A história da Perestroika é recente. Mas muito, muito inspiradora.

Fundada em 2007 pelos sócios Tiago Mattos, Felipe Anghinoni, Márcio Callage e Rafael Bohrer, a Perestroika é uma Escola de Atividades Criativas.

Mas o que isso quer dizer?

Significa você não vai encontrar nenhuma escola no Brasil, provavelmente nenhuma escola no mundo, que ensine Design, Futebol como Negócio, Comportamento do Consumidor e Poker Texas Hold’em.

Ou seja: os produtos da Perestroika são realmente inovadores.

Agora, o ponto mais relevante não está da porta da sala de aula para fora. Mas sim, da porta para dentro.

Denominado Experience Education, o método da Perestroika deixa de lado a burocracia e os discursos prolixos. E valoriza o que realmente importa: a coloquialidade, a aplicabilidade do conteúdo e o formato das aulas, que são verdadeiros shows.

Você já ouviu falar de um professor fantasiado de vaca? De uma aula que é uma balada? De uma dinâmica onde o consumidor é abordado em real-time? De uma aula transmitida ao vivo pela rádio? Ou de um curso chamado MTHFCKR?

Você já ouviu falar de uma aula que durou 48h e os alunos acharam que passou rápido demais?

Se já ouviu, pode ter certeza. Elas aconteceram na Perestroika.

Mas não pense que é o show pelo show. Como falamos antes: o conteúdo é o mais importante. E sempre com uma abordagem inovadora.

Os alunos aprendem sobre publicidade ouvindo histórias sobre o cara que vendeu a Torre Eiffel. Dissecam o design fechando uma mala de viagens. E entendem o que é arquitetura de informação segurando uma escova de dentes.

Para ficar mais claro:

Quando uma criança pergunta se pode colocar o dedo na tomada, a mãe diz que não, porque dá choque. Mas a criança não entende, porque o conceito de choque é muito abstrato. Até que, um dia, ela vai lá e coloca a mão na tomada, toma o choque e nunca mais esquece o que isso significa.

Na Perestroika, a gente não quer que ninguém tome choque. Mas a gente tem certeza que só se aprende vivendo na pele o conteúdo. Vivendo uma experiência de aprendizado.

Talvez por isso, já no seu segundo ano de vida, ela tenha sido eleita Destaque do Ano do Prêmio Colunistas em 2008 – um dos principais eventos da comunicação do Brasil – pelo “movimento independente e de inovação na formação e treinamento de novos profissionais”.

Talvez por isso, a Perestroika tenha recebido tantos elogios de gente da Globo.com, da RBS, da Zero Hora, de nomes de renome nacional como Rafinha Bastos (do CQC), Erh Ray (criador da campanha dos bichinhos da Parmalat) e Carlos Merigo (do Brainstorm #9, um dos principais blogs do Brasil).

Talvez por isso, a Perestroika tenha sido citada por Beto Callage, VP de Criação da DCS, como “o movimento mais inovador da comunicação no RS nos últimos 20 anos”.

Perestroika, em russo, significa “reconstrução”. Um jeito novo de ensinar. Um jeito novo de aprender.