Gestores de contas

18 de agosto de 2008

Hoje é o primeiro dia de aula da Turma 2 do Gestão de Contas.
Mas, o que a gente tem pra falar e ainda da Turma 1.

Provavelmente, a tarefa mais difícil das 36 horas de aulas e de mais de 170h de preparação (sim, a gente discute demais) foi a escolha dos indicados.
Se já era difícil entrar em consenso sobre o template das aulas, imagina sobre algo tão mais importante, e até subjetivo, como “os escolhidos”.

Eles foram os alunos que mais se destacaram, que demonstraram tesão e capacidade. Os critérios foram: consistência, interesse, pertinência, capacidade de argumentação, disciplina e muita, muita vontade de aprender.

O mais legal é que entre esses indicados tem desde uma pessoa que nunca trabalhou com propaganda, e que tampouco tem formação na área, até uma legítima gestora de contas. O que comprova a nossa tese de que sempre há espaço pra quem quer aprender e crescer.

A Carol Dutra fala com uma segurança e fluência que não condizem com sua pouca idade e experiência em propaganda. Ela não se intimidou em nenhum momento e sempre colocou seu ponto-de-vista. Inclusive chamou bastante atenção sua segurança e capacidade de argumentação especialmente com os professores.

A Cláudia Schneider foi a aluna que mais enriqueceu a turma com referências e exemplos profissionais. Mas, isso a gente já esperava da aluna mais experiente da turma. A gente que trabalha com comunicação sabe que bem mais difícil do que significar e ressignificar. A Cláudia ganhou nossa indicação e nossa confiança de ir muito mais longe do que ela já foi justamente por essa capacidade.

O Júlio Mendez já ganhou muitos pontos logo na arrancada. Não apenas porque a formação em psicologia ajuda muito na área da comunicação, mas pelo peito que ele teve em cair de pára-quedas em um universo completamente novo para ele. Essa postura que mistura coragem, desbravamento e humildade para saber agüentar e lidar com o não-saber o fez voar alto nas nossas aulas.

Então, se alguém estiver precisando de atendimento competente por aí, pode indicá-los de olhos fechados. A gente assina embaixo. Só não pensem que eles vão aceitar trabalhar em um lugar qualquer.

E para o pessoal da nova turma: estamos ansiosos para colocar o nome de vocês aqui.

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Gestão de Contas mandando bem.

6 de agosto de 2008

A Perestroika vai longe. Vejam essa.

O Blog Fazendo Atendimento Publicitário (para ver o blog, clique aqui), do Rio de Janeiro, foi criado com o objetivo de reunir e discutir o dia-a-dia dos Atendimentos. As discussões ficam mais em cima do mercado do centro do país. Até porque, é onde eles trabalham.

Pois eles ficaram sabendo do Gestão de Contas. E ficaram muito admirados. Tanto que entrevistaram a Fernanda Tegoni, coordenadora do Curso, para entender melhor a iniciativa.

Abaixo, a reprodução na íntegra. Se você preferir, clique aqui.

“Curso Gestão de Contas da Perestroika

Notícias boas de Porto Alegre. Para quem quer boa formação específica em Atendimento vem aí a segunda edição do curso Gestão de Contas, promovido pela escola Perestroika. As aulas começam no dia 18/8.

Quem ministra o curso é Fernanda Tegoni (Diretora de Atendimento da Paim Comunicação), junto com Laura Kroeff (Diretora de Planejamento da Box/SP) e João Batista Cabral de Melo (Gestor de Marcas da Grendene). Segundo Fernanda, “ao contrário do que os guris do curso de Criação da Perestroika tentam fazer com os criativos, isto é, desglamourizar e mostrar que tem muito mais de trabalho e menos de brilho, a gente do curso de Gestão de Contas acha que a profissão de Atendimento deve ser glamourizada”. Então, fica combinado assim. Aqui no FAP a proposta também é essa, por isso fomos conferir todos os detalhes desse curso. Leia abaixo a entrevista com Fernanda Tegoni e corra para se inscrever!

KV – Fernanda, como você enxerga o trabalho do Atendimento?

F.Tegoni - Nosso trabalho é parte fundamental não só de uma agência de propaganda, mas de qualquer empresa prestadora de serviços. É a partir da gente que nasce todo grande trabalho. E todo trabalho medíocre. E pode ser a nossa atuação o que define se vamos ter um resultado (grandioso) ou outro (medíocre). Então, queremos incentivar todos os alunos a fazerem a diferença nos processos e trabalhos. E depois, queremos cobrar do mercado que reconheçam isso. E queremos comemorar e fazer parte de todo o sucesso que resulta dos nossos esforços. Na verdade, existe uma grande miopia do mercado como um todo em relação à função do Atendimento. Miopia das agências. Dos profissionais. Dos estudantes. Dos criadores. Das universidades. E muitas vezes até do cliente. O que, como tudo na vida, tem o lado bom e o lado ruim.

KV – Explique melhor esse lado bom e o lado ruim.

F. Tegoni - O lado ruim é que sem profissionais de ponta no mercado fica difícil formar novos profissionais que mantenham o padrão de excelência, porque o padrão de excelência é baixo. Porque profissionais despreparados geram processos caóticos, que oneram as agências, atrapalham a vida da criação, não satisfazem os clientes e podem colocar toda a cadeia produtiva do trabalho em risco. Mas o lado bom é que para quem se interessar em estudar, em aprender, em se preparar, existe um mercado grande, com pouca concorrência. Pra esses, vai ser bem mais fácil se colocar e se posicionar como um Atendimento realmente diferenciado. Então, Atendimentos, estudem! Estudem muito!

KV - Qual é exatamente o target do curso?

F. Tegoni - O curso é pra iniciantes na área de Atendimento, não necessariamente na propaganda. E ele é abrangente o suficiente para atingir Atendimentos não só de agências de propaganda, mas de qualquer fornecedor de comunicação. Até mesmo profissionais da área de comunicação do cliente podem ter um bom aproveitamento do curso. Nós focamos no público iniciante por vários motivos: as faculdades (aqui no sul, pelo menos) não preparam esses profissionais e eles entram no mercado completamente crus, e, o pior, sem nem saber o que precisam fazer ou saber pra se tornarem profissionais diferenciados. A gente acredita que um profissional de Atendimento pode ter um papel relevante dentro do processo de comunicação como um todo, desde o início da sua carreira. Estagiários podem ser estratégicos para as agências e é nesses que elas investem. O período de aprendizado é longo (infinito, até) e tem muita coisa pra ser absorvida: o quanto antes o profissional despertar pra isso, mais chance dele se tornar, um dia, um Atendimento diferenciado. Profissionais iniciantes têm menos vícios e verdades prontas (que este mercado está cheio), o que aumenta significativamente a chance da gente conseguir transformar esses profissionais. A gente tem, de verdade, essa intenção: transformar nossos alunos.

KV – Então, a intenção do curso é ir fundo mesmo.

F. Tegoni - É mais que uma intenção, é um compromisso. A gente diz isso no primeiro dia de aula. Pensamos em todo o conteúdo das aulas objetivando que os alunos possam aplicá-lo no dia seguinte e que, no final do curso, eles saiam realmente diferentes (profissionalmente e até pessoalmente). Pode parecer pretensioso, mas é o que nos move a fazer um curso realmente diferenciado. O resultado disso na primeira turma já foi impressionante: muitos alunos trocaram de emprego, outros foram promovidos, outros chutaram o balde do que faziam e começaram numa nova área, outros, que estavam completamente perdidos, se acharam. Os depoimentos são lindos. A gente queria mexer com eles. E conseguiu. Te confesso que no início do curso pode até parecer meio desesperador pra eles, pois a gente põe por água abaixo quase tudo que eles aprenderam sobre Atendimento. E, ao longo do curso, a gente reconstrói essa função dando a ela muito mais responsabilidade, importância, seriedade, consistência, técnica e glamour. E deixamos claro que o curso foi só uma sementinha (não somos tão pretensiosos a ponto de achar que 13 encontros de 3 horas vão ensinar tudo o que eles precisam). O objetivo é sacudir, mexer com os preconceitos, abrir a cabeça, mostrar uma maneira diferente de encarar o profissional. Queremos ensiná-los a pensar e a pensar diferente. Em cima de qualquer coisa.

KV – Falando mais especificamente sobre o curso, como foi a elaboração do programa e que aspectos vocês optaram por enfatizar?

F. Tegoni - Na hora de montar o programa do curso, a gente acabou chegando num dilema. Como organizar didaticamente o conteúdo e dividir as “disciplinas”? Ao contrário da criação, onde os profissionais são agrupados em duplas, cada um com foco bem determinado de trabalho e conhecimento, o Atendimento, pela natureza do seu trabalho, acaba tendo que entender de tudo um pouco e ter uma visão bem mais pluralizada, né? Seja dentro da agência, onde o Atendimento desempenha um papel meio de maestro regente, e tem que entender bem cada área. Tem os segmentos do mercado: tem gente que atende indústria um dia, no mês seguinte tá atendendo varejo e um ano depois ganha mais uma conta de serviços (e são dinâmicas completamente diferentes). Sem falar nos mercados propriamente ditos: moda, mercado imobiliário, automotivo, telefonia, calçados (que têm as suas peculiaridades). Então, depois de muita discussão e questionamentos, a gente decidiu dividir o curso em 3 grandes blocos de assuntos: Processos, Pessoas e Estratégia.

KV – Me parece muito interessante e muito completo.

F. Tegoni - É importante ressaltar que essa divisão tem efeito didático. A gente enfatiza o tempo todo que o bom Atendimento é o que consegue alcançar a excelência nas três áreas. E no dia-a-dia do trabalho, muitas vezes não é possível separar uma coisa da outra. É por isso que qualquer um dos três professores poderia abordar qualquer um dos três assuntos. É por isso também que sempre tentamos estar os três presentes em todas as aulas. Temos sempre, no mínimo, dois. E a gente dá a aula meio junto. Porque há estratégia por trás dos processos, há processos por trás dos relacionamentos e há muito relacionamento (ou pessoas) por trás das estratégias.

KV – Há algo sobre Planejamento no curso?

F. Tegoni - Na verdade, não temos nada de planejamento propriamente dito. Temos de estratégia que, aí sim, está (ou pelo menos deveria estar) na vida de qualquer profissional de Atendimento, mesmo estagiário. Importante: a gente sempre tenta traduzir tudo em uma linguagem bem simples, coloquial, com analogias e exemplos do dia-a-dia, mostrando que dá pra eles fazerem estratégia bem feito.

KV – Me fale um pouco sobre a escola Perestroika.

F. Tegoni – A Perestroika é uma escola que apresenta um conceito novo de educação, aplicado a diversas áreas do conhecimento, não só da propaganda. Criamos um conceito de aula-espetáculo. Unindo forma e conteúdo de uma maneira que os publicitários sabem bem fazer. Hoje, além do curso de Gestão de Contas, existem outros cursos. Ainda de áreas afins, mas gradativamente incorporando conteúdos mais abrangentes, como “a linguagem da internet”, “o design” e “o som” em módulos inéditos, sempre com um time de professores de nível internacional. Convido a todos a visitar o nosso site .

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P.S. Obrigada ao Rogério Tatsch, Atendimento da Agência Matriz, que me deu a dica e tornou possível a divulgação desse curso tão bacana.”

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Bem-vindos à Perestroika

4 de agosto de 2008

Sejam todos muito bem-vindos ao nosso novo blog.

Sejam todos muito bem-vindos ao nosso novo site.

A partir de hoje, é aqui que a gente se encontra para trocar idéias. A novidade média é que agora dá para ver todas as informações dos cursos nessa mesma página. A grande novidade é que muito em breve vamos ativar os blogs dos cursos.

Ou seja, você paga 1 blog e leva 6.

Basta usar os filtros ali do lado para ver os posts dos blogs que mais te interessam. Ou ver tudo de todos por aqui, no centralizador de posts. E você pode assinar o RSS do blog que te interessa.

Aproveitando o ensejo: se você não sabe o que significa assinar o RSS, você deveria fazer o Mash Up, que está todo descritinho, nos mínimos detalhes, ali em cima, no menu “cursos”.

Bom proveito para vocês.

Boa sorte para nós.

Bem-vindos à nova Perestroika.

8 Comentários | Categoria: Consumer Beat, Criação, Design, Gestão de Contas, Mash Up, Perestroika, Som