãos.

O lance causou espanto e vibração entre os jovens que assistiam ao bate-bola, organizado pela marca esportiva. LeBron, por sua vez, chamou imediatamente o diretor da divisão de basquete da Nike, Lynn Merritt, e pediu para que todos os vídeos fossem confiscados.

Segundo Ryan Miller, câmera da “CBS Sports”, o executivo atendeu prontamente o pedido do jogador: “Ele disse que teria de pegar a minha fita e a dos outros câmeras também. Eu não consigo pensar em nada além de o LeBron não querer isso na internet. É uma boa história para contar para as pessoas, eu acho. Mas estou bravo, perdi minha fita.”

Veja só o novato, tirando uma onda:

É ou não é um prato cheio para a turma do fundão? Para quem curte uma algazarra digital? É ou não é um ótimo motivo para começar aqueles movimentos “Fora Nike”, “Você não pode calar a internet!”, “Adidas Forever!”? Por sinal, já tem neguinho começando a muvuca. Um deles está aqui.

Não seria muito mais fácil eles reverterem o problema assumindo a situação através da sinceridade? A já comentada Abordagem Honesta (se você não leu o post, clique aqui)?

A própria Nike já se utilizou desse recurso para criar comerciais memoráveis. Como este, do Michael Jordan.

A velocidade da internet não dá mais margem para censuras. Como a proliferação das mensagens é quase instantânea, mesmo que o vídeo saia do ar, sempre haverá algum espertinho para fazer download da parada. E aí, não há mais controle. Se a marca negar o que fez, só paga vale.

É como o marido que diz que estava no escritório, mas chega em casa com a marca de batom no colarinho.

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Eu gosto da forma como fez a Domino’s, após o famoso vídeo de dois funcionários preparando uma uma pizza de maneira nada higiênica (o cara metia queijo dentro do nariz e depois colocava sobre a pizza, antes de ir ao forno).

A Domino’s poderia fazer de conta que não era com ela. Poderia fazer de conta que era só uma “piadinha de internet”. Mas ela fez justamente o contrário Num comunicado oficial do seu CEO, também postado no Youtube, encarou o problema de frente. Uma abordagem ágil, honesta e com atitudes imediatas. No final, ainda agradecia aos usuários, que alertaram sobre o vídeo.

O vídeo era meio bundão? Até era. Mas, pelo menos, não tratava o usuário como trouxa.

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Cada vez mais, as marcas vão ter que entender que as mídias sociais são plataforma de relacionamento. E como todo relacionamento, tem dia que está tudo lindo. Tem dia que está tudo maravilhoso. E tem dias que vai ter ter discordância. Tem dias que a marca vai dormir no sofá.

Só não pode ser por causa do batom no colarinho.

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P.S.: Aqui na Perestroika nós tivemos um caso bem famoso (guardadas as devidas proporções). É o clássico “Perestroika vs. Fernando”. Clique aqui para ver nosso post e aqui para ver os comentários do próprio Fernando. Hoje, tudo isso virou motivo de piada. O Fernando virou nosso amigo e a gente lembra do fato com bom humor.

P.S.2: Ignorem absolutamente tudo o que eu falei se todo esse episódio for um viral da Nike planejado nos mínimos detalhes.

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