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Malas da noite.

10 de março de 2010

Nos últimos tempos, circulei por todo o tipo de pico. De barzinhos populares a festas secretas. De áreas vip a botecos com barata. De pubs mauricinhos a shows alternativos. Algumas baladas inesquecíveis. Algumas noites que eu não lembro de nada.

Tive aí, sei lá: uns quase seis meses de estudo antropológico na noite. E apesar das propostas diferentes e dos públicos diversos, parece que alguns personagens se repetem. Aqueles tipinhos que, não importa o pico, sempre estão lá, azucrinando a vida da gente.

São os malas da noite.

Vamos ver se você concorda comigo. E se reconhece as figurinhas.

Desconhecidos que viram seus melhores amigos instantaneamente
O cara viu você uma vez na vida. É o amigo do amigo do amigo do amigo da vó do Badanha. Você é o Roberto? Mazzzzáááááááááá!!!! Lembra de mim? A gente se conheceu há uns seis meses na casa do Pupilo!

Daí vem o abraço suado, a apresentação para todos os seus parceiros e uma rodada de ceva que ele faz questão de pagar. Por fim, ele sempre conta alguma mentira sobre uma gostosa que ele quase pegou.

Minas que gritam iurrrrrrrú!!!
Você concorda comigo que, numa casa noturna, o som é alto. Mas ainda assim, sempre tem uma fofinha que entra a mil na roda de amigas gritando “iurrrrrrrrú!!!”. Esse gritinho, por mais inocente que seja, me causa calafrios. Está se divertindo? Gosta da música? É fã do DJ? Legal. Mas por favor, poupe meus tímpanos.

Mijão de chão de banheiro
Os homens não costumam acertar o buraco do vaso sanitário. Não me pergunte por que: simplesmente somos assim.

Agora, no mictório não tem como errar, né?

Passou da 1h da manhã, o banheiro masculino vira um campo minado. É pior que banheiro de estádio de futebol. Ou você vai com calma e pisa nos pontos estrategicamente secos, ou você…splash!

Vovô garoto
Tá, eu sei que não sou mais guri de 20 anos. Mas pelo jeito que eu me visto, pelas amizades que eu tenho com gente mais nova, e pela pilha, acho que eu até me camuflo bem no meio da multidão.

Agora, tem uma categoria de tiozinho, que é o cabeça-branca-bronzeado-e-vestido-como-gurizão que, sei lá. Parece meio fora de contexto.

Veja bem: não tem nada a ver com a idade da pessoa. Esse final de semana mesmo: encontrei dois amigos de 40 anos que estavam super à vontade no pico.

Mas o vovô-garoto é um tipo muito específico, e justamente muito fácil de identificar. Ele é meio fantasiado. Meio fake. Quer bancar de garotão, quer mostrar que é malandro.

É meio como o Roberto Justus quando fala “galera”. Ou como o Faustão quando veste aquelas camisetas estampadas. Não sei o que é. Só sei que é estranho.

Air Guitar Hero
Bastou tocar uma música com riff legal, ou um solo debulhante, que sempre vai ter um herói solitário na pista mostrando suas habilidades no Air Guitar (Air guitar, para quem não sabe, é fingir que você está tocando uma guitarra, mas no ar).

Nada pode queimar mais o filme.
Nada é mais pega-ning.
Mas se isso faz o cara feliz, que bom. Manda ver, Slash!

Baranga que se acha
Você está sem relógio, vira para o lado e pergunta na maior inocência do mundo para a guria: Tem horas?

Ela olha para você, vira a cara e faz que não ouviu. Será que ela acha que isso é uma trova (!!!!!)? Pelo visto, acha.

Frases como Aqui é a fila para pagar? ou Você sabe se eles aceitam Master?, que são mais inofensivas que um Air Guitar Hero, só servem para me lembrar de que existem muitas barangas que se acham. Ainda mais em Porto Alegre.

Teve um dia que eu achei uma consumação no chão e perguntei na maior boa vontade: Essa comanda é sua?

Bebi de graça a noite inteira.

Fumantes casuais
Apesar de respeitar as opiniões contrárias, eu acho que fumar é um lance muito paga-vale. Mas, ok: depois de viciado, não tem muito o que fazer.

Agora, o bebum que acende um cigarro para parecer mais legal, na boa: não merece o meu respeito. Além de ficar com um bafo palha, de esfumaçar roupas e cabelos e de me causar um câncer por tabela, esse cara se escalou para o time da cafonice. Convenhamos: faz bastaaaaaante tempo que fumar era sinônimo de ser cool, né?.

Os pseudo macho-alfas
Você reconhece o imbecil de longe. Não adianta pedir licença educadamente. Ele quer porque quer que você esbarre e, assim, comece uma discussãozinha de nariz empinado. Tá com algum problema, meu irmão/brother/malandro/rapá/etc.?

O mais engraçado é que o cara realmente só quer discutir, e não sair na mão. Ou você já viu um desses caras brigar de verdade?

Eu nunca vi.

OBS: Se você é um desses pseudo-macho-alfas, clique aqui, aqui, aqui ou aqui. Tenho certeza que os links podem ajudar bastante.

Discípulos do MM*
Está cada vez mais comum ver caras com chapéus estranhos, roupas coloridas ou tamancos altos. Eu me arrisco a dizer que não é nenhuma novidade na moda. São os deslumbrados que recém encontraram dicas de approach na internet e acham que estão apavorando na night.

Conselho de amigo? Guarde isso para o Carnaval.

(*MM é um lance que, se você não faz ideia o que é, não precisa se preocupar em descobrir.)

Empata-foda
Por último, eu resolvi fazer uma homenagem ao personagem que eu acho mais insuportável na noite: o Empata-foda.

Acho que o nome é auto-explicativo. Mas caso você não tenha entendido, eu explico melhor. Segundo a Wikipedia, “Empata-foda” é aquele cara/mina que empata a foda dos outros.

Entendeu agora?

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Os 5 finalistas do Wi Orgs.

9 de março de 2010

A verdade é: ainda não temos um vencedor do Projeto Wi Orgs. Mas já avançamos bastante, e chegamos nos cinco finalistas, que são (por ordem alfabética):

Current, de Letícia Haag e Marcela Altmayer
e-Sports Brasil, de Rodrigo Nery
In, de Juliana Laguna, Marina Bortoluzzi e Luísa Fedrizzi
Olé F.C., de Bruno Nunes
Salto.com, de Laura Blankenheim

Realmente, vocês estão de parabéns: os projetos de vocês estão do ca-ra-lho.

***

Aos demais participantes, eu só tenho a dar os parabéns. E por mais protocolar que isso possa parecer, acreditem: vocês realmente fizeram um excelente trabalho.

Foi justamente por esse alto nível que a gente, só agora, com vários dias de atraso, conseguiu chegar ao short-list. Era muita coisa boa. Foram muitos “é, mas esse aí a gente não pode cortar”, “é, esse projeto não pode sair do short-list”, “é, pensando bem, temos que aumentar os finalistas”.

Não é papinho de final de Big Brother. Quem chegou até aqui tem que ficar orgulhoso também. Vocês nos deram muito trabalho. :)

Inclusive, alguns dos projetos não-selecionados despertaram interesse de alguns jurados. Não estranhe se, nos próximos dias, você receber um telefone do tipo Olha, você não passou para o short-list, mas eu queria conversar sobre aquela sua ideia.

Beleza?

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Os colegas redatores que me desculpem o trocadilho, mas Los Angeles é mesmo coisa de cinema. As ruas, as casas, a praia, tudo lembra o cenário de um filme. E alguns até são mesmo, como as cidades cinematográficas dos estúdios Warner ou o restaurante em que jantamos hoje, onde foi gravada a primeira cena de Pulp Fiction. E por falar em filme, amanhã é a gravação do nosso. Acho que nem preciso dizer o quanto eu estou ansiosa e feliz com isso, né?
Os últimos dias foram de muito trabalho e correria. Confesso que não sabia que era tão complexo fazer um filme. Mas também está sendo legal demais, e isso eu sempre soube que seria mesmo. A equipe toda é muito profissional e gente fina. Principalmente, o diretor Marco e sua namorada Karina, que estão me recebendo tão bem aqui que vou ficar até mal acostumada. Enfim, nem tenho palavras para agradecer a ele e a Perestroika por essa oportunidade. Valeu mesmo! E amanhå é o grande dia! Luz, câmera, ação ;-)


Carol

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Nós somos bem chatinhos com prazo. Mas, dessa vez, quem tem que tomar o puxão de orelha é a própria Perestroika. Não conseguimos definir o vencedor no período estipulado. Para falar a verdade, ainda temos muito trabalho pela frente.

É uma avaliação bem mais complicada do que parece, pois passa pelo crivo de várias ferramentas de análise da Network for Ideas*.

Então, assim que tivermos uma nova data, avisamos.

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Ontem, o diretor Marco Carvalho fez o primeiro ensaio com os atores do filme. E sabe quem estava lá, vendo tudo de perto? Sim, ela mesma, a Carol Dienstmann.

Foi difícil esconder a felicidade, né, Carol?

Ah, sempre lembrando que o filme Life’s Highlights é uma co-produção Perestroika e Cápsula Filmes.

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A nossa ex-aluna e roteirista do Life’s Highlights, Carol Dienstmann, já está em Los Angeles, trabalhando junto com o diretor Marco Carvalho nos últimos detalhes do filme.

Enquanto isso, temos o prazer de apresentar mais um talento que vai contribuir com o nosso curta. O nome do cara é Marc-André Gray e ele é VFX Supervisor (Visual Effects Supervisor). Na real, nem eu, nem o Marco vamos fazer qualquer tipo de textinho. Vamos deixar que as imagens falem por si.

Ah, sempre lembrando que o Life’s Highlights é uma co-produção Perestroika e Cápsula Filmes.

Deu, agora sim pode ver o trabalho do cara. É de babar (o site oficial do magrão é http://www.marcandregray.com).

Making Of Nuit Blanche from Spy Films on Vimeo.

****

Recém recebi o seguinte email do Marco.

“Primeiro dia aqui e já fomos direto para a Warner Bros. procurar objetos para alugar, que serão usados no filme e orçar a construção do pedaço do prédio q iremos precisar para a green screen. Aproveitei e fiz um tour de carro pelo lot, a Carol conheceu de tudo e até viu o set original de Friends. O nome saiu errado no pass, mas ainda vale”.

Se vale, Marco.

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Mais Hollywood.

2 de março de 2010

Life’s Highlights - partes da equipe: Marco Aslan

Marco Aslan é um jovem talento que vai estar trabalhando no curta “Life’s Higlights”. Ele será um dos diretores de fotografia e cinematógrafo do projeto. O Aslan, como ele mesmo diz, tem 4 nacionalidades. Com o pai italiano e a mãe francesa, já morou no Brasil, Uruguai, Suíça, México Nova York e Los Angeles. Fala 4 idiomas e, vivendo em Hollywwod, vai emprestar um pouco do seu bom gosto para o nosso curta. Confira aqui um pouco do trabalho dele:

Demo Reel (4min) - Marco Aslan from Marco Aslan on Vimeo.

Aqui você pode ver o documentário que ele fez sobre o Sérgio Mendes.

The Music of Sergio Mendes from Marco Aslan on Vimeo.

Por fim, link para o site pessoal: www.marcoaslan.com.

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Hollywood, aí vamos nós.

28 de fevereiro de 2010

Nesta segunda-feira, a nossa ex-aluna Carol Dienstmann embarca para Los Angeles. Ela vai participar da pré-produção e acompanhar toda a produção do curta metragem “Life’s highlights”: uma co-produção Perestroika e Cápsula Filmes, produtores e patrocinadores do projeto. A direção do filme está nas mãos de Marco Carvalho.

Esperamos ansiosos pela première. ;)

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Jorge Fossati está errado.

26 de fevereiro de 2010

Fazia tempo, muito tempo que eu queria fazer um post sobre futebol. E depois do jogo de terça, tive que manifestar.

Na minha modesta opinião de torcedor de arquibancada, Jorge Fossati está errado. E bastante errado.

Atualmente nos gramados brasileiros, vemos a maioria absoluta dos times jogando dentro de três sistemas táticos:

4-4-2: Seja o tradicional 4-2-2-2 (com dois laterais - um que sobe, um que fica-, dois volantes, dois meias e dois atacantes), sejam as duas linhas de quatro.

3-5-2: Sistema que, normalmente, vira um 5-3-2, já que temos poucos alas no Brasil.

4-5-1: Mundialmente popularizado pela Itália campeã do mundo de 2006 e nacionalmente popularizado pelo Grêmio do Mano Menezes.

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O 4-4-2 é um sistema que, pela cultura do futebol brasileiro, costuma não ter meio termo. Com os jogadores certos, é um sucesso. Com os jogadores errados, é totalmente inoperante.

Na verdade, ele costuma fracassar mais do que vingar. Justamente porque necessita de bons articuladores. Coisa rara no País.

Mesmo que o time jogue em losango (como o Inter do Tite), com apenas um meia, o problema não muda. Porque aí, a equipe depende de dois volantes carilleros (o “segundo volante” ou “meia condutor”). E essa posição também é complicada de achar.

Mas quando dá certo, o 4-4-2 parece ser o sistema ideal para os times brasileiros. Está na cultura das categorias de base. Está no sangue do jogador tupiniquim. Está no reflexo, no ato automático, no cérebro de lagarto treinado desde as fraldas.

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Se jogar no 4-4-2 no Brasil é complicado, porque depende essencialmente de bons articuladores, o 3-5-2 é ainda pior.

Porque o 3-5-2 só funciona se tiver um carillero, um articulador e dois alas. Sem isso, vira o famoso esquema “chama derrota”: 5-3-2. Sem poder ofensivo nenhum.

Claro que tivemos bons times nesse esquema, como o Grêmio do Tite e o São Paulo tricampeão. Mas na comparação direta, tivemos muito mais times de sucesso dentro do 4-4-2 do que no 3-5-2. Puxe na memória que você vai concordar comigo.

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Já o 4-5-1 parece ser bem mais fácil de aplicar. É um esquema assumidamente defensivo, para jogar assumidamente com um jogador de desafogo.

Jogador de desafogo é o que dá o timing para se organizar. Por exemplo: o Carlos Eduardo do time vice-campeão da Libertadores. O Grêmio se defendia com maestria e, quando recuperava a posse, mandava um bago para o Carlos Eduardo. Ele segurava a bola, ciscava, girava no próprio eixo, puxava um contra-ataque e depois recuava. E, nesse meio tempo, o time tinha tempo de se recompor. Missão cumprida.

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Portanto, diferente do 4-4-2, que depende de 2 a 3 jogadores (articulador(es) e/ou carrilleros), e diferente do 3-5-2, que depende de 4 jogadores (dois alas, carillero e articulador), o 4-5-1 depende essencialmente de apenas um (o desafogo).

Talvez por isso tenha se espalhado tão rapidamente após o sucesso da Itália em 2006. Técnico não precisa mais pensar: se faltar jogador bom jogador no elenco, toca um 4-5-1 e vamos embora.

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Por tudo isso, acho que Jorge Fossati está errado. Porque ele tem os jogadores certos para aplicar o 4-4-2. Ele tem um elenco com quatro articuladores, no mínimo, razoáveis (D’alessandro, Andrezinho, Giuliano e Thiago Humberto).

E ele ainda poderia se dar ao luxo de jogar no losango, pois possui dois ótimos carilleros (Guiñazu e Sandro). Só que, nesse caso, teria que tirar um meia e colocar um primeiro volante.

Quando joga no 3-5-2, Fossati tem problemas. Primeiro, porque todo mundo sabe que é quase impossível encontrar um líbero ao estilo Lothar Matthäus, que funcionava como elemento surpresa e transforma rapidamente o time de defensor a agressor.

Mas ok, 3-5-2 com líbero é um luxo que talvez nenhum time no mundo tenha.

Segundo, justamente pela característica dos dois meias defensivos, que notadamente não guardam posição. Obrigam um dos alas a esperar. Ou forçam o zagueiro da sobra a ocupar uma posição mais central, um falso primeiro volante.

O que acontece? A zaga muitas vezes joga em linha. Erro fatal do 3-5-2.

E terceiro, porque o ataque do Inter não constroi jogadas. É essencialmente finalizador. Diferente de jogadores como Nilmar ou Alex*, que criam as oportunidades para si mesmos, os atuais atacantes do Inter dependem de um meio criativo. Ou fica o Festival do Chuveirinho no Beira-rio.

(Abrindo parênteses: essa foi a grande esperteza do Tite no título da Sul-americana. Armou um ferrolho intransponível porque tinha dois atacantes que não dependiam de articuladores.)

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Agora, Fossati tem jogado um híbrido de 3-5-2 e 4-5-1. E aí, ele pega o pior de um esquema e o pior de outro e transforma um ótimo elenco num time comum.

Talvez seja só a minha opinião. Mas, como o próprio Fossati diz: prefiro errar com as minhas ideias, não com as ideias dos outros.

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OBS1: Não sou corneteiro. Não sou daqueles chatos que vai a jogo vaiar. Por sinal, nem sei vaiar o meu time. Esse post não me parece uma atitude precipitada e/ou baseada apenas no último jogo do Inter, já que não há aparente perspectiva de mudança de esquema.

OBS2: Esse aqui não é um blog chapa branca. Então, antes que você pergunte Ei, por que um post sobre o Inter? Onde está o post do Grêmio? , já saiba que isso aqui não é a Zero Hora, que precisa colocar as fotos do mesmo tamanho - senão algum abobado reclama.

OBS3: Falando em abobado: futebol dá margem para que os fanáticos de plantão percam a noção. Então, comente o quanto quiser, discordando ou concordando. Mas se passar do limite da educação, já saiba que a sua opinião vai pro lixo. :)

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