Perestroika

Perestroika

Se você entrou aqui, boa sorte. Escrevemos um texto chato, monótono, cansativo e sem sal. Porque o legal é conhecer a Perestroika pessoalmente. Ver uma aula. Participar de uma palestra. Nos visitar na nossa sede. Sacar como a gente é olho no olho.

Agora, a gente é democrático. Se você quer o discursão protocolar, faça bom proveito das linhas abaixo. :P

***

Fundada em 2007, a Perestroika é uma Escola de atividades criativas.

A parte atividades criativas é fácil entender. Temos projetos das mais diversas naturezas, todos eles
com uma relação direta com criatividade, ou com uma visão criativa em cima de um tema mais careta.
(Veja o nosso portfolio de cursos.)

Agora, a parte Escola já um pouquinho mais complicada.

Na nossa visão, a diferença entre Academia e Escola é que a Academia analisa o que já foi feito. Já a Escola, não: produz materiais, coloca na rua conteúdo autoral, original, genuíno. Apresenta ao mundo uma visão própria dos temas. Tem a pretensão de formar uma estética, um jeito de pensar, deixa um legado. Olha para frente.

Sabem quando dizem fazer escola? Sabe quando dizem que determinada obra pertence à Escola X. Sabe a Escola Bauhaus, a Escola de Frankfurt? É aí que a gente mira. Óbvio: temos total noção de que, até chegar lá, será um longo caminho. Mas a ideia é essa.

Em termos de Escola, a Perestroika já produziu vários materiais.

Balalaika: núcleo de humor da Perestroika que teve como primeira manifestação um grupo de stand up comedy, pioneiro no RS, e com mais de 40 shows ao vivo.
• Livro As Mortas da Perestroika: conselhos para jovens profissionais de comunicação.
• Life’s Highlights: curta metragem escrito por Carol Dientmann e dirigido por Marco Carvalho em Hollywood e produzido pela Perestroika/Cápsula.
• Sinônimo de Macho: curta metragem escrito por Gabriel Gomes, Diego Basso e Daniel Mattos e produzido pela Perestroika/Zeppelin.
• Estudo Wi Orgs: análise de um novo modelo empresarial que está surgindo a partir da Revolução Digital. Já virou palestra, virou o curso EC e em breve vai virar livro.
• Fonte Perestroika: está sendo desenvolvida pela designer Mariana Ikuta, junto ao estúdio de typedesign de Londres Dalton Maag.

Mas talvez o que chame mais a atenção da Perestroika seja a sua metodologia própria, chamada Experience Education. São 17 pontos que procuram transformar a aula numa experiência positiva.

Você já ouviu falar de um professor fantasiado de vaca? De uma aula que é uma balada? De uma dinâmica onde o consumidor é abordado em real-time? De uma aula transmitida ao vivo pela rádio?
Ou de um curso chamado MTHFCKR?

Você já ouviu falar de uma aula que durou 48h e os alunos acharam que passou rápido demais?

Se já ouviu, pode ter certeza. Elas aconteceram na Perestroika.

Mas não pense que é o show pelo show. O conteúdo é o mais importante, mas isso não significa
que não possa ter uma abordagem inovadora.

Os alunos aprendem sobre publicidade ouvindo histórias sobre o cara que vendeu a Torre Eiffel. Dissecam o design fechando uma mala de viagens. E entendem o que é arquitetura de informação
segurando uma escova de dentes.

Para ficar mais claro:

Quando uma criança pergunta se pode colocar o dedo na tomada, a mãe diz que não, porque dá choque. Mas a criança não entende, porque o conceito de choque é muito abstrato. Até que, um dia, ela vai lá e coloca a mão na tomada, toma o choque e nunca mais esquece o que isso significa.

Na Perestroika, a gente não quer que ninguém tome choque. Mas a gente tem certeza que só se aprende vivendo na pele o conteúdo. Vivendo uma experiência de aprendizado.

Além dos cursos e da geração de conteúdo autoral, a Perestroika também presta serviço de palestras e de consultoria nas mais diversas áreas.