Ôpa!

30 de setembro de 2009

Hoje eu gostaria de falar para vocês do Ôpa!.

Praticamente todo tipo de evento se enquadra como potencial interessado na cultura do Ôpa!. Se você é convidado para um happy hour com os ex-colegas de trabalho, tá valendo. Na festa final de ano da empresa, mais do que justo. Em congressos, premiações, eventos profissionais, o Ôpa! poderia se transformar numa ferramenta poderosíssima.

Mas o que é o Ôpa! afinal?

Bom, imagine que você chega num evento onde você conhece boa parte dos convidados. Eu não sei de vocês, mas eu acho meio chata aquela função de cumprimentar um a um. Parece uma procissão. Claro que tem gente que eu gosto e quero dar um abraço apertado. Mas também tem uns conhecidos onde o cumprimento é meramente protocolar.

Se eu levantasse o braço e gritasse um Ôpa! geral, que atingisse todo mundo de uma vez só, não seria mais fácil? Depois, aos poucos, eu iria falar com as pessoas que eu tenho mais intimidade. Justo, não?

O problema é que a cultura latina vê isso como meio desrespeitoso. Tem um arzinho de deselegância, soa meio blasé. Onde já se viu, não vir aqui me dar um beijo?

Mas caras: qual é o problema? Pense no tempo que você ganharia. Pense nos beijos babados de tias distantes que você evitaria. Pense em quantos “e aí, como está a vida?” que você evitaria.

O Ôpa! é um serviço de utilidade pública. O Ôpa! é a Rede Globo dos cumprimentos. Fala com todos de uma vez só. Serve para todas as idades: crianças, adultos e até o pessoal mais velho.

Claro que tem casos e casos. Claro que tem exceções. O Ôpa! não tem como objetivo substituir as expressões de afeto. Se você chega no Reencontro da sua turma do colégio, e revê todos os seus amigões de uma só vez, pô: ignore o Ôpa!. Vai lá e dá um puta abraço nos caras.

Veja bem: o objetivo dessa sugestão é simplesmente evitar o ato mecânico. Assim você tem mais tempo para você curtir quem você realmente quer beijar, abraçar e tudo mais.

Quantas vezes você saiu de uma festa à francesa, para não ter que dar tchau para todo mundo? Todas as pessoas fazem isso, e fazem isso porque o Ôpa! ainda é visto com preconceito.

Já pensou? Era só levantar a mão no meio da pista, gritar um Ôpa! e sair tranquilo, com a sensação de dever cumprido.

Aqui na Perestroika, o Ôpa! talvez nem funcionasse muito bem. A gente se envolve afu com a galera, começa a gostar do pessoal de verdade e, muitas vezes, vira amigo dos alunos (quando eles já não são nossos amigos). Mas em tantas outras situações formais, eu acho que o Ôpa! seria uma verdadeira redenção.

Constanza Pascolato: por favor, institua o Ôpa! como regra de etiqueta do seu próximo livro. Fale do Ôpa! no Fantástico. Chega de preconceito ao Ôpa!.

Ame o próximo. Dê sem esperar nada em troca. All we need is love. Sim, tudo isso é verdade. Mas sempre tenha um Ôpa! na manga.

Tiago.

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Explicando a Palestra Secreta

29 de setembro de 2009

Todo mundo sabe que de boas intenções o inferno tá cheio. E que, às vezes, só a boa intenção não basta. Quando a Perestroika começou a divulgar a “Palestra Secreta” (leia o post abaixo) a gente logo mudou para “Palestra Secreta no Set Universitário”. A intenção era das melhores, mas parte do tiro acabou saindo pela culatra.

O que aconteceu é que muita gente começou a questionar a organização do 22º Set Universitário, querendo saber mais informações sobre a tal Palestra Secreta. O que obviamente gerou alguns transtornos lá na PUC.

Do jeito que foi escrito, tanto no blog quanto no twitter, parecia mesmo que o evento fazia parte da programação oficial do SET. Mas não fazia. E depois de uma conversa bem tranquila com o pessoal da Famecos, achamos mais que justo e correto da nossa parte retificar e esclarecer essa questão.

Para deixar bem claro: a nossa palestra de ontem de manhã NÃO faz parte da programação do SET. O que aconteceu é que uma delegação argentina, que veio a Porto Alegre para participar do evento, quis conhecer a Perestroika e trocar uma ideia com a gente. Para essas pessoas, o SET acabou proporcionando uma experiência extra. E foi a partir dessa observação que a gente colocou a marca deste evento no título do nosso post.

Tinha, é claro, uma intenção de brincadeira. Mas realmente não medimos o alcance que a divulgação disso no nosso blog e no twitter teria. E muito menos que tipo de confusão isso poderia gerar lá na organização. Não era a nossa intenção. Foi mal, pessoal.

De resto, acho que vale a pena reforçar que mesmo assim, o nosso evento de ontem foi muito legal. E que, assim como escrevemos no primeiro parágrafo do post de ontem, admiramos o Set Universitário como evento congregador de alunos, profissionais e professores da comunicação.

Acho que está tudo esclarecido. A todos que ainda tem tempo, aproveitem o SET.
Mas continuem ligados, porque Palestras Secretas da Perestroika continuarão acontecendo.

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Às 17 horas de hoje, será aberto o 22º Set Universitário, um evento heroicamente promovido pela diretoria, professores e alunos da Famecos desde 1988. É um evento bem legal que acontece na PUC aqui de Porto Alegre. Já participei como aluno algumas vezes, concorrendo a prêmios. Já fui também dar umas duas oficinas. E ano passado, pela Perestroika, fizemos uma palestra memorável lá, que foi realmente de emocionar.

Este ano, a participação no Set aconteceu de um jeito diferente. Tudo começou com um convite du caralho que recebemos da Vanina Barbone, uma RP argentina que nos assistiu na palestra do ano passado. Ela estava meio que na organização da Caravana de Córdoba para o Set e quis trazer o grupo aqui hoje para conhecer a Perestroika.

Resultado: hoje de manhã, eu (o Felipe), o Tiago, o Gaspar, a Marina e o Jean recebemos essa delegação Argentina com 21 pessoas aqui para uma palestra especial. A Palestra Secreta da Perestroika no Set.

O pessoal foi recebido no maior Padrão Iogurte. Pão de queijo, Açaí, Chimarrão, apresentação em espanhol e um monte de música brasileira massa. Passamos a manhã inteira conversando.

A gente apresentou a Perestroika e mais algumas histórias que andam rolando por aqui. Falamos um pouco sobre o mercado argentino, sobre o Colégio Universitário IES onde a maioria deles estuda, sobre comunicação digital e sobre Córdoba, é claro.


O mais legal de tudo foi essa parte. A possibilidade de ouvir a palestra dos convidados. Porque a minha experiência com os encontros sempre foi de muita correria e pouco tempo para trocar. E uma conversinha rápida já ajuda tanto a não só contar histórias, mas ouvir elas também. E ver como pessoas que se parecem contigo estão em muitos lugares.

E é por isso mesmo que desde essa manhã o grupo de Córdoba passa a fazer parte da Comunidade Perestroika. E a genta, à Comunidade de Córdoba, porque, como ficou combinado hoje, no primeiro semestre do ano que vem, passaremos uma temporada em Córdoba, para a primeira aparição internacional da Perestroika.

A Palestra Secreta foi ótima. Uma supresa excelente numa segunda-feira de manhã chuvosa. Certamente, temos que fazer outras. Faremos outras.

Beijos,
Felipe

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Dunga na Perestroika.

21 de setembro de 2009

Sexta à tarde, estávamos na palestra da SBDG (em breve faremos um post sobre isso), minutos antes de começar. Então toca o meu celular. Era o Nando Gross:

- Alô?
- Tiago?
- Eu.
- Rapidinho: pode confirmar o Dunga. Acabou de fechar.

Na hora, eu fiquei muito feliz. Já fiz um tweet precário, do Iphone, e disparei a notícia. “Dunga vai estar no Kick Off“. Só que, estranhamente, voltei para a palestra e desliguei do assunto. Só hoje de manhã é que me caiu a ficha. O técnico da seleção brasileira vai vir na Perestroika. Caralho: o técnico da seleção vai vir aqui!

Acho que caí na velha armadilha de menosprezar o que está perto de nós. Só porque o Dunga almoça no Barranco, só porque ele é nosso vizinho, isso não tira nenhum pouco o mérito desse puta convidado.

Porque se eu dissesse que estava vindo o Mano Menezes, o Muricy Ramalho, o Wanderley Luxemburgo ou até um técnico gringo (tipo o Carlos Bianchi), a notícia teria outra repercussão. Vai dizer?

Acho que a resistência ao Dunga continua sendo uma certa herança da Era Dunga. O volante quebrador de bola. O técnico que não sabe porra nenhuma. Mas a gente não vai cair nessa. O Dunga não é só mais um professor no programa. É o técnico da seleção! É o técnico da seleção!!!

***

Depois dos últimos resultados, o Dunga se afirmou definitivamente. Calou a boca de todo mundo - a minha inclusive. Ganhou respeito da imprensa, da torcida e defensores até na Argentina.

O Dunga-que-nunca-foi-treinador virou o Dunga-que-humilhou-a-Itália.

O Dunga-que-não-entende-nada-de-futebol virou o Dunga-que-deu-um-nó-tático-na-Argentina.

O Dunga-que-era-só-uma-aposta virou o Dunga-que-tem-91%-de-aproveitamento-em-2009. Por sinal, os números do cara são impressionantes. Melhores que os do Felipão.

2006
6 jogos, 5 vitórias, 1 empate (90,5%); 14 gols (média de 2,14 por jogo)

2007
18 jogos, 11 vitórias, 5 empates, 2 derrotas (70,4%); 38 gols (média de 2,57 por jogo)

2008
11 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 2 derrotas (63,6%); 18 gols (média de 2,11 por jogo)

2009
9 jogos, 8 vitórias, 1 empate (91,7%); 25 gols (média de 2,75 por jogo)

Pois é. O Dunga vai vir na Perestroika. Caralho! O Dunga vai vir na Perestroika!

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Vamos Se Falando.

16 de setembro de 2009

Na segunda-feira, tivemos uma aula sobre Empreendedorismo com o João Falcão. O background do cara impressiona: é pós-graduado em Harvard nas áreas de liderança, sociedade civil e desenvolvimento. Mas o que mais me impressiona é ver a visão moderna que ele tem do mundo dos negócios. Muito diferente do modelo que se encontra grande parte do mercado.

Durante a aula, ele apresentou esse vídeo do Waldez Ludwig, que é meio antiguinho, mas continua bastante atual.

Gosto muito da figura do “capataz” que ele cria nesse exemplo. Quem não conhece um pinta assim, que vive zanzando de um lado para o outro? Só observando o trabalho alheio?

E não estou falando do profissional que sabe delegar. Isso é um talento, e um talento fundamental para alguém que sabe extrair o máximo da sua equipe. Estou falando do picareta-profissional, o arroz-de-reunião. Aquele cara que está sempre ali. Fazendo o que, não sei.

Uma vez me disseram que “o melhor lugar para um incompetente se esconder é numa tarde de reuniões”. Não quero generalizar. Tem vezes que a gente fica enfurnado em várias discussões importantes, estratégicas e produtivas durante um dia inteiro. Às vezes, durante semanas.

Mas também é verdade que é muito fácil o cara se camuflar em meio a discussões que não levam a lugar algum. Tem gente que tem vocação para isso. Tem gente que faz carreira assim: saindo de uma sala para outra, só dizendo os clichês, só colocando panos quentes, só concordando com os dois lados.

Para mim, a melhor maneira de saber se uma reunião foi útil ou não é o “Fator Vamos Se Falando”. Se você sair de uma discussão e a única coisa decidida é um “Vamos se falando”, cuidado. A reunião provavelmente não adiantou para muita coisa.

Até queria escrever mais sobre o assunto, mas não vai rolar. O pessoal está me chamando para uma reuniãozinha interna que vai até tarde.

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Quando o beta amadurece.

14 de setembro de 2009

(P.S.: Este post tem tudo a ver com vários dos conteúdos abordados no Mthfckr, que foi lançado oficialmente sexta-feira. Se você quer saber mais, clique aqui.)

Todos nós somos razoavelmente ligados nas coisas legais que acontecem por aí. E é natural que a gente se empolgue com essas novidades. Que a gente olhe um comportamento bacana e diga “putz, vou experimentar isso também”.

Aí, a gente vai tentando, seja no trabalho, seja em criações autorais, desenvolver projetos que se utilizem dessas tendências. E veja bem, não é por ser um abobadinho. Não é “porque é moderno, também temos que ser modernos”. Penso que existe um sentido muito mais nobre. Testar é o único jeito de transformar um “comportamento beta”, um “comportamento em teste”, em algo concreto, útil e interessante para a sociedade.

Eu sempre admirei o flashmob como fenômeno de mobilização. Primeiro, porque ela uma prova de que a linguagem da internet não é algo literal, não é “o que acontece dentro do computador”. É um comportamento também do mundo offline.

Segundo, porque prova a força das pessoas, dos indivíduos comuns, que não precisam ocupar a presidência de um país ou de uma empresa para influenciar um grupo. E como grupo, ela ganham uma voz que não ganhariam sozinhas.

Terceiro, por um certo deboche, um desapego, uma atitude de não se levar muito a sério. E o mundo precisa disso.

Eu só achava a maioria dos flashmobs meio bobos. Tipo, sempre me perguntava “por que isso aconteceu?”. Tinha uma mensagem que eu não entendia? Tinha uma sentido? Me parecia que a mobilização em si era o mias interessante. Mas depois de acontecido, eu espremia e não via um objetivo, um recado, uma função. Entendia que era um “comportamento beta”, e não sabia se um dia ele iria amadurecer para algo realmente legal.

***

Você deve ter visto o mega flashmob que rolou no show da Oprah. Se não viu, veja. E veja até o final, porque mostra como tudo foi planejado.

Acho que essa é a prova de que o “flashmob como linguagem” amadureceu. E quem bom. A partir de agora, acho que o flashmob passa a ser mais uma maneira de se expressar clara e organizada. Me arrisco a dizer que esse acontecimento já é um case, já é histórico nesse sentido. Um divisor de águas para a linguagem.

Imagino que não vai mais ser uma “coisa louca de gente que não tem o que fazer”. É mais um ponto de contato/mídia/plataforma de influência/meio de expressão que, bem usado, pode ser poderosíssimo.

Eu já adorava essa música e acho que a combinação do som com o movimento foi simplesmente espetacular. Não sei se foi the coolest thing ever, como disse a Oprah. Mas que foi animalmente do caralho, foi.

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Lançamento MTHFCKR

11 de setembro de 2009

O vídeo fala por si.

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Curso Arquitetura Efêmera

10 de setembro de 2009

Estamos lançando mais um curso. E é um curso que nos dá muito prazer de lançar.

É o curso de Arquitetura Efêmera. Uma área da arquitetura relaciona a cenografia, instalações e estandes. Um puta curso com um puta time de profissionais. Padrão Iogurte, como de costume.

A começar pelas coordenadoras: Daniela Jacques e Tanise Petersen, arquitetas e diretoras da Divisão de Efêmeros, um dos poucos escritórios de arquitetura dedicados especificamente a essa área. As duas tem uma puta formação. Se graduaram na UFRGS e ambas são pós-graduada pela Universidade Politécnica da Catalunya, na Espanha.

Olha que legal as especializações que elas fizeram: “Eventos e Conceitos Cênicos”, “Elementos Expositivos e Museísticos” e “Arquitetura, Arte e Espaços Efêmeros”.

Dá uma espiada no programa do curso aí embaixo.

E ainda teremos uma Master Class com o Gringo Cardia. Trata-se de um grande cenógrafo brasileiro. Não sei se é cenógrafo, designer, artista. Difícil definir o que ele faz. Mas só para ter uma idéia do que o cara tem no currículo dele:

Em sua trajetória, criou cenários para mais de 100 peças de teatro, sob direção de grandes nomes como Antonio Abujamra, Amir Haddad, Bia Lessa, Hector Babenco, Miguel Falabela, Enrique Diaz, Denise Stocklos e outros. Seu currículo também conta com direção de mais de 50 videoclipes institucionais e de música no Brasil.

O artista também marcou forte presença no exterior, realizando projetos de design para a joalheria H.Stern, em Nova Iorque, desenhando o pavilhão brasileiro na Expo 2000, em Hannover, Alemanha, além de ter criado o vídeo da campanha de controle de armas da Anistia Internacional, exibido em Londres e Nova Iorque. O trabalho reconhecido no Brasil e no exterior lhe rendeu os prêmios Shell, TIM, APCA, Sharp, APETESP, VMB Brasil, VMB USA 1990 e no Festival de Cinema de Brasília.

Atualmente, dirige a produtora Mesosfera com sua irmã, Gringa Cardia, no Rio de Janeiro. Criou, em 2000, a ONG Escola Fábrica de Espetáculos – Spectaculu, com a atriz Marisa Orth, para capacitar alunos de comunidades de baixa renda em técnicas de artes visuais.”

Foda né?

E tem mais uma coisa que nos dá muito tesão de fazer esse curso, que é: não é um curso de publicidade ou de comunicação. Depois dos programas de Arquitetura de Informação, Kick Off, PokerStars e o Superstylin’ é mais um curso do nosso portfolio que reforça que a Perestroika há tempos deixou de ser uma escola de propaganda. É uma escola de atividades criativas.

Estamos comemorando aqui.
Se interessou? Fala com a gente.

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Coloca água no feijão.

9 de setembro de 2009

O filho do Felipe pode nascer a qualquer momento. Eu também, estou cheio de coisas para resolver extra-pauta. Com cada vez menos tempo, e com a Perestroika crescendo, tivemos que chamar mais uns caras legais para fazer parte da nossa equipe.

E aí, chegar ao nome do Eduardo Friedrich, mais conhecido como Dudu, foi moleza. Além de um pinta curioso, interessado, cheio de referências (meio sabe tudo), ele ainda domina várias plataformas que são importantíssimas aqui no nosso dia-a-dia. E claro: um cara muito gente fina.

O Dudu vai ser um dos responsáveis por uma função que, assim, num post, é muito difícil explicar. Mas ele vai trabalhar diretamente com “a estética Perestroika”. Não apenas na parte de imagens e vídeos, mas também em termos de conteúdo. Como eu falei: é bem difícil explicar.

Bem-vindo, Dudu.

P.S.: A segunda vaga, que a gente achava que estava preenchida, não está mais. Alguém se habilita?

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Polêmica - parte 2.

4 de setembro de 2009

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