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Gestão de Contas 2010: Lançamento Oficial
25 de fevereiro de 2010Saindo do forno a nova edição do Gestão de Contas. As aulas começam no dia 23 de março e boa parte das vagas já foi preenchida no pré-lançamento. Então, se você se interessar, vale a pena dar uma apurada.

Para isso, dê uma lida no programa.
Ou então, baixe o PDF.
Se preferir, mande um e-mail pra contas@perestroika.com.br.
Ou se agiliza mais ainda e liga para 3072.4568, fala com a Marina.
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Eu, que comecei a minha vida profissional no atendimento publicitário, sempre fico feliz no dia de lançamento do Gestão de Contas.
Explico: mesmo com o perfil criativo, o fato de eu ter nascido profissionalmente dentro do departamento de atendimento da Dez Propaganda, me fez ter uma visão mais correta da real importância e das complicações da rotina desse profissional. Por isso, depois que eu virei criador (redator, dentro da mesma Dez Propaganda), nunca entrei naquele padrão de comportamento nada produtivo de Criação x Atendimento. Inclusive, escrevi um texto sobre isso no lançamento de uma das edições passadas. Vale a pena dar uma lida.
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O que isso tem a ver com o Gestão de Contas?
Tem a ver com o espírito de glamourização do atendimento que esse curso tem. Essa glamourização não tem nada a ver com o falso glamour das festas e premiações tão ligadas ao mundo da propaganda (uma pena). Tem a ver com o entendimento do real papel do atendimento no processo de comunicação, que, acredite, vai muito, mas muito além da famosa resposta “é o cliente dentro da agência e a agência dentro do cliente”. Aliás, vale a pena ler outro texto antigo do nosso blog, escrito pela Laura Kroeff.
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Pois bem: o Gestão de Contas é isso. Um curso que muda o paradigma do papel do atendimento. Como ele se transforma em Gestor de Conta. E mais que isso: apresenta as ferramentas ele precisa aplicar no seu dia-a-dia para se tornar um profissional Padrão Iogurte.
Para isso, o curso tem profissionais de atendimento, é claro. Mas também tem cliente dando aula. Tem planejamento dando aula. Tem consultor, psiquiatra, comediante, criador, empresários e profissionais ligados à gestão de processos dando aula.
E é esse time de professores multidisciplinares, que entendem o processo de gestão numa esfera bem mais ampla, que vem treinando gente de atendimento de diversas áreas da prestação de serviços. Tem gente de produtora, de gráfica, de empresas de endomarketing, de eventos, de anuciantes, de escritórios de arquitetura fazendo o curso. Então, mesmo que você não seja de propaganda, o curso pode ser muito útil.
Palavra de um criador que já fez o curso.
E que agora também é um Gestor de Contas da Perestroika.
Beijos,
Felipe
Lançando o Molotov™
22 de fevereiro de 2010Tirem as crianças da sala.
O Molotov 2™ está lançado e ele vem em sua direção.

O curso mais clássico da Perestroika está de volta e, bah, bem na boa, tá botando pra fuder.
Tanto que F/Nazca, DPZ, DM9, JWT, Gringo.nu e LiveAd já confirmaram presença. Para falar de direção de arte, redação e criação publicitária. Mas também para falar de novos formatos, de campanhas integradas, de cases de comunicação criativa e contemporânea. Isso sem falar nas já tradicionais aulas de Referências Criativas™ e Marketing Criativo™.
Clique para ver o programa completo.
Ou aqui para baixar o PDF™ com o programa completo (bem mais bonitinho).
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O time de professores foi reforçado e a edição deste ano contará com a participação de Daniel Poletto, diretor de arte da DPZ, Rodrigo Pinto, diretor de criação da Paim Comunicação e Pedro Perurena, gerente de criação da LiveAd.
Conheci o Poletto quando ele estava na E-21, aqui de Porto Alegre, e passei a acompanhar o trabalho dele na Competence e depois na Fischer America, de São Paulo. Um trabalho que sempre admirei muito, direção de arte impecável. Tenho certeza™ que vou aprender muito assistindo as aulas dele.
O Rodrigo Pinto™ é um cara com quem eu já aprendi muito. Ele foi diretor de criação meu e do Tiago, na época da Paim. Quem já teve aula com a gente, sabe que a gente cita muito o cara. Um cara que deu o maior apoio para a Perestroika quando estava sendo lançada. Tanto que em 2007™, ele pagou do bolso dele uma passagem para vir para a Porto Alegre dar uma aula para a nossa segunda turma de Criação I™. Isso na época que estava na Lew, Lara. Depois disso passou uma temporada na Africa (a agência, não o continente, mongolão) e desembarcou de volta em Porto Alegre para assumir toda a Direção de Criação do núcleo de Renner na Paim
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Outra coisa massa de™ destacar é o Módulo Big Idea, onde vamos abordar formatos bem contemporâneos de comunicação. Para isso, vamos conversar com o Malinoski, que já passou pela LiveAd, Cubocc e agora é diretor de criação da Gringo.nu. Ou seja, já passou por boa parte das empresas megafodalhásticas e inventoras desse formato, pelo menos no Brasil.
Tem também o Pedro Perurena, grande amigo pessoal meu desde a época que trabalhamos juntos na Dez Propaganda. O Pedro vem falar sobre a transição estética dos formatos. “Do on para o off. Do off para o on”™.
Outra grande presença, é do Lúcio Regner, que vem apresentar, entre outras coisas, um puta case que ele desenvolveu lá na JWT. Nada mais, nada menos que o espetacular Biro Biro X Maradona.
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Para completar, teremos um convidado internacional muito legal. É o Graham Painter. Não sabe quem é?
Meio texano, meio turco™, meio cigano. Graham Painter é assim: criativo por formação e extremamente criativo por espírito. Um redator que leva à risca o lema “faça coisas interessantes e coisas interessantes vão acontecer para você.” Já namorou uma pop star. Já viveu em Houston, Nova York, Bucareste, Istambul e Londres. Enfim: já fez um monte de coisa legal. Formado pela Miami Ad School™ (onde foi colega do Tiago Mattos), foi professor da escola na Inglaterra, onde trabalhou na Grey/London (agência que cuida de contas como Samsung, Pantene, Hugo Boss e Pringles).

Como bom texano que é, apostou na carreira solo. Foi ser creative freelancer e rodou várias agências. Em seguida - como bom turco que é -, decidiu abrir o seu próprio negócio: a escola The Playground Academy. Você não vai encontrar muita informação dela porque, atualmente, está abrindo uma sede em outro continente. Como um bom cigano que é.
Toma, fiadaputa™.
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Meus caros,
O programa tá ducaralho e vai ursar™ muito. As aulas começam dia 20 de março. As inscrições estão abertas. Ah, e restam 10™ vagas.
Então, se te interessou, manda um e-mail para molotov@perestroika.com.br
Ou se agiliza mais ainda e liga para 3072.4568, fala com a Renata.
Se esperar muito, é™ capaz de acabar a gasolina.
Beijos a todos e até dia 20 de março,
Felipe
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™ Conte quantos “™” estão escritos nesse post e ganhe uma estrela com o seu nome no céu.
Voltando a aprender.
21 de fevereiro de 2010No último mês, troquei o lado do balcão. Depois de anos e anos ensinando, voltei para a sala de aula. Voltei a ser aluno: me inscrevi em dois intensivos, essas imersões de final de semana).
Caras: simplesmente adorei.
Os dois não eram cursos tradicionais. Tinham o foco mais no “desenvolvimento pessoal”. O conteúdo foi BEEEEEM legal, mas vou dizer: fosse qual fosse o assunto, acho que eu iria gostar do mesmo jeito. Estudar tem muita coisa bacana. Nos faz conviver com pessoas novas, estimula a curiosidade, questiona nossos valores de até então, etc., etc., etc.
É engraçado. Hoje em dia, com Googles e Wikipedias da vida, a gente fica com uma pseudo-oniciência. Está na dúvida? É só entrar na internet, ler dois artigos e você já fica com a sensação de que domina minimamente determinado assunto para discutir com os outros.
Mas, no fundo, no fundo, a gente sabe que não é bem assim.
Quando você estuda num lugar sério, você se aprofunda de uma maneira muito mais foda. Não dá para comparar. Além disso, faz muita diferença ter um professor. O papel do cara é justamente criar mecanismos que façam a gente sentir/viver/perceber o conteúdo de uma forma diferente.
Se o professor é bom, você não sai da aula apenas sabendo o conteúdo. Sai motivado a aprender mais.
Lembro que há um tempo eu entrevistei o Marco Loco e o Emiliano Trierveiller por Skype, quando eles recém tinham se mudado para Berlim. Eles disseram que estavam estudando alemão e que isso ia muito além das facilidades para se comunicar. Ajudava a entender a cultura local. E abria a cabeça para outras coisas.
Então, fica aí a minha dica. Estude. E não deixe que as aquelas desculpinhas marotas peguem você.
Não tenho tempo. Cara, existem trocentas opções para você voltar a estudar. Se não é uma escola, compre um livro. Ou se aprofunde no tema na internet (mas daí, para valer!). Ou faça um intensivo. Ou use parte das suas férias e se inscreva num curso rapido. Ou faça um desses lances de ensino à distância. Lembre:se-: tempo todo mundo tem, é só uma questão de prioridade.
Não sei o que fazer. Cara, por que você não aprende uma língua? Ou uma luta marcial? Ou uma dança que você curte? Ou um instrumento musical? Opção é o que não falta.
Não tenho grana. Cara, existem muitas alternativas de cursos baratos. Digo mais: existem muitos cursos de graça por aí. É só pesquisar que você acha. Os centros culturais de Porto Alegre apresentam excelentes opções. (Agora, se você não procurar, é certo que não vai achar.)
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Claro. Óbvio. É muito conveniente para um cara que tem uma escola dizer tudo isso. Parece uma malandragem, uma mensagem - nada - subliminar.
“Volte a estudar. Ah, e lembrando: estamos com matrículas abertas, tá?”.
Não, né?
Estude onde você quiser! Se for na Perestroika, óbvio vou ficar muito feliz. Mas se for numa universidade, numa escola de inglês, numa outra cidade, ou até num concorrente nosso: beleza.
A moral desse post é meter uma pilha para que você pense sobre o assunto. Só.
Mas as nossas matrículas estão abertas, tá? ![]()
Rafa Bohrer deixa a Perestroika.
18 de fevereiro de 2010A Perestroika nasceu com três sócios: eu, o Felipe e o Márcio. Nos reunimos durante muitos meses, entre 2006 e 2007, imaginando uma empresa legal, bacana, diferente, ousada.
O briefing era um só: não podia ser uma agência de propaganda. O resto estava valendo.
Daí saiu de tudo. Concessionária de Carros, Departamento de Marketing Terceirizado, Padaria sem pão (sério!). Até que encontramos um modelo que nos agradou. Começou como um curso de criação publicitária, virou uma escola de publicidade, depois uma escola de comunicação até que, finalmente, se transformou no que a gente queria. Uma escola de atividades criativas.
Lá no início, nos primórdios, nós convidamos o Rafa para ser professor de Direção de Arte. Ele foi tão bem, foi tão profissional, foi tão competente que decidimos convidá-lo para ser sócio. Num primeiro momento, com 10% do negócio e, mais para frente, com 25%, igualzinho a todo mundo.
Foi um período fantástico.
Mas o Rafa, como um eterno inconformado, continuou crescendo também fora da Perestroika. Assumiu a Direção de Criação da DCS e abraçou uma das principais equipes da publicidade brasileira.
Vamos combinar: até para o Rafa, que é o Rafa, administrar todos esses compromissos não é fácil.
E aí, naturalmente, fomos conversando, conversando, até que ele achou por bem se desligar da Perestroika. Ficamos, obviamente, chocados num primeiro momento. Mas depois fomos aceitando a ideia e vimos que era bom para todo mundo.
E se é ganha-ganha, é a cara da Perestroika.
Não dá para esconder. Nesse meio tempo, teve uns “veja bem” dali, uns “veja bem” daqui. Como é comum nas dissoluções de sociedade. Mas no final das contas, tudo ficou bem. E nem poderia ser diferente: depois de anos dividindo a mesma sala na DCS, seria ridículo jogar fora a amizade que a gente construiu por coisas menores.
Ao Rafa, eu desejo toda a sorte do mundo . Acho ele um cara fantástico e um profissional único. E tenho certeza que o Felipe e o Márcio assinam embaixo.
Valeu por tudo, arrombado. Tu é o cara!
2012.
10 de fevereiro de 2010Não sou um cara místico. Não acredito em tarô, runas ou borra de café no fundo da xícara. Não sou um cara que acredita em nenhuma teoria apocalíptica.
Mas esse papo de que o mundo vai acabar em 2012 começou a fazer algum sentido pra mim.
Vejamos: toda hora está acontecendo alguma coisa estranha. Há poucos anos, teve o Tsunami. Depois, o Katrina. Agora, rola essa merda no Haiti. São Paulo não para de chover. Porto Alegre virou a cidade mais quente do planeta.
Será que não tem alguma coisa estranha aí?
Eu estou desconfiado de que, lá por 2100, quando os ETs vierem estudar os nossos fósseis, ele vão pensar. “Cara, como é que os neguinhos não se deram conta? A natureza deu MUITA dica!”.
Na real, na real, eu não sei se essa sucessão de mudanças climáticas e catástrofes ambientais têm relação com o descuido da sociedade. Sempre fui um grande desinteressado por essa pilha “temos que cuidar do mundo”. Sempre pensei que existem muitos cientistas e líderes que estudam o assunto profundamente. E acredito que eles devem ter lá um cronograma, que diz: “Ok, até dia X do ano X, a gente pode poluir. A partir daqui, se poluirmos, vamos morrer.”
Por isso, não consigo imaginar que, a partir de estudos sérios, um presidente de uma grande nação diga “Ná, foda-se, vamos continuar poluindo. Vamos morrer, mas não tem problema!”.
Não consigo acreditar que as maiores autoridades mundiais se encontram na COP15 e ficam jogando canastra. Se eles saíram de lá sem solução imediata, talvez a merda não esteja tão grande assim.
Porque se a merda está realmente grande, e os caras não fizeram nada, porra: quem são esses caras?
Sei lá, eu fico realmente confuso com tudo isso. Parece que a natureza dá dando a letrinha. Parece que os ecochatos não eram tão chatos. Parece que 2012 é realmente o fim para todos nós.
Ou não.
Há um tempo, nós recebemos aqui na Perestroika um grupo de ufólogos que disse que o mundo vai, de fato, acabar em 2012. Mas eles também disseram que eu - e os outros presentes na sala - éramos ETs. E que, quando rolasse o grande cataclisma, eu e os meus coleguinhas do espaço iríamos nos salvar. (Segundo eles, vivem hoje na Terra cerca de 144 mil ETs na mesma situação.)
Então, galera, boa sorte para vocês.
Food Experience: abertas as inscrições
8 de fevereiro de 2010Hoje estamos lançando o primeiro curso novo do ano. E que curso. QUE CURSO!
Só para começar, a gente já tá megafeliz de colocar um curso de Gastronomia no nosso, uh, como vou dizer, cardápio. Taí mais uma atividade criativa que já apontava no nosso radar há cerca de 1 ano e meio e que finalmente, uh, como vou dizer, saiu do forno.
Mas o mais legal é que o Food Experience é um curso de Gastronomia bem diferente porque não aborda Culinária. Ou seja, ninguém vai aprender a cozinhar. O programa privilegia muitos outros aspectos que envolvem a experiência de comer e beber bem. Não tenho certeza absoluta disso, mas diria que trata-se de uma abordagem realmente inédita sobre o assunto no Brasil.
Agora, certamente o ponto alto do curso são os professores. O time de convidados que virão até Porto Alegre para falar para uma turma de apenas 28 alunos é padrão internacional. Mesmo que você não se interesse pelo curso, vale a pena dar uma clicada e conferir o programa.
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Além de todas essas questões, o Food Experience nos deixa alegres por outro motivo: a oportunidade de efetivar uma parceria com uma empresa, uma marca que a gente admira pra caralho. Estamos falando do Destemperados.
Para quem não conhece, o Destemperados é uma iniciativa que aborda a gastronomia em muitas plataformas, sempre dentro do conceito food experience. Inclusive, semana passada, os caras lançaram o aplicativo de I-Phone deles. Vale a pena baixar. Não só porque é de graça, mas porque é MUITO útil e bem feito.
A gente já consumia o Destemperados. Mas foi quando o Diogo Carvalho surgiu como aluno da Perestroika (ele se inscreveu na última turma de MTHFCKR) que passamos a conhecer mesmo o cara. Grande figura, megasimpático e superagilizado. O namoro começou aí e o casamento tá acontecendo hoje. Isso que é networking, hein Diogo?
O Diogo é o coordenador do curso e fez um grande trabalho de curadoria. O programa está realmente excepcional. E os convidados, como já falei antes, são de primeira grandeza. Foi tudo tão bem feito que a gente até abriu uma brechinha para ele dar duas aulas : )
A gente tem certeza que o Food Experience será apenas o primeiro empreendimento assinado com a parceria Destemperados + Perestroika.
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Para terminar com chave de ouro, como sempre escrevem no Destemperados, o Food Experience conta com o apoio da Revista Prazeres da Mesa. Especialmente do seu Diretor Editorial, Ricardo Castilho, que não apenas ajudou muito no contato com os convidados, como se predispôs a preparar uma aula especial sobre Gastronomia Contemporânea.
E a, uh, como vou dizer, cereja desse bolo especial e que nos deixa ainda mais felizes foi o envolvimento da Roberta Sudbrack, Chef do Ano 2009 pelo Guia Quatro Rodas, com o curso. A Roberta desde o início botou a maior pilha, se envolveu, divulgou e acabou virando madrinha do curso. A Master Class onde ela contará a sua saga promete ser intensa e emocionante.
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Ficou a fim de participar?
Aqui, você vê o programa.
Aqui, você se inscreve
Aqui, você baixa o PDF.
Ou então, escreva para food@perestroika.com.br
Dá também para ligar para 3061.5564 e falar com a Renata.
Ou seja, tem muitas opções na mesa. Vale a pena dar uma corrida. Já tem bastante gente interessada e são apenas 28 vagas.
A gente tem certeza que você vai, uh, como vou dizer, saborear muito o Food Experience.
Planeta Atlântida 2010
5 de fevereiro de 2010Há quase exatamente 1 ano a gente publicou um post aqui no blog tentando prever quais seriam as atrações do Planeta deste ano. E também nos comprometemos a fazer o recall do post, para ver se as nossas previsões se confirmariam.
Hoje começa o Planeta, chegou a hora de botar as cartas na mesa.
Na nossa previsão, constavam os seguintes artistas:
- Skank (confirmado)
- J Quest (confirmado)
- NX Zero (confirmado)
- Fresno (confirmado)
- Charlie Brown Jr. (confirmado)
- Armandinho (confirmado)
- Comunidade Nin Jitsu
- O Rappa
- Ivete Sangalo
- Cláudia Leite
- CPM 22
- Detonautas
- Papas da Língua
Do line-up previsto de 13 artistas, acertamos 6. Os primeiros 6 estão confirmados.
E aí? Foi um bom aproveitamento? Foi ruim?
Eu sinceramente, fiquei decepcionado. Tá, foi quase 50%. Mas ainda assim, de 13, eu ficaria satisfeito se tivesse acertado uns 9. Também não dá para dizer que foi ruim. Mas longe de ser padrão Mãe Dinah.
Isso é um sinal. Um sinal de que o Planeta Atlântida sempre surpreende, trazendo atrações inesperadas, surpreendentes. Ou de que eu não tenho acompanhado o Kzuka com regularidade.
Mas eu não me dou por vencido. Porque a Perestroika sempre foi uma empresa voltada para o futuro: o que está ali, na nossa esquina, a poucos palmos de distância, mas pouca gente consegue enxergar?
É com essa capacidade de enxergar à frente, de adiantar o que está por vir, de conseguir se preparar com antecedência que a Perestroika lança agora, em primeira mão, com um ano de antecedência, uma previsão de atrações para o Planeta Atlântida 2011:
- O Rappa
- Skank
- J Quest
- Comunidade Nin Jitsu
- NX Zero
- Fresno
- Ivete Sangalo
- Cláudia Leite
- Charlie Brown Jr.
- CPM 22
- Detonautas
- Armandinho
- Papas da Língua
ABERTAS INSCRIÇÕES PARA O KICK OFF 3: FUTEBOL + JORNALISMO + BUSINESS.
4 de fevereiro de 2010Vem aí mais uma turma do Kick Off. Nessa edição, além dos nomes que já estiveram aqui em edições passadas (PVC, Falcão, Rodrigo Caetano, Fernando Carvalho, etc., etc., etc., etc., etc.), temos um grande reforço. É o Sérgio Xavier, editor-chefe da Revista Placar, que dispensa maiores comentários.
Também contamos com a volta do Caio Campos, um dos profissionais que participou diretamente da contratação de Ronaldo Fenômeno pelo Corinthians, e que já esteve aqui no primeiro Kick Off.
Outra grande novidade dessa edição é o projeto Go Pro. Ao longo do curso, teremos tarefas e os melhores alunos ganham a oportunidade de trabalhar dentro de empresas de esporte. São elas:
• Final Sports: mídia (final.com.br, clubesurf.com.br, assessoria de impresa e agência de notícias) e marketing esportivo (consultoria esportiva, projetos especiais e captação de patrocínio).
• Trato Comunicação: assessoria de imprensa que cuida de jogadores como Sobis, Souza, Iarley, Alecsandro, Leo, Daniel Carvalho, etc.
• Perestroika: um aluno será remunerado para desenvolver um projeto ligado a futebol, que, dependendo da viabilidade, pode ter a Perestroika como sócia, investindo dinheiro no projeto.
Tem também o “aluno da semana”. Em parceria com a Aceg, um felizardo poderá acompanhar a dupla Grenal de dentro do campo.
E, pra fechar, tem o “Desafio do Sala de Domingo”, que vamos explicar em detalhes para quem entrar em contato com a gente.
Ufa!
Então: hoje abrimos oficialmente as inscrições da terceira turma. Tem interesse? Então é só clicar aqui. Ou escrever para jean@perestroika.com.br, futebol@perestroika.com.br e kickoff@perestroika.com.br.
As outras duas turmas estiveram lotadas e a nossa expectativa é que essa perspectiva continue. Então, se você tem vontade de fazer, não deixe para a última hora. A frase que a gente mais costuma ouvir nessas horas é “pô, se eu soubesse…”. Então, já sabe.
E já que o assunto é futebol, não poderíamos deixar de fazer uma homenagem ao comentarista esportivo mais citado durante a semana. Tá quente aí, heinô, Batista?
Perestroika Pictures: dois filmes numa tacada só.
3 de fevereiro de 2010Quem acompanha o Blog sabe que, há um tempo, a gente passou por uma situação muito chata. Fizemos o Concurso Doritos, que filmaria um roteiro publicitário para concorrer no Crash The Superbowl. Só poderiam participar alunos e ex-alunos da Perestroika, e o vencedor seria filmado nos EUA pelas mãos do diretor Marco Carvalho.
Depois de muito debate, o material da Carol Dienstmann foi eleito o vencedor. Divulgamos em tudo o que foi lugar. Mas por aquelas infelizes coincidências (já havia outro roteiro igual numa edição passada), tivemos que filmar o segundo finalista.
Corta.
Na primeira edição do Criação 2, eu dei um tema na aula de diálogos. O desafio era criar um roteiro apenas com…diálogos. Nada de ação. Nada de correria. Nada de tiroteio. O texto é que deveria ser o forte.
O vencedor foi escolhido pelo Fernando Perottoni, diretor de arte da TBWA/londres. E adivinha quem venceu? Sim, ela, a Carol Dienstmann.
Nós simplesmente ficamos apaixonados pelo material. E aí, botei na cabeça que a gente iria filmar. Nem que eu alugasse uma câmera e dirigisse eu mesmo.
Corta.
A partir do Concurso Doritos, naturalmente, eu, o Marco Carvalho e a Carol Dienstmann começamos a nos aproximar mais. Não me lembro exatamente como, mas em determinado momento, surgiu o assunto “roteiro diálogos”. Mandamos o material para o Marco avaliar.
Ele curtiu pra caralho, e disse. “Vamos filmar aqui em Hollywood?”.
Corta.
Daí, eu pensei que seria muito legal se ela pudesse acompanhar a filmagem de perto. Conversei com o Felipe e decidimos: “vamos mandar a Carol para Hollywood, para ver tudo de perto”.
Irado, né? A gente achou. O Marco achou. A Carol, então, nem se fala.
Final feliz.
Então: entre os dias 01/03 e 10/03, a Perestroika terá sua primeira produção internacional. Sabe quando aparece “New Linea” nos filmes? Pois é: ali vai estar o nosso logo.
Se você quiser ser patrocinador dessa empreitada, legal. Existem várias cotas, de diferentes tamanhos (e todas beeeeeem baratinhas). Se ninguém apostar, vamos bancar do mesmo jeito. Mas se tivermos empresas parceiras, tudo fica mais fácil.
Emals diretamente para mim: tiago@perestroika.com.br.
Corta.
Você deve ter percebido que eu falei ali em cima “nossa primeira produção internacional”. Porque o nosso primeiro filme nacional será filmado no dia 06/02. A produção será da Zeppelin com direção de ninguém menos que Rodrigo Pesavento.
Esse roteiro foi o vencedor da “segunda edição” do tema da aula de diálogos. O grupo vencedor é composto do Diego Basso, Daniel “Pinkão” Mattos e Gabriel “Dunga” Medeiros. E foi escolhido pelo próprio Pesavento, que juntou outros cabeças da produtora para ler, um a um.
Corta.
Eu me emociono para caralho vendo essas coisas acontecerem. Não só por reforçar a nossa condição de “Escola com E maísculo”, na medida em que estamos produzindo um conteúdo autoral, mas também por possibilitar que essa nova geração comece a ver a propaganda/comunicação de uma forma diferente.
Todos os quatro (Carol, Diego, Daniel e Gabriel) são jovens profissionais. E vão ter no portfólio um filme. Vão estar lá, nos créditos, como roteiristas. Vão estar lá, do lado do diretor, vendo tudo acontecer em tempo real.
São quatro caras que já entenderam que o perfil do novo criador é muito menos “abobadinho da propaganda” e, muito mais, um “criador para qualquer plataforma”.
É o início da Perestroika Pictures.
*Um agradecimento público ao Marco Carvalho, que tem sido incansável na viabilização de projetos com a gente. Grande cara.
A indústria criativa
31 de janeiro de 2010*Por Leo Prestes.
Adorei aquela discussão de alguns posts atrás sobre São Paulo. Foi bom ouvir os argumentos de quem escolheu outras cidades para viver. Saí dali com opiniões um pouco diferentes sobre esse negócio de ir ou ficar.
Mas os argumentos a favor de Porto Alegre não me fizeram muito bem. Porque ninguém ali parece ter escolhido Porto Alegre para morar por causa do trabalho. Todos falam em amigos, família, time de futebol. Mas, com o mercado, quase ninguém está feliz.
Resumindo: Porto Alegre não é atraente para quem quer ser criativo. Não desenvolve o mercado porque perde as melhores cabeças. E deixa de criar novas cabeças porque o mercado está pouco desenvolvido.
E isso me lembrou uma entrevista que li tempos atrás na FFW Mag com um político chamado Chris Smith, Ministro da Cultura inglês durante o governo Blair. Quando assumiu o cargo, a primeira coisa que Smith pediu foi um relatório sobre o tamanho da indústria criativa no país. Ele tinha a intuição de que aquilo estava ficando grande. E tinha razão: o relatório mostrou que em 1997, a indústria criativa - TV, artes visuais, ilustração, música, publicidade, cinema, arquitetura etc - já representava 7% do PIB.
Com esses números nas mãos, Smith pôde convencer o governo a criar um plano de estímulo para essas empresas, geralmente pequenas em tamanho, mas grandes em influência, e capazes de formar redes de trabalho que envolvem muita gente.
Treze anos depois, o faturamento da indústria criativa está quase ultrapassando o lucro do setor financeiro em Londres. Esse crescimento gerou projetos parecidos em alguns países, virou notícia nos principais jornais do mundo e em alguns do Brasil.
Mas não lembro de ver alguém, político ou não, falando nisso no Rio Grande do Sul. Aqui, se a política não estimula o agronegócio ou as grandes indústrias, é frescura. Somos irritantemente conservadores e pragmáticos. E, mantendo as coisas do mesmo jeito que eram em 1950, não diversificamos a economia, não produzimos mais do que commodities e, quanto mais os produtos e serviços vão se sofisticando mundo afora, menos vale o que temos para vender por aqui.
No Rio Grande do Sul, o sucesso de empresas como a Perestroika, a W3Haus, a Boca, a Aquiris, a Santa, a Maria Cultura e muitas outras é como o nascimento de uma árvore no meio do paralelepípedo. Um milagre. Mais milagre ainda é elas ficarem aqui - Live e CuboCC, só pra citar duas, foram embora. Isso sem falar nos criadores e artistas independentes que também se foram.
Esse post tá ficando com cara de “apelo aos políticos”, mas não é - como se adiantasse alguma coisa apelar aos políticos. É só uma tentativa de que mais pessoas passem a pensar na economia criativa como uma maneira da gente não ficar na mesma lenga-lenga de POA x SP nas próximas décadas.
O Brasil está mais predisposto a investir não só no essencial para sua sobrevivência, como Olimpíadas e Copa do Mundo estão aí para provar. As pessoas estão mais predispostas a buscarem empregos mais criativos e menos corporativos, como milhões de pesquisas sobre a geração Y indicam. Faz todo sentido que a indústria criativa tenha muito futuro no país. Resta saber que cidades vão perceber isso antes.
*Leo Prestes é Diretor de Criação e Planejamento da W3Haus, professor do curso Mthfckr, humorista da Balalaika e amigão da galera.
